Uma apaixonante e esplendorosa terra, um magnífico povo! Será brilhante seu futuro, construído por todos os que têm Angola no coração, que nela ou na diáspora trabalham e com amor criam suas famílias.

Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2019
Prémio de Mérito

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A angolana Suraia Munguengue recebeu anteontem uma distinção concedida pela Marinha Portuguesa, pela sua Dissertação de Mestrado sobre O Mar Angolano.

Leia a notícia completa aqui



publicado por zé kahango às 13:38
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Domingo, 20 de Janeiro de 2019
Programa Angola Jovem (PAJ)

É um instrumento de materialização do Plano Executivo do Governo de Apoio à Juventude (PEGAJ), que tem como objectivo primordial a mobilização dos jovens visando a sua participação activa e permanente no processo de Reconstrução Nacional do País. O PAJ é uma iniciativa de âmbito nacional cuja implementação será estendida de forma gradual e progressiva às diversas localidades do país, de harmonia com as características específicas de cada uma e de acordo com as condições que forem reunidas para o efeito. Trata-se de um projecto dinâmico, estruturado para apoiar e dar corpo às propostas decorrentes da criatividade, inovação e espírito empreendedor dos jovens angolanos.

VECTORES: Dinamização de um amplo movimento de informação, e mobilização da juventude, para o processo de reconstrução nacional. Formação e integração sócio-profissional da juventude. Promoção de oportunidades de ensino, utilização e divulgação das novas tecnologias de informação. Promoção de uma ampla campanha de educação para a cidadania, defesa e promoção dos valores culturais. Incentivar o interesse dos jovens com formação superior, a trabalharem nas províncias (municípios e comunas). Dinamização de acções concretas que visem engajar a juventude na luta contra o VIH/SIDA, ITS e outras doenças endémicas. Desenvolvimento de acções objectivas que concorram para minimizar o fenómeno do analfabetismo no seio da juventude. Combate a delinquência juvenil.

O PAJ destina-se aos jovens dos 15 aos 30 anos de idade, em especial a jovem mulher, os estudantes, os desmobilizados do serviço militar, os jovens na rua (ambulantes, carregadores de mercadorias, lavadores de carros, trabalhadores de sexo), portadores de deficiência e os jovens do meio rural. - O PAJ é de âmbito nacional, considerando-se por isso de grande importância a participação e afincado engajamento das autoridades provinciais. - Na concretização dos vários projectos do PAJ e no âmbito do empreendedorismo juvenil, os Bancos Comerciais afiguram-se parceiros determinantes na concessão de créditos e micro-créditos. - O PAJ é um programa dinâmico e inovador aberto à inclusão de projectos de incidência juvenil.

Onde Requerer: Sede do Ministério da Juventude e Desporto ( ver no site http://www.minjud.gov.ao/ )


publicado por zé kahango às 15:31
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reduzindo a mortalidade

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O Hospital Sanatório de Luanda reduziu, em um ano da nova administração do sector da Saúde, a taxa de mortalidade de mais de 40% para 27,4% dos pacientes que ali davam entrada.

O Director Geral da instituição, Rodrigo Leonardo disse que tal resultado só foi possível graças ao empenho dos profissionais daquela unidade, depois de um processo árduo de sensibilização, ao amor ao próximo e a uma gestão dos insumos, bem como as acções impostas nas melhorias das condições das infra-estruturas.

Daqui.



publicado por zé kahango às 15:13
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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2019
avaliar, para avançar...

Angola não tem tirado partido correcto dos empréstimos da China e não tem exigido melhor qualidade em muitas as obras chinesas, disseram dois especialistas angolanos no Lubango onde os 35 anos de cooperação Angola-China estiveram recentemente em exposição.

Na ocasião ficou-se a saber que neste período o gigante asiático construiu através de suas empresas em Angola, perto de três mil quilómetros de linhas férreas, mais de 20 mil quilómetros de estradas, mais de cem mil casas habitacionais para além de infraestruturas sociais como escolas e hospitais.

O economista, José Makuva, criticou algumas obras erguidas no país que o tempo revelou falta de qualidade, mas atribui culpas às autoridades angolanas.

“ Não sei em que termos é que os contratos foram feitos, mas acho que faltou da nossa parte alguma seriedade”, disse. “Muitas estradas e muitas obras não foram feitas de acordo com as regras internacionalmente aceites”, acrescentou.

Já o presidente de direcção da Associação Agro-pecuária, Comercial e Industrial da Huíla, (AAPCIL), que representa a classe de empresários na região, Paulo Gaspar, corrobora do mesmo pensamento e acrescentou que Angola não soube gerir os empréstimos contraídos da China.

“Não gerimos bem os milhões de dólares que fomos buscar à China como empréstimo para recuperar a nossa economia e ainda fizemos outros projectos com os chineses que até estão bem elaborados mas por culpa nossa estes projectos, como no caso de algumas centralidades, continuam fechadas até hoje” disse.

Notícia completa aqui.



publicado por zé kahango às 09:00
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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2019
Direitos Humanos

A organização Human Rights Watch (HRW) considerou hoje que Angola está a registar "progressos significativos" em várias frentes dos direitos humanos (…). No relatório anual sobre os direitos humanos no mundo, hoje divulgado, a organização internacional destaca como negativo a manutenção das práticas de detenção arbitrárias, as execuções extrajudiciais, a falta do direito a uma habitação condigna, as limitações à liberdade de expressão e de imprensa, as violações à orientação sexual, corrupção e tratamento de imigrantes.

Por outro lado, a HRW destaca os progressos no combate à corrupção, iniciativa do Presidente angolano, João Lourenço, empossado em setembro de 2017, que tem efetuado numerosas investigações e que já levou à detenção de vários ex-governantes (…).

Como negativo, o relatório da HRW aponta a continuação das execuções extrajudiciais por parte da polícia de Angola, apoiando-se numa notícia publicada em fevereiro de 2018, da autoria do jornalista de investigação Rafael Marques.

Por outro lado, o documento destaca também as numerosas detenções arbitrárias em Angola, com a polícia a ser responsabilizada pela prisão desnecessária de ativistas e de manifestantes (…).

Segundo a organização não-governamental, as liberdades de imprensa e de expressão também registaram algumas violações (…).

Outra preocupação da HRW tem a ver com o tratamento dado aos imigrantes, lembrando que, em outubro, cerca de 400 mil, na sua grande maioria oriundos da RDCongo, foram expulsos de Angola no quadro da "Operação Transparência", destinada a combater o tráfico ilegal de diamantes, garantindo, paralelamente, mais meios para a criação de emprego entre os angolanos e para a política de diversificação económica preconizada por João Lourenço. "As autoridades angolanas indicaram que o garimpo e o tráfico ilegal de diamantes funcionavam com base numa rede de crime organizado controlada por imigrantes irregulares (…)”.

Leia a notícia completa aqui.



publicado por zé kahango às 10:36
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debatendo autarquias no Capelongo

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O Mosaiko | Instituto para a Cidadania facilitou uma formação sobre Direitos Humanos e Autarquias Locais na Comuna de Capelongo, município da Matala, província da Huíla. A formação decorreu entre 13 e 15 de Dezembro e, segundo os moradores, foi a primeira vez que uma “discussão pública” sobre as autarquias locais foi realizada naquela comuna.

Nunca tínhamos participado de um encontro assim sobre as autarquias, esta é a primeira vez”, afirmaram os moradores, alegando só terem ouvido falar sobre o tema através da rádio.

Veja aqui (Mosaiko)



publicado por zé kahango às 00:30
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2019
palestra Os Direitos Humanos e a Paz

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Leia por extenso e visione a importante comunicação do orador Rafael Marques aqui.



publicado por zé kahango às 20:20
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2019
belo site do MA

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https://www.biodiversidade-angola.com/



publicado por zé kahango às 15:32
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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2019
parques naturais e desenvolvimento

O ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, considerou que a biodiversidade angolana constitui uma enorme fonte de emprego e de benefícios sociais, económicos, desenvolvimento do ecoturismo e ao acesso a plantas medicinais, defendendo a sua conservação.

Lembrou que é nas áreas protegidas onde são conservados os recursos genéticos, a fauna selvagem e os valores culturais que, em conjunto, formam um grande atractivo aos visitantes provenientes de várias partes do mundo.

Referiu ainda que Angola está a criar condições para que os investidores nacionais e estrangeiros se sintam seguros, pois é factor fundamental para o investimento, crescimento e prosperidade das nações.

Angola está determinada a trabalhar com os demais países no controlo do comércio internacional das espécies de flora e fauna e continuar a incrementar a colaboração com os países da região, no desenvolvimento das áreas de conservação transfronteiriças, como os casos do Iona, a Costa dos Esqueletos, do KAZA e da área do Maiombe.

Para o efeito, o Executivo está a trabalhar no sentido de aumentar os incentivos ao investimento nas áreas de conservação, por serem locais onde vivem a maior parte das comunidades rurais do país, que carecem de integração socioeconómica, sem desrespeitar as suas tradições e culturas.

O investimento estrangeiro em áreas ecológicas, de acordo com Manuel Nunes Júnior, contribui para o reforço da diversificação da económica nacional, através do efeito multiplicador da economia da biodiversidade em sectores como a agricultura, comércio, serviço e construção civil, no meio rural.

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(in https://angolafieldgroup.com/page/2/)

Angola dispõe dos parques nacionais da Cangandala, Iona, Cameia, Mavinga, Luengue-Luiana e Mupa, do Parque Regional da Cimalavera, Natural Regional do Namibe, das reservas Florestal de Umpulo, Natural Integral do Luango, florestal do Kavongue, reserva parcial de Luiana, de Mavinga, Reserva do Luando, Reserva Natural do Ilhéu dos Pássaros, reserva Búfalo, e florestal de Kakongo.

(daqui)



publicado por zé kahango às 19:51
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ecoturismo no Cuando Cubango

Os ministérios do Ambiente e Turismo de Angola firmaram recentemente um acordo com a National Geographic, com o objectivo de facilitar o desenvolvimento do ecoturismo na área do rio Okavango.

O documentário “Into the Okavango”, financiado e produzido pela National Geographic, retrata uma expedição ambiciosa numa das maiores bacias selvagens do mundo, revelando a riqueza e diversidade de vida que sustenta.

O filme, de aproximadamente uma hora e quarenta minutos, apresenta imagens colhidas durante cerca de quatro meses por um grupo de pesquisadores da National Geographic e especialistas de Angola, Zâmbia, Zimbabwe, Namíbia e Botswana, que estiveram na região do Okavango, percorrendo um total de 2.500 quilómetros.

Ao longo do período de filmagens, foram identificadas pelo menos 353 plantas, 115 peixes, 407 aves, 68 mamíferos, 64 répteis, 35 anfíbios e 40 novas possíveis espécies.

(Veja aqui o trailer https://youtu.be/_z7ONnfL344 )

O projecto “Wilderness” de Okavango é uma iniciativa plurianual para pesquisar a Bacia do Rio Okavango, a maior área húmida de água doce no sul da África e a principal fonte de água para um milhão de pessoas.

Considerado um dos maiores e mais ambiciosos planos turísticos em todo o mundo, Okavango/Zambeze é um projecto transfronteiriço em execução desde 2015, cuja área abrange 278.000 quilómetros quadrados em quatro países, 87.000 dos quais em Angola.

Nesses 87.000 quilómetros de território angolano, no Cuando Cubango, o projecto envolve as áreas de conservação e reservas de Luina e Mavinga, Coutada Pública do Luiana, de Longa Mavinga, Luengue e Mucusse.

Veja também http://www.okacom.org/

php222F_tmp.jpg(foto de http://www.mmegi.bw/index.php?aid=54419&dir=2015/september/25#prettyPhoto )

 



publicado por zé kahango às 17:41
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2018
Cuidar do património natural...

Especialistas de Angola e Namíbia em visita técnica no Iona

 

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publicado por zé kahango às 18:48
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"Apartheid"?

“Em Angola, ainda há uma sociedade dual, pelo menos. Há uma sociedade muito rural, com a sua economia e a sua cultura. Vários grupos com várias etnias em todos os pontos do país. Existe uma parte mais urbana, que emigrou para as cidades e vive nas periferias nas piores condições ambientais, excluída do processo de desenvolvimento. E depois há uma elite ligada ao sistema moderno, ao Estado, aos sistemas financeiros, a um total desenvolvimento, que é um desenvolvimento separado. Mesmo que não declarado, é um apartheid. Como no tempo colonial, em que Angola produzia e a economia era saudável, mas era para os colonos, não era para o povo. Hoje, o que se passa é o endocolonialismo. A maior parte das pessoas tem uma posição de serventia no processo de desenvolvimento.”

(…)

Portugal é essencial para Angola, por causa da relação histórica e da língua. E Angola é um mercado de exportações importante para Portugal. É bom que haja essa relação mas é bom também que António Costa saiba que está a ir para um país que é dual. Portugal, além de apoiar empresários, devia apoiar a sociedade civil, comerciantes e associações para irem trabalhar com as comunidades, com crianças, com grupos vulneráveis, para estimularem a formação escolar. O governo português devia apoiar tanto isso como os empresários, que dão lucros imediatos. Porque isso dá lucros a prazo.”

Luiz Araújo, in Angola 24horas

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publicado por zé kahango às 11:04
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2018
Um novo estilo...

(publicada por Arão Martins)



publicado por zé kahango às 18:04
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vigilância...

No aeroporto 4 de Fevereiro constatam-se medidas preventivas...

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publicado por zé kahango às 10:53
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Justiça

As detenções em curso em Angola, envolvendo altas figuras do país acusadas de diversos crimes, vão contribuir para uma maior confiança na Justiça e nas instituições, declarou nesta quarta-feira, em Luanda, o sociólogo Paulo de Carvalho.

Em entrevista à Angop, o sociólogo angolano justificou que a correcta actuação das autoridades judiciárias vai, também, contribuir para a moralização da sociedade.

Segundo Paulo de Carvalho, o reforço da confiança nas instituições constitui a primeira das muitas vantagens que se espera desta nova dinâmica dos órgãos de Justiça.

Realçou que, apesar de que os processos em causa já estavam em curso, muita gente não acreditava que o anúncio de maior igualdade perante a lei, feito pelo Presidente João Lourenço, fosse mesmo para cumprir.

“Estamos a ver que sim, que a Justiça começa a funcionar devidamente, no combate aos males que estão incrustados no tecido social angolano”, sentenciou, anotando que se deve deixar a Justiça trabalhar, sem prejudicar e sem beneficiar quem quer que seja.

Questionado se a sociedade está preparada para lidar com os novos tempos, o sociólogo disse acreditar que a população angolana sempre esteve preparada para lidar com uma “justiça justa” e que quem não estava eram as grandes elites, sobretudo a política e a militar, acostumadas a uma elevada dose de impunidade.

Por outro lado, saudou o facto de a comunicação social angolana, incluindo a estatal, estar a cumprir o seu papel, no que respeita às denúncias e ao acompanhamento dos casos judiciais mediáticos.

A este respeito, lembrou que, aliás, a comunicação social sempre cumpriu o seu papel, na denúncia e no acompanhamento dos casos judiciais mediáticos, mas que só não chamava a atenção para algumas incongruências que se verificavam no funcionamento dos órgãos de justiça, porque não tinha permissão para o fazer.

Ainda sobre as últimas detenções, disse esperar que os tribunais também cumpram a sua missão, da maneira mais justa possível, depois da nova postura demonstrada pelos órgãos de investigação criminal.

Quanto ao Ministério Público, manifestou a esperança de que os processos estejam a ser convenientemente instruídos, “sem os erros a que a PGR (Procuradoria Geral da República) nos habituou em processos anteriores”.

Nos últimos dias, foram detidas em Luanda várias altas individualidades do país, incluindo o antigo ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, o ex-presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos, e o antigo director da Unidade de Técnica de Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia.

São acusados de vários crimes como associação criminosa, tráfico de influência, burla, corrupção, branqueamento de capitais e peculato.

Estas detenções enquadram-se no âmbito do combate à corrupção, ao nepotismo, à impunidade e à bajulação, que constituem prioridade na governação do Presidente da República, João Lourenço, no cargo desde 26 de Setembro de 2017.

 

(in Angola 24horas)



publicado por zé kahango às 09:49
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Uma boa notícia

Esperança média de vida em Angola cresceu 20 anos desde 1990.

Leia aqui



publicado por zé kahango às 08:24
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Segunda-feira, 16 de Junho de 2014
Côr!

 (foto de Alcídio Esteves)



publicado por zé kahango às 08:58
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