Uma apaixonante e esplendorosa terra, um magnífico povo! Será brilhante seu futuro, construído por todos os que têm Angola no coração, que nela ou na diáspora trabalham e com amor criam suas famílias.

Domingo, 25 de Novembro de 2018
um livro em carne viva...

"Rádio em Angola - Como eu a vivi", de Diamantino Pereira Monteiro.

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Excelentemente escrito, na primeira pessoa, um testemunho de - ainda que contida - grande emoção.


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Terça-feira, 2 de Outubro de 2018
Atlas de répteis e anfíbios

123 anos depois, répteis e anfíbios de Angola têm um novo atlas

São quase 400 espécies, entre 117 anfíbios e 278 répteis, com as respetivas descrições taxonómicas, distribuição geográfica e contexto ecológico e climático. É o Atlas dos Répteis e Anfíbios de Angola, uma obra de referência, que reúne toda a informação disponível sobre essa fauna e que acaba de ser publicado pela Academia de Ciências da Califórnia, nos Estados Unidos, sob o título Diversity and Distribution of the Amphibians and Terrestrial Reptiles of Angola. Mais de um século depois da publicação, em 1895, do primeiro Atlas dos Répteis e Anfíbios de Angola, pelo naturalista português José Vicente Barbosa du Bocage, o novo trabalho, da autoria dos biólogos portugueses Mariana Marques e Luís Ceríaco, e dos norte-americanos Aaron Bauer e David Blackburn, elaborado em parceria com o Ministério do Ambiente de Angola, o atlas vai estar também disponível online, para consulta gratuita, e será apresentado em Luanda ainda este mês.

Leia mais aqui



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Sexta-feira, 13 de Junho de 2014
de José Viana Leitão de Barros

 

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Quinta-feira, 5 de Junho de 2014
lançamento oficial no dia 13 de Julho, nas Caldas da Rainha

 

 

 


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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013
e-book

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Domingo, 17 de Fevereiro de 2013
querem conhecer a história?


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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
Atlas de Angola

 

128 páginas, 1ª edição 2008, Macmilan Education


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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013
"Muitas são as Áfricas", de Leonel Cosme

“Leonel Cosme (n. em 1934, em Guimarães) viveu 30 anos em Angola, incluindo cinco após a independência, como cooperante. Foi o co-organizador das Edições Imbondeiro da antiga Sá da Bandeira (hoje, Lubango), em 1960-65, entre outras actividades culturais e cívicas, como sejam a formação de radialistas ou o comprometimento com o MPLA.

 

 

Antigo jornalista, e ainda cronista, escritor e investigador, lançou um livro que é um testemunho eloquente da sua capacidade de pensar para lá das aparências, dos preconceitos e das verdades falsas (leia-se "afirmações infundamentadas") estabelecidas como dogmas. O título é, já por si, instigante, revelador do conteúdo.

Publica um livro fundamental: Muitas são as Áfricas, Lisboa, Novo Imbondeiro, 240 págs. - para quem quiser compreender sobretudo Angola, noutras facetas, (…) através da análise da acção e pensamento colonizadores e da acção e pensamento libertadores de portugueses e (ex-)colonizados. Não escreve um tal livro quem quer, mas quem pode, pela sua singular vivência e posição. Um testemunho intelectual de grande qualidade, um "testamento" de saudoso amor à terra e ao povo.

Inclui estudos magníficos sobre o lusotropicalismo que não existiu (refutação do que Freyre aplica a Portugal e colónias e, indirectamente, refutação das "crioulidades" angolanas que andam por aí), (…) as relações históricas do Brasil com Angola, a literatura colonial (goste-se ou não da sua perspectiva muito própria), a guerra colonial e outras guerras e a (des)memória dos intervenientes e dos povos, os caminhos que África tem tomado pela mão dos seus dirigentes e intelectuais, (…), analisando o racismo, a xenofobia, a corrupção, a guerra, a fome, com especial incidência em Angola, (…).

Muito historiador, crítico literário, docente de "lusofonia", ideólogo neo-lusotropicalista, terá aqui matéria para evitar julgamentos prévios, generalizações totalitárias, preconceitos arreigados, atitudes de senso duvidoso. (…) Um livro que especialistas, estudantes, políticos e portugueses, só para ficar por aqui, deviam ler com cuidadosa atenção (…). Muitas "gralhas", até na capa, não deslustram o volume, que traz referidos Steiner, Kandjimbo, Inocência Mata, Agostinho Neto, Óscar Ribas, Kapuscinski, Hatzfeld, Waberi, Maathai, Freyre, Andrade Corvo, Laban, Pepetela, Senghor, Jaime Cortesão e tantos outros. (…)

Por vezes, quando fala, com evidente gosto, saber e pedagogia, dos variados interesses em jogo na época colonial (p. ex., sobre a maçonaria, Norton de Matos e José de Macedo, em Angola), parece um português empenhado na vertente colonial, pois não quer passar pelo que não é (angolano). Outras vezes, discute Angola com tanto prazer e objectividade que presta um serviço melhor do que muitos patriotas precipitados e preconceituosos. (…)

Como não dar importância aos estudos sobre a ideia e, depois, a fundação da Universidade na Huíla (Angola) e sobre a Kuribeka, desfazendo, neste caso, o equívoco corrente de considerá-la o mesmo que a maçonaria? (…)

Sobre Equador, de Miguel Sousa Tavares, diz que é um romance "colonial" (usa aspas) de um autor que não considera obviamente colonialista. Este pormenor serve para mostrar como o A. pensa a contemporaneidade, as ilusões que podem acometer os leitores, de novo fascinados por uma enxurrada de textos exóticos e turísticos, como se não quisessem ou não pudessem ver para lá das aparências da fantasia, como quase sempre ocorreu com os portugueses em relação a África. (…)

Os africanos (sem preconceitos) também ficarão a ganhar com a leitura.”

 

(adaptado de A Página da Educação http://www.apagina.pt/?aba=7&cat=170&doc=12547&mid=2)


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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012
da capa de livro lançado na China

 

 

 

Versão PDF

 

http://www.consuladogeral-angola.hk/images/stories/PDF/angola_book.pdf



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Domingo, 16 de Dezembro de 2012
a nova Angola

Rizzoli, 18/01/2011 - 288 páginas
 
The first book of photography that portrays Angola as it exists today. For a place that few can pinpoint on a map or in their minds, Angola is quickly emerging as the most important economic leader in Africa. After almost three decades of civil war, the Angola of today is an anomaly—the country is not only aggressively rebuilding but economically blooming in the midst of a global financial crisis. Having become the number-one producer of oil and third in the diamond sector in all of the sub-Sahara, Angola is the first African country that China has invested in heavily. As a result, in 2008 alone the economy rose 27.5 percent. Still, the world does not know Angola today. We have not seen its diverse and vast landscapes of city and country - corners of the world where expanses of wind-swept white desert meets emerald sea, or forests where lush vegetation gives way to rare butterfly habitats. Nor have we met the Angolan people who speak over 40 dialects, or been introduced to the spirit that moves this beautiful, peaceful and optimistic country. A Portrait of Angola is the first book of photography that portrays the country through 250 photographs and over a dozen works of original fine artwork that marry photography and painting.

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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012
interessante tese de doutoramento

(sugerido por Mané Rodrigues)

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Domingo, 4 de Novembro de 2012
Biodiversidade...


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Domingo, 28 de Outubro de 2012
Uma obra única (em dois tomos)

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Sábado, 11 de Julho de 2009
muito interessante!

 

Patterns of settlement and subsistence in southwestern Angola

 Por Alvin W. Urquhart

 

(clique no título)

 

 



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Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
sociologia

Revista Angolana de Sociologia [N.º3 _ Junho de 2009]

Revista Angolana de Sociologia [N.º3 _ Junho de 2009]
 
Autor(es) |  
Preço | 11,25€ (inclui IVA e 10% desc.)
Formato | 16x23
N.º Páginas | 212
 

 

Resumo:
A Revista Angolana de Sociologia (ISSN1646-9860), publicada semestralmente – em Junho e Dezembro, é um órgão da Sociedade Angolana de Sociologia (SASO) e publica textos da autoria de sociólogos e outros investigadores sociais, angolanos e de outras nacionalidades. A Revista Angolana de Sociologia é editada pela SASO (Luanda, Angola) e publicada pela Edições Pedago (Mangualde, Portugal). Trata-se de um espaço de debate sobre temas actuais e relevantes não apenas da sociedade angolana, mas também das sociedades africanas e do mundo contemporâneo em geral. O espírito da Revista Angolana de Sociologia (RAS) é estimular o debate, acolhendo e difundindo textos que contribuam para um diálogo transdisciplinar. A RAS dirige-se não apenas a sociólogos, mas a todos os interessados em compreender de maneira rigorosa a complexidade e as dinâmicas dos fenómenos sociais contemporâneos.
 

 .Ficheiro Acrobat Reader Índice
 

 

cortesia de Margarida Castro


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Terça-feira, 7 de Julho de 2009
László Magyar - sabem quem foi?

László Magyar  foi um húngaro  nascido em 1818, que se tornou rei em Angola.

 

 

Aos trinta anos de idade, decidido conhecer e cartografar os territórios inexplorados do interior da África Ocidental, Angola,  László Magyar estabeleceu relações de confiança com o Rei do Bié, acabando por casar com uma filha sua. A breve morte do sogro concedeu ao húngaro o direito legítimo de sucessão ao trono do reino bieno, por herança tomou posse de um território maior do que o país onde nasceu.

Com a colaboração dos seus súbditos, László Magyar organizou diversas expedições de modo a identificar geograficamente o Reino do Bié e os territórios a norte como ainda registou o posicionamento do rio Congo (1846) e do rio Zambeze.

A maior parte do tempo, ou seja durante os 17 anos vividos em Angola, László dedicou-se a estudos etnográficos e à aprendizagem de línguas nativas. Sabia falar Quimbundo e provavelmente compreendia os dialectos Umbundo, Ovampo, Lundo e Lovar.

Apesar de ter formação militar da Marinha e alguns conhecimentos de astronomia, a habilidade de László Magyar em desenho cartográfico era fraca e muito pior era a sua organização documental ou o modo como partilhava as suas descobertas e estudos. Foram precisamente estas duas falhas (mapas demasiado distorcidos e relatórios recheados de contradições factuais e descrições confusas) que descredibilizaram o explorador na Europa em comparação com outros exploradores comissionados em outras regiões.

( adaptado de James Stuart, in Szerinting )

 

Entre 1849 e 1857, fez seis viagens para as fontes dos rios Congo e Zambeze,  regiões que, na época, eram ainda de difícil acesso para os europeus visitarem. Escreveu três volumes com notas e observações etnográficas e geográficas, com enfoque no povo Kimbundu. Um volume foi publicado na Hungria, mas os manuscritos dos outros dois volumes, juntamente com os periódicos de Magyar, foram dados como perdidos, provavelmente destruídos no incêndio de um depósito após a sua morte, ocorrida em  Benguela, a 9 de Novembro de 1864, possivelmente vitimado pela malária ou por tuberculose.

Aqui (Biblioteca Digital Mundial), aparece a edição original, em húngaro, da obra de Magyar que ficou para a posteridade.

 


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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
António Trabulo

"Retornados - o adeus a África"

  

 

 

 
 
No Planalto, uns partiam e outros não.
Muíla tencionava ficar no Lubango. Tinha ali raízes fundas.
Os seus bisavôs paternos tinham chegado antes dos colonos madeirenses.

(Leia mais um pouco aqui)


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Editor e Redator:
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