Uma apaixonante e esplendorosa terra, um magnífico povo! Será brilhante seu futuro, construído por todos os que têm Angola no coração, que nela ou na diáspora trabalham e com amor criam suas famílias.
Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
(do nosso Poeta)

Tenho memória
de uma fresca luminosidade
pousada nos ombros da Serra
deixada pelas aves
em peregrinação ao paraíso

e de no algodão das nuvens
haver formas e presságios
que os meus dedos percorriam

e à alma traziam contágios
dos astros que luziam

e de uma grandeza imensa

enquanto cá em baixo
nos purificadores verdes
vivificantemente apensa
às mimosas nas paredes

se entrosava a vida
que deuses têm por lida.

 

 

Valério Guerra

 

(há mais aqui...)


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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
...olhando o futuro...

sky in the eyes,hope in the future por luca.gargano.


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...para os tempos que hão de vir...

mundimba girl por rurukina.

de rurukina


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de todos os tempos...

mundimba girl por luca.gargano.


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indagação

mumuhuilas at market por luca.gargano.


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mistério

beautiful himba por luca.gargano.


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a alegria da gente!...

happiness por luca.gargano.


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a cor da terra...

elegance and simplicity por luca.gargano.


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azul, intemporal...

mucubal  headdress por luca.gargano.


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Angola intemporal...

proudly mundimba por luca.gargano.


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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
aguardando...

sunday afternoon in mundimba country por luca.gargano.


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festejando...

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dançando...

rain dance por luca.gargano.


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O sentido do afecto...

... reiterado no palco do Teatro Nacional Imprimir E-mail
Fonte: José Luís Mendonça - JA   
Sexta, 23/Outubro/2009
ImageCom “Peças para uma sombra iniciada e outros rituais mais ou menos”, a Companhia de Dança Contemporânea de Angola projectou durante sete noites, sobre o palco do Teatro Nacional Chá de Caxinde, a imensa e subtil ontologia do afecto, esse sentido que nos fica além dos cinco usuais e muito mais para lá do da intuição e até daquele que nos revela o que o sonho não sabe dizer.
Ana Clara Guerra Marques, coreógrafa e directora artística deste espectáculo inédito no nosso ambiente cultural, arrumou um conjunto bem uniforme e bem contrastante de meios humanos e técnicos para levar ao palco um ritual de dança sagrado e ao mesmo tempo profano, já que conseguiu unir no mesmo gesto rítmico o espírito da máscara e a química inefável da sombra, numa plástica para ser sorvida com a alma já a diluir-se no fogo das sensações que promana de todo o corpo semi-nu.
Depois da sombra acesa, essa plástica de sensações desdobra-se num cenário de mil actos, onde a expressividade simbólica da devoção ao próximo é capaz de arrancar a ferros a nossa emoção mais reservada.
Dançar assim por dentro de uma sombra iniciada e os rituais que se lhe agregam faz tremer o coração e faz cair dentro duas ou três lágrimas daquele inexplicável desejo de viver o oitavo sentido: o do afecto. Quando no palco ondulam esses deuses de carne e osso, sentimos a pele arrancada a exímios golpes de estilete cinético, que mais não são do que a composição plástica “de quem somos”, no outro mundo poético, mas real, de Fernando Pessoa.
Corpos, gestos, ritmos, olhares, secreções finais, toda uma ontologia da sombra aferida à experiência do ser humano é-nos induzida pelo mais-velho David Mwa Mudiandu, que iniciou Ana Clara nos arcanos da Cultura Cokwe.
Mas quem inicia o público na trajectória mítica entre as origens e a contemporaneidade da dança é o Mukixi wa Cihongo, João Mwa Cilengo, aquele de quem se pode dizer capaz de materializar a verdadeira ciência de voar com os pés no chão.
Da Companhia de Dança Contemporânea de Angola desembarcaram em palco os bailarinos Adilson Valente, António Sande, Benjamim João, Divaldo Nunes e Zuni Kurty. A estes juntaram-se os bailarinos do Grupo Yaka, André Baptista, Armando Mavo, Samuel Vilarinho, os percussionistas Abraão Kumba, Cemi Diamoneka e a própria Ana Clara.
Especialmente convidada da Companhia Dançarte destacou-se a bailarina Rossana Monteiro que contracenou com Cemi Diamoneka naquele acto de gravidade afectiva em torno de uma cadeira de rodas, à luz de uma melodia descida das escadarias galácticas.
O que se move em palco é todo um mundo antevisto nos desenhos de Nuno Guimarães, a partir do material da exposição de Mário TendinhaContos da Oratura Angolana dos Ogros e do Fantástico”, pintura feita sobre dez telas gigantes com personagens das estórias, às quais Ana Clara e a sua equipa de trabalho deram movimento.
Foi, antes, “uma reciclagem”, no dizer desta senhora bailarina que começou a dançar aos 8 anos. “Os jovens deram a interpretação das telas, porque o bailarino não pode ser uma máquina de repetição”, vaticinou Ana Clara, cuja missão principal consistiu em “moldar o barro”, já que acha fundamental que os bailarinos sejam criativos, “eles dão a carne e depois eu ponho o esqueleto, a espinha dorsal”.
E foi assim que se passou este espectáculo de dança, com estórias da nossa tradição, sobre as quais o próprio público “cria as suas estórias”, assim, como um romance aberto, ou como aquele menino que vai para a iniciação na Mukanda e depois acontecem várias coisas, uma aprendizagem sofrida. Mas, o que seria a vida sem sofrimento?


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em pausa...

sweatness at sunset por luca.gargano.


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com salário de 400 dólares...

Angola tem 1200 médicos cubanos e deverá receber mais Imprimir E-mail
Fonte: Diário Digital/Lusa - Editado por AD   
Quarta, 21/Outubro/2009
ImageCerca de 1200 médicos cubanos trabalham em Angola no âmbito da cooperação existente entre os dois países, que data do período que antecedeu a independência do país, em Novembro de 1975.
Os médicos cubanos, de todas as especialidades, estão espalhados por 64 municípios das 18 províncias angolanas, disse à Agência Lusa uma fonte do Ministério angolano da Saúde.
Ao longo dos anos, a cooperação bilateral vem crescendo, estando prevista a chegada de mais médicos nos próximos anos.
As condições de alojamento são o principal obstáculo à contratação de mais médicos, apesar dos esforços de Luanda para a sua melhoria, acrescentou a mesma fonte.
Questionado pela Agência Lusa sobre as condições de trabalho dos médicos, o embaixador cubano em Luanda, Pedro Ross Leal, disse que «são aquelas que Angola pode oferecer».
«Há um esforço para se criar essas condições, as melhores possíveis, e estamos satisfeitos por saber que um país que está em reconstrução está a fazer um grande esforço por criá-las», frisou, acrescentando que não vai ser exigido «o que não é possível».
O diplomata recordou que quando os primeiros médicos cubanos chegaram a Angola, os serviços de saúde eram assegurados por religiosas.
«Estive cá, por altura da independência, e lembro-me, por exemplo, do hospital de Cabinda, onde os serviços de saúde eram assistidos por madres e os nossos médicos entraram naquelas instalações para se juntarem a elas. Por isso a nossa cooperação já data de há muito», disse o embaixador.
Além disso, Leal lembrou que a cooperação tem aumentado, não só com o envio de médicos, mas também com a doação, pelo governo cubano, do hospital oftalmológico da província de Benguela, após a visita que o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, fez a Cuba.
Segundo o diplomata cubano, desde que este hospital abriu, em 2008, já foram atendidas 123 mil pessoas e feitas mais de 8 mil cirurgias oftalmológicas.

 



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mini-coifa

Popota:my best himba friend por luca.gargano.


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