Uma apaixonante e esplendorosa terra, um magnífico povo! Será brilhante seu futuro, construído por todos os que têm Angola no coração, que nela ou na diáspora trabalham e com amor criam suas famílias.
Terça-feira, 7 de Julho de 2009
Pintura de Toia Neuparth - 6


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publicado por zé kahango às 02:22
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novo terminal de passageiros

O Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro conta, desde sábado, com um novo terminal de desembarque de passageiros. Inaugurado conjuntamente pela ministra do Planeamento, Ana Dias Lourenço e pela ministra-governadora de Luanda, Francisca do Espírito Santo, e o ministro dos transportes, Augusto Tomás, o novo terminal de desembarque, ficou orçado em 9,5 milhões de dólares.

O presidente do Conselho de Administração da Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA), Jorge dos Santos Correia de Melo, disse que o novo terminal foi construído em cinco meses.
Ocupa uma área total de 10.000 metros quadrados e está apetrechado com 12 balcões de atendimento aos passageiros. O terminal tem uma área para atendimento de passageiros em trânsito e serviços de sanidade pública.
A sala de recolha de bagagens conta com dois tapetes rolantes. Existe ainda a sala de perdidos e achados, sob responsabilidade da TAAG, balcões de “rent a car”, bancos e casas de câmbios. O parque de estacionamento de viaturas tem capacidade para 120 veículos.
Jorge de Melo afirmou que “a construção do segundo terminal é uma alternativa que permite continuarmos a prestar um serviço de assistência aos passageiros dos voos internacionais, que desembarcam no nosso aeroporto, reduzindo os incómodos e transtornos devido às obras em curso no aeroporto Internacional 4 de Fevereiro”.

  

Fonte: Angola Digital, 6 de Julho de 2009



publicado por zé kahango às 02:15
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Pintura de Toia Neuparth - 5


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publicado por zé kahango às 02:11
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malária mata crianças

Mais de 5 crianças morrem diariamente no hospital pediátrico de Luanda. A malária cerebral é a principal causadora destes óbitos.

 

22759Estes dados foram avançados pela chefe do banco de urgência do hospital, Dra. Margarida Correia. A médica falava das dificuldades que o Hospital David Bernardino tem passado. Segundo Margarida Correia, o banco de urgência tem capacidades para 34 camas, uma quantidade que não consegue dar resposta aos mais de 50 casos por dia que dão entrada no hospital. A doença que mais leva pacientes a procurarem aquela unidade sanitária é a malária que diariamente leva a morte mais de 5 crianças.
Por outro lado, Margarida Correia disse que o Hospital pediátrico continua a registar casos de raiva e sarampo. A chefe do banco de urgência fez saber ainda que quanto aos materiais gastáveis, o hospital não tem dificuldades. A maior preocupação, está na falta de médicos e enfermeiros no hospital pediátrico de Luanda David Bernardino.

Radio Ecclesia (citada por Angola24horas.com)



publicado por zé kahango às 02:04
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Pintura de Toia Neuparth - 4


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publicado por zé kahango às 02:03
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petróleo versus agricultura?

O petróleo tem sido o maior inimigo da agricultura em Angola, disse à Agência Lusa o engenheiro agrônomo angolano Fernando Pacheco, que defende uma economia diversificada para o país, onde a agricultura tenha mais peso.

Em entrevista por telefone, Pacheco fez um retrato pouco animador da agricultura angolana, criticou a falta de atenção dos sucessivos Governos à problemática rural e lamentou que, em 2002, no fim da guerra civil, a agricultura tenha começado quase do zero." Costumo dizer que o petróleo tem sido o maior inimigo da agricultura angolana. Quase tanto como a guerra e em algumas situações ainda mais do que a guerra", afirmou à Lusa, considerando que se tivesse havido um maior interesse do poder pelas áreas rurais, a movimentação da guerrilha nunca teria sido tão facilitada, nem a sua atuação tão duradoura. "Lembro-me que no período anterior à independência de Angola (11 de novembro de 1975), o Governo português defendeu com algum êxito estratégias que tornaram mais difícil o trabalho da guerrilha (nacionalista), nomeadamente no Planalto Central, onde as condições de vida melhoraram substancialmente", lembrou. Fernando Pacheco, que até há pouco tempo dirigiu a organização não governamental angolana Adra (Ação para o Desenvolvimento Rural e Ambiente), disse que a queda do preço do petróleo no mercado internacional, no início deste ano, levou o Governo a disponibilizar uma linha de fundos de garantia para financiamento à agricultura no valor de US$ 350 milhões. "Este é um indicador importante para saber que o interesse pela agricultura é maior. O Governo debate mais esta temática, os jornais escrevem mais sobre o assunto e até eu sou mais entrevistado", brincou, apontando ainda a criação de escolas médias para a formação de técnicos agrícolas, imprescindíveis para o arranque da agricultura e melhorar o conhecimento dos solos, no sentido rentabilizá-los.
Numa análise que coincide com as observações de Fernando Pacheco, que agora faz consultoria para departamentos governamentais e organizações internacionais, o agrônomo e veterinário angolano António Russo, sintetizou numa única palavra - acesso - tudo o que falta para relançar a agricultura em Angola. Russo defendeu para Angola, ao lado de uma agricultura empresarial em grandes áreas, o desenvolvimento das empresas familiares, que serão o suporte para alimentar as populações. "Acho que não vale a pena falar a curto prazo. A média de disponibilidade de cereais na África Austral está à volta de 150 quilogramas anuais por pessoa. (...) Para a atingirmos, precisamos de quase três milhões de toneladas de milho, cinco vezes mais do que produzimos em 1974, ainda no período colonial, mais ou menos o que ainda agora produzimos. São números muito grandes e não dá para termos uma solução a curto prazo", esclareceu. "A curto prazo, vamos avançando com alguns projetos. São bases de aprendizagem, experiências que mais tarde tentaremos generalizar pelo país fora".
Por Natal Vaz, da Agência Lusa (in Angola24horas.com)


publicado por zé kahango às 01:59
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Pintura de Toia Neuparth - 3


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publicado por zé kahango às 01:58
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Internet para todos

A instalação de internet fixa em todas as localidades de Angola iria acarretar gastos elevadíssimos para o Estado e para as empresas que operam na área das tecnologias de informação, afirmou o especialista em informática, Rui Manuel dos Santos. Em declarações à Angop, o presidente do Conselho de Administração da Sistec (empresa de prestação de serviço no ramo de informática) referiu ser a reconstrução do país a prioridade do momento, uma vez que a instalação deste serviço levaria somas   avultadas. Segundo a fonte, existem outras formas mais simples e menos dispendiosas de internet, a chamada internet sem fio que é usada pelas empresas de telefonia Movicel e Unitel e a Mercury. Para que isto aconteça, adiantou o especialista, é fundamental que os operadores de comunicações, que actualmente têm licença para fazer este tipo de trabalho façam chegar o sinal de Internet a chamada última milha, o que não tem acontecido até agora. “A última milha é fazer com que a Internet chegue a casa de cada cidadão. Se isto não acontecer os utilizadores deste tipo de comunicação serão sempre em número reduzido. Sabemos que grande parte dos utilizadores deste serviço o fazem nos seus locais de trabalho e quando chegam a casa não dispõem do serviço”, acrescentou. O interlocutor adiantou que as empresas que prestam serviço de Internet móvel praticam ainda preços altos, o que não abona em benefício da maioria dos cidadãos. Rui Manuel dos Santos aconselha as empresas a melhorarem a qualidade dos seus serviços e a reduzirem os custos dos produtos. “Não devemos só pensar no lucro, no mercantilismo, é necessário pensar também nas vantagens e nos benefícios que os cidadãos irão ter ao usarem estes serviços. Neste tipo de negócio ganha-se dinheiro no volume e não se ganha no serviço”, sublinhou. O responsável finalizou salientando que “neste campo, a Sistec é uma distribuidora de outras operadoras e por isto tem um desempenho mais passivo. Mas pode em próximos tempos ter a sua marca de internet móvel”.

 

ANGOP, in Angola24horas.com



publicado por zé kahango às 01:54
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Pintura de Toia Neuparth - 2


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publicado por zé kahango às 01:40
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László Magyar - sabem quem foi?

László Magyar  foi um húngaro  nascido em 1818, que se tornou rei em Angola.

 

 

Aos trinta anos de idade, decidido conhecer e cartografar os territórios inexplorados do interior da África Ocidental, Angola,  László Magyar estabeleceu relações de confiança com o Rei do Bié, acabando por casar com uma filha sua. A breve morte do sogro concedeu ao húngaro o direito legítimo de sucessão ao trono do reino bieno, por herança tomou posse de um território maior do que o país onde nasceu.

Com a colaboração dos seus súbditos, László Magyar organizou diversas expedições de modo a identificar geograficamente o Reino do Bié e os territórios a norte como ainda registou o posicionamento do rio Congo (1846) e do rio Zambeze.

A maior parte do tempo, ou seja durante os 17 anos vividos em Angola, László dedicou-se a estudos etnográficos e à aprendizagem de línguas nativas. Sabia falar Quimbundo e provavelmente compreendia os dialectos Umbundo, Ovampo, Lundo e Lovar.

Apesar de ter formação militar da Marinha e alguns conhecimentos de astronomia, a habilidade de László Magyar em desenho cartográfico era fraca e muito pior era a sua organização documental ou o modo como partilhava as suas descobertas e estudos. Foram precisamente estas duas falhas (mapas demasiado distorcidos e relatórios recheados de contradições factuais e descrições confusas) que descredibilizaram o explorador na Europa em comparação com outros exploradores comissionados em outras regiões.

( adaptado de James Stuart, in Szerinting )

 

Entre 1849 e 1857, fez seis viagens para as fontes dos rios Congo e Zambeze,  regiões que, na época, eram ainda de difícil acesso para os europeus visitarem. Escreveu três volumes com notas e observações etnográficas e geográficas, com enfoque no povo Kimbundu. Um volume foi publicado na Hungria, mas os manuscritos dos outros dois volumes, juntamente com os periódicos de Magyar, foram dados como perdidos, provavelmente destruídos no incêndio de um depósito após a sua morte, ocorrida em  Benguela, a 9 de Novembro de 1864, possivelmente vitimado pela malária ou por tuberculose.

Aqui (Biblioteca Digital Mundial), aparece a edição original, em húngaro, da obra de Magyar que ficou para a posteridade.

 


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Pintura de Toia Neuparth - 1


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publicado por zé kahango às 01:39
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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
atenção estudantes!

Associação de Estudantes Angolanos em Portugal - Conferência

 

A Conferência do Ano na diáspora para a comunidade Angola residente em Portugal, com o Tema o "O papel dos Quadros Angolanos no desenvolvimento sustentável em Angola".
Está confirmada a presença de ilustres personalidades do Governo Angolano e ainda estão confirmados professores doutores do maior prestígio e consideração.
Fonte oficial da comissão organizadora Simão Filipe Associação de Estudantes Angolanos em Portugal confirma a realização da Associação.
Participe no dia 11 de Julho de 2009 no auditório da Faculdade de Direito de Direito.
 
(do blogue Os Olhos De Lince )

 

 


publicado por zé kahango às 21:04
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mirangolos...

42_Mirangolos por diamantinopm.

(foto de Diamantino Pereira Monteiro)


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publicado por zé kahango às 20:34
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crescimento e pobreza

A previsão do Governo para o crescimento do PIB na ordem dos 6,2 por cento para o ano de 2009 é apontada, no Relatório económico de Angola 2008, lançado pela Universidade Católica de Angola (UCAN), como insuficiente para debelar a pobreza no país.

O responsável do Centro de Estudos e Investigação Científica da UCAN, Alves da Rocha, que apresentou na terça-feira o relatório sobre a macroeconomia nacional, apontou a cifra de 7,5 por cento como a taxa anual de crescimento do PIB (4,5 por cento do PIB por habitante) necessária para reduzir o nível de pobreza em 50 por cento em cerca de 15 anos.
O também director da instituição académica mencionou o comportamento tendencial do PIB e a sua correlação com o aumento da oferta interna, que mostram que as actividades não petrolíferas podem exercer um papel fundamental na atenuação do sobreaquecimento económico.
Por outro lado, refere o relatório que a redução da pobreza passa pela subida do valor do salário médio nacional e o intenso crescimento do Produto Interno Bruto.
A taxa inflação prevista inicialmente pelo Governo situa-se em 10 por cento. O relatório indica que para uma inflação mais controlada é necessário rever a taxa de desemprego e existir maior controlo monetário, bem como a revisão do nível de rendimento médio da população. Ainda que o PIB por habitante tenha aumentado, o livro declara que a maioria da população permaneceu pobre, o que agrava a repartição do rendimento.
A crise financeira mundial pode igualmente criar oportunidades de se corrigir o excesso de euforia que os sistemas bancários promoveram e o modelo de crescimento, injusto, desarticulado e pouco eficiente que imperou até então.

( in Angola Digital)


publicado por zé kahango às 11:55
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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
boa notícia!

TAAG de regresso à Europa

A recomendação retira-a da lista negra europeia dois anos depois depois

 

 

O Comité de Segurança da Comissão Europeia adoptou, por unanimidade, uma recomendação à Comissão da União que vai permitir à TAAG, companhia aérea de bandeira angolana, retomar as operações no espaço europeu. Se, em meados de Julho, os comissários europeus aceitarem a recomendação, a companhia angolana retomará os voos com as suas próprias aeronaves na rota Luanda / Lisboa, a de maior frequência.

 

(de O País)



publicado por zé kahango às 14:10
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Editor e Redator:
José "Kahango" Frade
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