Uma apaixonante e esplendorosa terra, um magnífico povo! Será brilhante seu futuro, construído por todos os que têm Angola no coração, que nela ou na diáspora trabalham e com amor criam suas famílias.
Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
prospecção de talentos

Programa "Despontar"

O programa desportivo de prospecção de talentos denominado "despontar", em fase de implementação prática desde 2008 em várias províncias do país, será tema de debate quarta-feira, em Luanda, entre a classe desportiva do país.
Enquadrado nas festividades do Dia Nacional do Desporto, assinalado a 23 do corrente mês, o Ministério da Juventude e Desportos(MJD) pretende explicar a importância do programa para o desenvolvimento desportivo de Angola.
Em declarações hoje à Angop, o director nacional dos desportos, Raimundo Ricardo, afirmou que o ministério de tutela prestará esclarecimentos sobre as várias fases de implementação do "Despontar", cujo lançamento oficial aconteceu no último trimestre do ano transacto na província do Huambo.
Para a actividade, a decorrer no complexo da Cidadela desportiva, estão convidados representantes das federações nacionais, professores de educação física e técnicos desportivos.
O programa despontar tem como principais linhas de acção a promoção e desenvolvimento harmonioso dos adolescentes e jovens, visando a sua inserção na sociedade pela via do desporto.
Compreende três ciclos olímpicos, sendo o primeiro de 2008 a 2012, o segundo de 2012 a 2016 e o terceiro de 2016 a 2020.
Nos primeiros quatro anos o projecto vai abranger as províncias de Luanda, Bengo, Bié, Cabinda, Huambo, Lunda Norte, Moxico, Zaire e Huíla, num trabalho que prevê envolver cinco mil e 400 adolescentes e jovens.



publicado por zé kahango às 09:50
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
luminosa...

 

Light my fire

 

foto de Walter Fernandes


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a Arte na escola

Arte deve constar dos currículos


O vice-ministro da Educação, Pinda Simão, disse, sexta-feira, em Luanda, que a arte deve ocupar um espaço privilegiado nos currículos escolares para se alcançarem os objectivos definidos na Lei de Bases da Educação.
Pinda Simão fez esta declaração ao encerrar o Simpósio Internacional de Estética e História da Arte em Angola, que decorreu de 22 a 23 deste mês de Janeiro, nas instalações da Escola Nacional de Administração.
Pinda Simão considerou que a arte deve ocupar o seu espaço privilegiado no currículo escolar “no sentido de se desenvolverem, duma forma harmoniosa, as capacidades físicas, intelectuais, morais, cívicas, estéticas e laborais da jovem geração, de maneira contínua e sistemática, a fim de contribuir para o desenvolvimento sócio-económico do nosso país”.
O vice-ministro da Educação disse que a arte ajuda a promover o desenvolvimento da consciência pessoal e social dos indivíduos, sobretudo da jovem geração, com vista a respeitar os valores, os símbolos nacionais, a dignidade humana e a justiça social.
“A expressão da arte deve incutir o espírito de solidariedade entre os povos em atitude de respeito pela diferença, permitindo uma saudável integração no mundo”, afirmou. O vice-ministro da Educação disse ainda que os especialistas em Ciências Humanas e de Arte devem interagir com as estruturas de concepção dos conteúdos de Ensino e de transmissão de saberes de forma a assegurar a materialização fiel das pretensões do país.
“O Etonismo como filosofia da paz deve ser aprofundado para que possa contribuir na evolução positiva da cultura angolana”, salientou Pinda Simão.
A sessão de encerramento foi marcada ainda com o lançamento do livro “Etonismo- uma filosofia da Arte sobre a razão Tolerante”, de autoria do historiador Patrício Batsîkama.
Organizado pelo Instituto Etona e a LS Produções, com o intuito de difundir e realçar o papel da arte e da cultura no desenvolvimento e autodeterminação dos africanos, o evento, realizado durante dois dias, contou com a participação de artistas plásticos, de historiadores, críticos e investigadores em Ciências Humanas e Sociais.
Além de angolanos, participaram no simpósio especialistas do Congo Brazzavile, Costa do Marfim, Portugal e Brasil.

 

Francisco Pedro, in Jornal de Angola


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lady in black...

 

 

(de Angola em Fotos)


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a Arte e os cidadãos

Aproximar mais as artes do quotidiano

Aproximar mais os elementos da cultura nacional, de modo geral, e das artes, em particular, do quotidiano dos cidadãos é um dos principais pressupostos da política cultural angolana, segundo o director do Instituto Nacional de Formação Artística (Infa), Francisco Van-Dúnem “Van”, a ser implementado paulatinamente para que estas criações te-nham um lugar específico nos processos económicos e sociais do país.
A informação foi prestada quinta-feira por este dirigente, em representação do Ministério da Cultura, durante a abertura do I Simpósio Internacional de Estética e História da Arte em Angola e África, que considerou essencial usar esta política cultural para promover as riquezas morais, espirituais, intelectuais e materiais de toda a sociedade.
Quanto ao simpósio, realizado sobre o lema “A fundamentação e sistematização das artes africanas”, Francisco Van-Dúnem avaliou-o como proveitoso, particularmente pelo facto de a sociedade angolana necessitar de iniciativas do género, que ajudam a promover reflexões sobre os mais diversos aspectos da vida política, económica e filosófica.
Considerando a iniciativa de muito importante para o fomento das artes e para promoção delas, “Van” explicou que “a estética, a história e as artes, nos dias de hoje, devem ser estudadas não apenas nos círculos informais, mas sobretudo nas escolas formais e específicas, de forma a se ter uma melhor qualidade do produto criativo e dos aspectos ideológicos e teóricos do próprio artista”.
Segundo o artista, o estado angolano iniciou já, através do Ministério da Cultura, o processo de reformulação do ensino artístico e da formação de quadros de agentes culturais, em vários domínios, com o objectivo de abranger o maior número de cidadãos, áreas educacionais e simultaneamente melhorar a qualidade do ensino.
Este encontro, encerrado ontem, na Escola Nacional de Administração (Enad), é, na opinião de Francisco Van-Dúnem, uma ferramenta chave no uso da arte na educação, porque permitirá fazer a sistematização do espólio artístico nacional e seus desafios no futuro, particularmente dentro da problemática da identidade cultural e da globalização, através de um debate real e consistente.
O vice-ministro da Educação, Pinda Simão, disse que dos debates proporcionados pelo simpósio se poderá tirar subsídios éticos, culturais e sociais, capazes de nos ajudar a consolidar os valores que norteiam os angolanos a construir uma sociedade tolerante, que respeita a paz, por intermédio do fortalecimento da arte e da cultura angolana.
Por sua vez, o professor Carlos Serrano agradeceu o convite e ­disse que o simpósio inicia um novo ciclo em torno do debate aberto sobre a estética africana e das diversas formas de manifestação artísticas. “Penso que conseguimos pôr em prática as palavras e as ideias neste encontro”.
Também chamado a intervir na sessão de abertura, Zakeu Zengo, responsável pelo Fórum Internacional de Angolanistas no Brasil, avançou que o evento reflecte o resultado do trabalho de reconstrução nacional desenvolvido em todo o país, não só em termos de infra-estruturas, como também de atitude.
“Este simpósio deve levar-nos, enquanto cidadãos angolanos, a compreender a cultura como um desdobramento histórico que nos leva a perspectivar o caminho a ser percorrido no futuro pelas artes africanas, em busca do sentido de convergência”, adiantou.

Neoliberalismo caracteriza
a arte africana nos últimos anos


O professor catedrático brasileiro, Fernando Mourão, disse quinta-feira, após a sessão de abertura do I Simpósio Internacional de Estética e História da Arte em Angola e África, realizado em Luanda, que as artes africanas têm sido marcadas nos últimos 10 anos pelas tendências mercantis do neoliberalismo.
Fruto da total liberdade de comércio, o neoliberalismo tem levado, segundo o antropólogo e professor da Universidade de São Paulo, Brasil, os criadores a explorarem cada vez mais pelo aspecto comercial das suas obras, ao invés de rebuscarem temáticas relacionadas com as suas realidades sócio-culturais.
“Porém, apesar de o neoliberalismo estar a criar modelos culturais e educativos, hoje vejo uma arte universal, mas ao mesmo tempo regional, porque os artistas tendem a apresentar, com os avanços do comércio, uma ideologia cultural virada para o regionalismo, embora manifestações como a música sejam globais”, aclarou.
Para Fernando Mourão é preciso acabar com este tipo de atitude, pois “é necessário começar a tirar a arte africana do limbo da etnografia, a qual foi confinada pela cultura ocidental”.
Organizado pelo Instituto Etona e a LS Produções, com o intuito de difundir e realçar o ajudar papel da arte e da cultura no desenvolvimento e autodeterminação dos africanos, o evento, realizado durante dois dias, no Enad, contou com a participação de especialistas em artes provenientes de países africanos, americanos e europeus.


ADRIANO DE MELO (in Jornal de Angola)


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'tá-se bem!...


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homenagem à ancestralidade

Recital de poesia


Um recital de poesia e música no estilo trova em homenagem aos ancestrais africanos, foi realizado na noite de quinta-feira última, na sede da União dos Escritores Angolanos, pelo Clube Nacional de Poetas e Trovadores (CNPT). O espectáculo que se enquadrou no âmbito das festividades do mês de Janeiro, que é dedicado à cultura angolana, visou ainda a descoberta de novos valores que despontam na arte de declamar.
Durante aproximadamente duas horas, poetas e poetisas de renome da literatura angolana e não só, como casos de Aires de Almeida Santos, Filomena Gioveth, Siomara Santos e António Neto foram recordados nas vozes de membros da CNPT e de principiantes na arte de declamar ao ritmo de clássicos da música nacional.
Segundo o presidente do CNPT, Carlos Pedro, há toda a necessidade de enaltecer culturalmente o espírito do africano, particularmente, a partir dos ensinamentos dos anciãos que constituem a biblioteca da cultura de um povo.
Adiantou que as próximas actividades do CNPT serão preenchidas igualmente com palestras que podem servir de material de estudo para especialistas na área e estudantes.
“Pretendemos compilar e reunir em livros as dissertações das várias palestras que vamos realizar no decorrer deste ano, uma vez que se nota a escassez de materiais de literatura oral”, disse.
Além de considerar positivo as actividades desenvolvidas ao longo do ano passado em prol da divulgação da poesia no país, Carlos Pedro explicou que no processo de divulgação das tradições orais, “é imperioso também incutir na juventude e adolescentes o historial dos percursores da resistência do povo angolano, personalidades como Ngola Kiluange, Ekuikui II e Kimpa Vita não podem ser esquecidas”.
 


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sob os coqueiros do Mussulo...


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moda angolana

Estilista defende mais investimento no sector textil

  Angop
Lisete Pote defende investimento na indústria textil angolana
Lisete Pote defende investimento na indústria textil angolana
 

 

A estilista angolana Lisete Pote apontou hoje, em Luanda, a necessidade de haver mais e maior investimento no sector da indústria têxtil, como forma de garantir a afirmação da moda angolana.
Falando num workshop sobre a moda luandense promovido pela Pango Models, Lisete Pote adiantou que o mercado da moda angolana carece de maior investimento, quer do Estado quer do sector privado, tendo em conta a conquista de espaços no mundo
da moda internacional.
"Existe boa vontade e força de trabalho, o que nos falta nesta altura é uma indústria têxtil forte e capaz de fornecer-nos o material suficiente para mostrarmos ao mundo que também sabemos fazer coisas lindas", realçou a estilista.
Para Lisete Pote com uma indústria têxtil forte e em pleno funcionamento, o mercado da moda angolana dará um salto qualitativo e uantitativo. "Já tínhamos uma indústria têxtil muito forte e acho que, com algum esforço e investimentos sérios poderemos recuperar o tempo perdido", frisou a estilista.
O workshop esteve incluído no programa do Kianda Fashion Day2009, uma realização da agência de moda Pango Models, realizado o Cine Atlântico, em Luanda, no âmbito dos 433 anos da cidade capital.
“O Kianda Fashion Day2009” aconteceu sob o lema “Moda Luandense-do Tradicional ao Modernismo Conservador”, apresentando aspectos típicos da moda de Luanda, na vertente masculina e feminina, com manequins infantis, jovens e adultos.
Com a realização do Kianda Fashion Day2009, a Pango Models pretendeu contribuir para as tradicionais festividades em homenagem à cidade de Luanda, mostrando a evolução histórica da sua cultura, indústria e inovação artística no domínio da moda.
A Pango Models - Modelos Executivos Angolanos é uma Agência angolana de moda, lançada no mercado nacional em Novembro deste ano, em Luanda, que tem como objectivos a gestão de modelos masculinos, agenciamento de modelos, assim como a produção e marketing de eventos artísticos.



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do Humbe (2)

 

Humbe

 

(foto de Walter Fernandes)


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Paulo Flores - novo disco

Lançamento em Abril

   
Músico Paulo Flores, com novo disco em Abril
Músico Paulo Flores, com novo disco em Abril
 

A produtora Terra-Eventos definiu o mês de Abril do ano em curso para o lançamento do mais recente trabalho discográfico do músico angolano Paulo Flores, intitulado "Ex-Combatentes", uma trilogia com três discos.
"Viagem", "Sembas" e "Ilhas" são os títulos dos três CDs, que trarão a público 27 músicas (nove em cada disco), três dos quais roupagens de “clássicos” nacionais e de Cabo Verde e os restantes inéditos, que foram produzidos em Angola, Portugal e Brasil.
"Tenho tanta coisa para dizer e para escrever e achei interessante produzir numa só sentada três discos como forma de celebrar condignamente os 20 anos da minha carreira artística", realça Paulo Flores.
Para a concretização deste projecto, Paulo Flores contou com os préstimos de artistas nacionais, entre os quais Eduardo Paím, o guitarrista Boto Trindade, a Banda Maravilha, a cabo-verdiana Mayra Andrade, e músicos portugueses e brasileiros.
A trilogia “Ex-Combatentes” (“Viagem”, “Sembas” e “Ilhas”) é uma reflexão sobre o que sente perante as transformações que observa todos os dias da janela da sua casa.
A criação deste novo trabalho discográfico, segundo a fonte, é baseada, essencialmente, em tudo que pensa que assiste. "Às vezes ão coisas que estão intrínsecas dentro de nós. Criamos pensando que cá fora está a acontecer, mas muitas vezes não está”, disse.
Pormenorizando cada um dos CDs desta trilogia, Paulo Flores avança que os temas do disco "Ilhas" são as memórias desses géneros musicais sobre as quais criei letras e melodias que pudessem de alguma forma suportar essa memória.
"Gravei também neste disco alguns covers de músicas antigas. Tem ai a Bahía de Todos os Santos, e tem Ilha de Luanda, e tem a Força da Kianda e de toda a nação Bantu, tem Buden Powell com Vinicius de Morais e tem Blues que amam a paz", realça o artista.
Com 11 discos editados, músico, cantor e compositor Paulo Flores é actualmente o expoente máximo da música em Angola. Paulo Flores nasceu em Luanda, em 1972.
Com três anos vai a Lisboa e passa uma importante fase da sua vida, com os avós. Aos 16 anos, ao lado de Eduardo Paím e de Ruca Van-Dúnem, dois companheiros fundamentais no seu percurso, lança o álbum de estreia “Kapuete Kamundana”.
Gravado entre os estúdios da Rádio Nacional de Angola (RNA) e Portugal, este disco representa o início de 20 anos de uma carreira
que sempre ostentou os valores da cultura angolana, desde a sua herança patrimonial às suas expressões mais vanguardistas, uma busca constante de novas fórmulas e sempre aberto às demais influências musicais.
No final dos anos 80, início de 90, é protagonista de um movimento crucial da música e de dança africana de cariz urbano – a Kizomba (derivada do Zouk das Antilhas em combinação com o Semba) e faz-se acompanhar pelo grupo “África Tentação”, uma das bandas de maior sucesso em Angola na altura.
Temas como “Sassassa”, “Coração Farrapo”, “Cherry”, “Marika”, “Inocenti”, “O Povo”, “Processos da Banda”, “Cabelos da Moda”, “Amores de Hoje”, “Canto de Rua”, “Isso é Boda”, “Ngulupe”, “Fogo na Huíla”, “Reencontro” e “Tunda Mujila”, entre outros, ficaram até hoje no imaginário e na memória colectiva dos africanos do mundo lusófono.
O álbum “Perto do Fim” (1999) marca uma nova fase na criação de Paulo Flores, amadurecida em “Recompasso” (2001) e concretizada em “Xê Povo” (2005). Uma linguagem diferente que abre espaço à influência de outros géneros musicais e que incute
uma maior subtileza na instrumentação, embora sempre fiel à sua estética.
Defensor incansável do Semba, Paulo Flores gosta de viajar por universos diferentes pelo que colabora regularmente com músicos de diferentes origens e estilos: de Jacques Morelembaum e Ciro Bertini a Dog Murras, passando por Tito Paris, Manecas Costa, Sara Tavares e Lura, entre outros.

 

Discografia

“Kapwete Kamundanda” 1988
“Sassassa” 1990
“Coração Farrapo” 1991
“Cherry” 1991
“Tunda mu Njila”
“Brincadeira tem Hora”1993
“Inocente” 1995
“Canta meu Semba”
“Perto do Fim” 1998
“Recompasso” 2001
“Xé Povo” 2005

“Best Of” 2003
“Ao Vivo” 2005


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do Humbe (1)

 

Humbe

 

(foto de Walter Fernandes)


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publicado por zé kahango às 18:49
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cultura angolana

O director do Instituto Nacional de Formação Artística (INFA), Francisco Van-Dúnem, defendeu nesta quinta-feira, na capital do país, a necessidade da criação de espaços que promovam cada vez mais a divulgação da cultura nacional.
O responsável falava na cerimónia de abertura do Simpósio Internacional de Estética e Historia da Arte em Angola”, que decorre na Escola Nacional de Administração (ENAD), no município da Samba.
Francisco Van-dúnem fez saber que Ministério da Cultura tem já projectado um processo de reformulação do ensino artístico e da formação de agentes culturais, com o objectivo de abranger um maior numero de cidadãos e melhorar a qualidade do ensino nesta área..
Sublinhou, por outro lado, que o encontro serve de reflexão e troca de experiências dos especialistas das artes, da estética, história e investigação de diversos segmentos da cultura em geral que produzirão recomendações e conclusões significativas.
Promovido pelo Instituto Etona e a LS Produções, o evento tem como objectivo difundir e realçar o papel da arte e da cultura no desenvolvimento e autodeterminação dos africanos.
Durante dois dias serão abordados temas relacionados com os desafios de organizar e sistematizar teoricamente a actividade cultural e artística em Angola e África, o papel da arte e da criatividade artística na educação para o progresso social e cultural de Angola.
O evento, que conta com a presença de estudantes, professores e pesquisadores nacionais, americanos e europeus, decorre sobre o lema “ O desafio da fundamentação e sistematização da arte em Angola e em Africa”.


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nos Mangais ainda há...

 

 

(foto de Walter Fernandes)


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publicado por zé kahango às 15:43
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colchões e chapas de zinco

Pelo menos 40 milhões de dólares americanos serão investidos, este ano, pelo grupo empresarial "Invico", na construção de uma nova fábrica de produção de colchões e chapas de zinco, no bairro da Mapunda, arredores da cidade do Lubango, província da Huíla.
A informação foi avançada à Angop pelo o sócio gerente do grupo, Renato Vieira da Costa.
A unidade, segundo Renato Vieira da Costa, vai receber matéria prima da Índia e da Africa do Sul e prevê fabricar colchões médios, de casal e de solteiro, assim como almofadas, chapas de zinco onduladas e do tipo "IBR" e varões (lipchanel).
Acrescentou que além da unidade fabril, o projecto da "Invico", a ser executado em três anos, contempla ainda um espaço para vendas dos produtos da mesma, restaurantes, armazéns, parques de estacionamento e espaço para markting e publicidade.
A mesma, informou, será erguida numa superfície de 50 mil metros quadrados e, numa primeira fase , serão empregues 16 milhões de USD para edificação das estruturas físicas.
Prevê-se que com este projecto o grupo crie 120 empregos directos.
A primeira fábrica de colchões, artefactos e chapas de Zinco da Invico foi criada em 1999 com um capital inicial de dois milhões de dólares americanos. Esta situado na zona industrial, arredores da cidade do Lubango.



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frescura, no Kuanza...


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acessibilidades viárias

Quibala é crucial para a circulação


“Quibala é o pivô da circulação viária”, afirma José Ribas, que reside na comuna do Cariango, Quibala, Kwanza-Sul, onde exerce a actividade de comerciante.
A afirmação do jovem José Ribas é corroborada pelo director provincial do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), Piedoso Amor. “Quibala tem estradas que dão acesso ao Norte e Sul do país”, afirma.
Piedoso Amor explica que a estrada que liga Quibala ao Mussende dá acesso às províncias do Bié e Malanje. Quem passa pelo Waco Kungo, via ponte sobre o rio Keve, refere, pode atingir a província do Huambo e, daí, para outras localidades. Acrescenta que 682 quilómetros de estradas estão a ser reabilitados na província do Kwanza-Sul.
“Quando a estrada número 100 (Quibala-Alto Hama-Huambo) estava danificada, os automobilistas, que saíam de Luanda com destino ao Huambo, eram forçados a fazer o percurso Luanda-Sumbe-Lobito e, posteriormente, desviavam para Kulango, Balombo, Bocoio, Alto Hama, Huambo. A viagem demorava mais de 48 horas”, afirmou à nossa reportagem Piedoso Amor.
António Jaime Kuiula, que vive na Quibala e trabalha na construtora Queiroz Galvão como tractorista, disse que a reabilitação da estrada Quibala-Cariango-Mussende vai impulsionar o desenvolvimento económico e social na região Centro. “Há mais de 30 anos que aqui não circulavam viaturas. Depois de termos terraplanado o troço Quibala-Cariango, já se pode circular mais ou menos”, sublinha.
António Jaime Kuiula, que encontrámos ao comando do tractor, acrescenta que “os trabalhos da reabilitação estão a decorrer aceleradamente e que os filhos da terra aguardam, com ansiedade, a inauguração”.
Para o director de infra-estruturas da Queiroz Galvão, Eliseu Merdrs, os trabalhos estão adiantados. Reconhece que as chuvas que se abatem sobre essa região podem atrasar as obras. Nicolau Pascoal, chefe de departamento de construção do Instituto nacional de Estradas de Angola, que integrou a equipa de técnicos superiores da instituição que fiscalizou as obras de reabilitação de estradas na província do Kwanza-Sul, reconheceu que os empreiteiros estão a cumprir as cláusulas contratuais.
“O nosso objectivo é constatar no local e fazer as inspecções em relação ao grau de execução dos troços Quibala-Ponte sobre o rio Keve, Quibala-Mussende e Quibala-Gabela-Cachoeiras”, afirma.
No que diz respeito ao troço Quibala-Ponte sobre o Rio Keve, o técnico superior do Instituto nacional de Estradas de Angola frisa que as empreitadas estão adjudicadas a empresas nacionais, num total de quatro lotes, dos quais dois deles já se encontram prontos e em bom estado.
“Outros dois lotes ainda estão a ser trabalhados. As obras não foram concluídas devido, principalmente, a questões de ordem logística. Houve uma quebra nos meses passados, o que veio reduzir o ritmo de andamento das obras. Há aqui uma justificação plausível dos empreiteiros”, afirmou.
Em relação ao troço Quibala-Mussende, Nicolau Pascoal reconhece que já se pode transitar e os automobilistas, embora com alguns sobressaltos, podem viajar comodamente e em menos de seis horas, como há mais de 30 anos. “O empreiteiro, neste momento, está a trabalhar na execução definitiva da obra e acreditamos que até Junho deste ano, como está garantido pelo contrato, o asfalto chega até Cariango”.
O chefe de departamento de construção do Instituto nacional de Estradas de Angola referiu que o início das chuvas pode diminuir o ritmo de execução das empreitadas, “mas há aqui um grande empenhamento por parte dos empreiteiros em concluir as empreitadas”, disse a concluir Nicolau Pascoal, do Instituto nacional de Estradas de Angola. A zona da Quibala é um cruzamento de vias estratégicas do país.


Pereira Dinis, in Jornal de Angola



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