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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
salalé


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publicado por zé kahango às 10:11
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6 comentários:
De Denudado a 2 de Dezembro de 2008 às 00:50
Peço desculpa por contradizê-lo, mas não me parece que estas formigas sejam salalé (térmitas). Parecem-me formigas propriamente ditas, de uma espécie muito comum em Angola mas cujo nome desconheço, as quais, segundo se diz, são inimigas mortais da salalé De resto, o barro com que é feito o formigueiro parece-me ser mais rugoso do que o dos morros de salalé

Um abraço de parabéns pelo blogue.


De zé kahango a 2 de Dezembro de 2008 às 01:24
Obrigado pelo atento reparo. O título foi induzido pela fonte da foto.


De Antonio Fidalgo a 4 de Março de 2009 às 15:04
Parabéns pelo blog. Impressionante a foto do Bimbe.
Denudado, você por aqui? Não é só o mundo que é pequeno.

Acho que tem razão, é formiga mesmo, não é salalé. Se calhar foi ela que acabou com esta colónia de salalé.


De zé kahango a 19 de Março de 2009 às 09:31
Obrigado pela visita e pelos comentários.
Abraços!


De Denudado a 6 de Setembro de 2010 às 00:58
Caro António Fidalgo,
Não sei se vai ler esta minha atrasadíssima resposta, mas se não o fizer, paciência.

Só agora é que li o seu comentário. No princípio, eu não me lembrei de quem era este tal António Fidalgo. António Fidalgo? Mas eu não conheço nenhum António Fidalgo, pensei. Foi só depois de ter ido ao seu atual blogue e de ter reparado nos carateres japoneses que lá estão, que me lembrei do "Afi" de outros tempos. Pois claro, "Afi" é António Fidalgo. Faz todo o sentido. Como está o meu amigo?

Caros António Fidalgo e Zé Kahango,
O que a foto representa não é um morro de salalé eventualmente atacado por formigas. É um formigueiro mesmo, que o fotógrafo terá destruido para ver o seu interior. Os morros de salalé, além de serem habitualmente muito maiores do que este, são feitos de um barro liso, e não rugoso, e apresentam uma cor muito mais clara do que aquela que aqui se vê. Enquanto este formigueiro parece ser feito de terra argilosa, os morros de salalé parecem ser feitos de argila pura. E são verdadeiras obras-primas de arquitetura, como sabem.

Um abraço a ambos,
Fernando Ribeiro


De Antonio Fidalgo a 26 de Fevereiro de 2013 às 19:51
Eu ainda demorei mais tempo a ler o que o Fernando Ribeiro escreveu. Mais vale tarde que nunca.
Já agora, ainda me lembro do cheiro da salalé.
E esta, hein!?


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