Intensa paixão, tristeza profunda, sagrada esperança...

Segunda-feira, 16 de Junho de 2014
Côr!

 (foto de Alcídio Esteves)



publicado por zé kahango às 08:58
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Domingo, 23 de Março de 2014
Centro Equestre da Huíla




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Quarta-feira, 13 de Março de 2013
para desfrutar o Lubango...


publicado por zé kahango às 13:34
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Quinta-feira, 7 de Março de 2013
Pousada de Kalandula

in Angola Minha Namorada



publicado por zé kahango às 09:16
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Terça-feira, 5 de Março de 2013
preocupações...

Estão os imigrantes chineses a minar o progresso africano?

“Actualmente existem 1 milhão de chineses que vivem e trabalham no continente Africano, mas enquanto alguns estão investindo na contratação e formação de residentes, outros levaram seus lucros para a China, escreve Henry Hall. Uma queixa cada vez mais comum que emana nos mídia Africanos é que os imigrantes chineses em África estão a ter um impacto negativo nas economias de acolhimento.

Estudos recentes sugerem que a população da China em África é cerca de 1 milhão. A principal preocupação é que as pequenas empresas chinesas, muitas vezes dirigidas por famílias chinesas, estejam capitalizando o melhor acesso aos mercados chineses, técnicas mais avançadas, ou um melhor acesso ao capital, para realizar lucros em sectores chave em que os africanos procuram emprego - ou seja, pequeno comércio , agricultura, mineração e construção.

Migração tem sido uma opção popular para trabalhadores chineses mais pobres e comerciantes que esperam fazer fortuna. Isso resultou no estabelecimento de comunidades chinesas em todo o sudeste da Ásia, criando frequentemente indústrias com estreita ligação à economia chinesa. Este modelo permitiu que a economia chinesa, para desafogar o excesso de trabalho nas periferias de sua esfera de influência, crie vínculos duradouros com outros mercados e, mais recentemente, alivie a pressão política criada pelas pobreza rural e desemprego urbano.


Este tem sido um catalisador para o crescimento de várias economias do Sudeste Asiático, ao mesmo tempo gerando inquietação nos habitantes locais, que se queixam de que os migrantes chineses tomam as suas oportunidades.

Recentemente, tem havido movimentos no Malawi, Tanzânia, Uganda e Zâmbia para restringir quais indústrias imigrantes chinesas autorizadas. Os comerciantes do mercado chinês têm má reputação em grande parte da África, devido a queixas generalizadas de falsificações e má qualidade das mercadorias.

Sua vantagem sobre os comerciantes africanos decorre da sua facilidade de acesso aos mercados chineses e ao capital, às vezes ganho através do trabalho em grandes projectos de construção chineses no continente. Em outros sectores, como a construção, agricultura e mineração, pequenas empresas e trabalhadores chineses muitas vezes trazem consigo capacidades e experiência que faltam em muitos mercados africanos.

A questão de saber se esses pequenos negócios chineses e trabalhadores beneficiam as economias africanas se resume ao quão profundamente eles as integram. Alguns empresários chineses estabelecem-se na África para fazer fortuna, mas usam a riqueza que acumulam para sustentar suas famílias na China ou para acumular capital suficiente para mudar de casa e montar um negócio lá. Isto é semelhante aos processos de terceirização, porque neste caso a maior parte da riqueza criada sai do país.

No entanto, noutros casos, empresários chineses constroem nichos de sucesso da indústria, que empregam a população local e transferem competências para a economia local. Isso é especialmente útil quando envolve indústrias que não são bem desenvolvidas em África. Se os empresários chineses que usam as habilidades aprendidas na China podem implementar mercadorias para exportação na África, podem proporcionar um enorme impulso para a economia Africana.

O problema para os governos africanos é saber se os imigrantes chineses vão ser membros produtivos da economia. (…) A fim de fazer progressos nesta matéria, os governos africanos terão de conseguir o apoio de seus colegas chineses, para ajudar a limitar o fluxo de imigrantes não qualificados, e para mandar para casa aqueles que não estão a criar emprego ou a investir na economia local.”

 

in http://www.csmonitor.com/World/Africa/Africa-Monitor/2013/0226/Are-Chinese-immigrants-undermining-African-progress?goback=.gde_2325252_member_217781334



publicado por zé kahango às 00:39
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Segunda-feira, 4 de Março de 2013
Ensino Especial no Lubango

Uma escola para o ensino especial vai ser erguida, ainda este ano, na centralidade da Eywa, arredores do Lubango, província da Huíla, com o patrocínio da Fundação Lwini. O director executivo da Fundação Lwini, Alfredo Ferreira, disse, no acto de colocação da primeira pedra, que escola, a ser projectada numa área de seis mil metros quadrados, vai acolher crianças que carecem de cuidados especiais na sua formação. Alfredo Ferreira frisou que as pessoas com deficiência merecem a atenção e o carinho de todos para a sua integração na sociedade. “A pessoa portadora de deficiência merece um cuidado redobrado da parte de todos, por isso, o Executivo tem traçado políticas que contemplam a sua protecção e a Fundação Lwyni demonstra solidariedade com o lançamento da primeira pedra daquela que vai ser a escola para as crianças que carecem de cuidados especiais”, disse. Além da construção, a Fundação Lwini vai custear o seu apetrechamento com carteiras, material didáctico adequado às exigências do ensino especial e de escritório. Durante um dia de trabalho na cidade do Lubango, a delegação da fundação Lwini, encabeçada pelo seu director executivo, visitou também as instalações da Associação Regional dos Cegos e Amblíopes de Angola (ARSCAA), localizada no bairro Nambambe. No centro da ARSCA, Alfredo Ferreira inteirou-se das dificuldades que os associados atravessam e prometeu apoio. Aquela instituição vai acolher uma escola para a formação de professores que vão leccionar aos portadores de deficiência visual.

 

(JA)



publicado por zé kahango às 12:09
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Domingo, 3 de Março de 2013
Hospital do Lubango


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Sábado, 2 de Março de 2013
nova ECF do Lobito


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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013
o Mestre, em acção!...

 

(foto de Adalberto Gourgel)



publicado por zé kahango às 01:24
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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2013
Angola e Portugal

A visita de Paulo Portas a Angola foi aproveitada para o jornal estatal angolano deixar bem claro, em editorial, a forma como aquele país considera Portugal “um país amigo”, escrevendo que os “angolanos sabem estender a mão da amizade a todos os que precisam sem olhar a conveniências ou retornos”.

Um editorial escrito no mesmo dia em que o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal se encontrou com o presidente José Eduardo dos Santos.

Logo no início do editorial do diário estatal Jornal de Angola pode ler-se que "os amigos conhecem-se nos momentos difíceis. Os angolanos sabem estender a mão da amizade a todos os que precisam, sem olhar a conveniências ou retornos. Portugal é um país amigo e mais do que isso: o executivo definiu-o como um parceiro estratégico".

Com o título "Crescemos juntos", o jornal destaca a presença do ministro Paulo Portas por terras angolanas e a forma diferente como este trata as relações com Angola em relação a outros políticos portugueses que o jornal acusa de usarem o insulto contra os governantes angolanos.

"Ao ouvir as suas declarações no Palácio da Cidade Alta não pudemos deixar de pensar no abismo que separa a sua intervenção de outras protagonizadas por políticos com grandes responsabilidades e que descem ao patamar do insulto contra os governantes angolanos, envenenando as relações com ódios e ressentimentos de todo injustificados", lê-se no editorial.

O diário recorda ainda as palavras de Paulo Portas após a visita que fez ao presidente angolano para destacar o facto de o governante português ter considerado José Eduardo dos Santos como "um dos grandes líderes africanos".

Escreve o jornal que Portugal e Angola estão “a desenvolver uma cooperação sólida” e que os dois povos “estão ligados por laços históricos e culturais" recordando o 25 de abril de 1974 como uma data que "ajudou à libertação definitiva dos angolanos".

Realçando de novo as declarações de Portas o editorial destaca o anúncio da realização de uma cimeira bilateral ainda este ano e a importância do crescimento das exportações portuguesas para Angola.

"Temos a certeza de que somos acompanhados pelos angolanos neste voto: que daqui a um tempo, com a cimeira bilateral agora anunciada, Paulo Portas regresse a Angola e anuncie que Portugal saiu da crise e continua a caminhar de mãos dadas com Angola para o crescimento económico e o progresso", lê-se no editorial.

Crescer juntos

O Jornal de Angola destaca os "esforços gigantescos" nos dois países para a criação de riqueza e postos de trabalho pelo que, se for possível criar sinergias, Portugal e Angola vão "seguramente crescer juntos" já que Portugal "tem muito para oferecer a Angola nesta fase da reconstrução nacional" e a "colaboração de quadros especializados portugueses e conhecedores de Angola não é o menos importante, pelo contrário".

Segundo se pode ler no editorial, "Angola tem matérias-primas que fazem falta à economia portuguesa” pelo que “o crescimento económico que Angola regista liberta também fundos apreciáveis para investimentos num país que, além de falar a mesma língua e partilhar connosco um mundo de gostos e afetos, é uma potência mundial na área do turismo e desenvolveu serviços ao nível do melhor que existe no mundo".

O Jornal de Angola destaca ainda a amizade que une os dois países que "tem de servir" para o crescimento e não apenas para declarações de boas intenções que depois não têm correspondência na vida real, devido ao que o Jornal de Angola identifica como "forças de bloqueio, prontas a prejudicar uma relação que se quer exemplar dentro do relacionamento entre África e Europa".

Para conclusão os responsáveis pelo editorial defendem que o que está em jogo "é tão grandioso que os pequenos acidentes de percurso, as atitudes disparadas com acrimónia por setores da política portuguesa, as faltas de respeito e as deslealdades que prosperam em Lisboa contra Angola e magoam, não vão conseguir destruir a nova relação que nasceu com o 25 de Abril de 1974".

"Temos tudo para crescer juntos", termina o texto.

 

(RTP)

 

Ver notícia no JA: http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/cimeira_bilateral_ainda_este_ano



publicado por zé kahango às 11:03
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2013
prospecção de aquíferos...



publicado por zé kahango às 15:32
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muda(ra)m-se os tempos...


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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013
a decorrer


publicado por zé kahango às 15:31
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Domingo, 23 de Dezembro de 2012
um Governador pela estrada (?) fora...

Ir do Namibe à Namíbia por estrada não é impossível, mas é preciso passar pelas cidades do Lubango, na província da Huíla, e Ondjiva, no Cunene. Um recuo que resulta numa distância de cerca de 640 quilómetros, e depois mais 45 até ao posto fronteiriço da Santa Clara, para atingir a região de Oshikango, a primeira paragem para lá da fronteira.
(...) para muitos angolanos que vivem no Norte e litoral, viajar de carro até àquele país vizinho pode custar menos tempo e dinheiro, se a ligação for feita a partir do Iona, no município do Tômbwa, passando pelo posto fronteiriço de Calueque, já localizado no Cunene, mas apenas a 13 quilómetros da fronteira. Um percurso que totaliza 374 quilómetros do Namibe à cidade namibiana de Outapi, também conhecida por Ombalantu. Ou seja, menos 310 quilómetros do que a rota habitual.
(...) Para avaliar a situação, o governador Isaac dos Anjos decidiu fazer uma parte do referido percurso, a partir da cidade do Namibe, passando pelas localidades do Curoca, Iona e Espinheira, até atingir o posto de guarda fronteira da Foz do Rio Cunene, numa distância de cerca de 280 quilómetros.
Apesar da distância ser reduzida, foram necessárias muitas horas para chegar ao local, devido ao mau estado da via, que é dominada ora pelos montes de areia que se formam no deserto, ora por inúmeras pedras.
Para muitos, fazer o percurso até à Foz do Cunene é um desafio que só serve para os mais aventureiros. Os avisos sobre os perigos de alcançar a região por estrada vêm de quase todos os lados.
Só é possível chegar lá através de viaturas com suspensão alta e tracção às quatro rodas. Se estiver a chover muito, algumas áreas podem tornar-se intransponíveis, devido aos vários rios existentes ao longo do trajecto e que não têm pontes.

É recomendável transportar mais de um pneu sobresselente, e de preferência todos em boas condições, já que o troço está cheio de pedras afiadas semelhantes a lâminas. Não é possível sequer falar da existência de qualquer recauchutagem na via, nem tão pouco de um posto de abastecimento de combustível, razão pela qual se aconselha igualmente que seja levado gasóleo ou gasolina de reserva. O mesmo pode dizer-se em relação aos bens alimentares e às bebidas, já que também não existe um único estabelecimento comercial ao longo do caminho.
A situação pode ser agravada pelas altas temperaturas que por vezes atingem a região, chegando muitas vezes aos 40 graus. Daí mais um aviso: levar chapéus ou sombrinhas pode ser uma grande vantagem, evitando deste modo queimaduras da pele provocadas pelos raios solares.
Precavidas todas estas situações, que levantam a suspeição e o medo de visitar a Foz do Rio Cunene, a viagem, apesar de demorar mais tempo do que o normal, torna-se, até certo ponto, um prazer, diante dos encantos do Deserto do Namibe e do Parque do Iona, como a raridade da planta Welwitschia Mirabilis, as dunas, as planícies e savanas abertas, as montanhas rochosas com formatos que recordam gigantescas esculturas surrealistas e várias espécies animais, como veados, órixes, zebras e aves diversas.
(...) A reabilitação da Estrada Nacional 295, que liga esta província ao Cunene, está a ser apregoada pelo governador Isaac dos Anjos desde que assumiu as pastas do Namibe e vai certamente abrir novas expectativas no desenvolvimento desta região.
(...)
Isaac dos Anjos mostrou-se, ainda, preocupado com as várias comunidades tradicionais existentes nesta região, com uma cultura muita arraigada, (...): “É preciso fazer alguma coisa para mudar o cenário dos chimbas, dos muimbas, dos mucubais, para que haja desenvolvimento e melhoria das condições de vida”, disse o governador.
Do seu ponto de vista, é necessário compreender as condições em que estas populações vivem e habitam, sem desprezar as suas principais características culturais e ajudá-las a ter uma vida normal e sem muitas dificuldades.
“Testemunhámos aqui no Tômbwa a existência de uma mulher muimba que é funcionária pública, motorista de uma ambulância do posto médico do Iona, e nem por isso perdeu as suas características e protecção culturais”, concluiu o governador .

 

 

in http://jornaldeangola.sapo.ao/25/0/pela_estrada_fora_ate_a_vizinha_namibia



publicado por zé kahango às 01:35
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Namibe e o futuro...

Durante três dias, o governador (do Namibe) visitou o município do Tômbwa, a sul da província, para, entre outros assuntos, constatar o trabalho que deve ser feito tendo em vista a ligação com a Namíbia, através da povoação de Calueque, na comuna de Naulila, município de Ombadja, a 97 quilómetros da capital do Cunene. “Falta visitar povoações da parte leste do Tômbwa, para atingirmos o Cunene, até à barragem de Calueque e seguir esta rota para percebermos quão fácil e interessante será para nós fazermos esta ligação”, disse.
Os objectivos do Governo Provincial para esta empreitada estão bem definidos e um dos mais importantes é, sem dúvida, aproveitar melhor os recursos hidroeléctricos que a região possui, designadamente as barragens de Calueque, já em reabilitação, e dos Bailes, com estudos de viabilidade avançados, tendo em vista o seu aproveitamento.
A localidade de Calueque foi escolhida pelo Governo do Cunene para instalar a Zona Económica Especial (ZEE) da província, tendo em conta o potencial ali existente para o fomento da actividade agropecuária, o aproveitamento hidroagrícola e hidroeléctrico das barragens do Calueque e do Ruacaná e a proximidade com a Namíbia.
A zona tem condições favoráveis para o fornecimento de energia e água, e de acessos, o que vai permitir a criação de infra-estruturas fundiárias, económicas e administrativas, para o fomento intensivo da produção e criação de empregos. A barragem com o mesmo nome começou a ser reabilitada em Abril deste ano e as obras, orçadas em 22,5 mil milhões de kwanzas, vão ter a duração de 25 meses.
Quanto à barragem dos Bailes, localizada igualmente no rio Cunene, na fronteira entre Angola e a Namíbia, a sua reabilitação vai resultar na produção de 600 megawatts de energia eléctrica e beneficiar estes dois países irmãos, com 300 megawatts para cada um. “Se não nos adiantarmos a isso, a estrada de ligação para a construção da barragem dos Bailes vai com certeza partir de outro ponto qualquer do país, e o Namibe perde a oportunidade de ver realizado mais um projecto de integração regional”, referiu.
Isaac dos Anjos aponta igualmente como prioridade do seu governo o fortalecimento da actividade turística na região, uma vez que a mesma possui inúmeros recursos naturais, começando pelo deserto do Namibe, passando pelo Parque Nacional do Iona, quedas de Monte Negro (na Epupa) e do Ruacaná.
A linha que limita os territórios de Angola e da Namíbia, que de oeste para leste é definida pelo rio Cunene, constitui por si só uma importante atracção turística.
“Vamos mobilizar sobretudo agentes do Namibe para sentirem que é possível trazermos mais turismo, mais desenvolvimento a esta zona, é possível acreditar, eu acredito, e espero que a juventude possa acompanhar-nos”, salientou.
O governador considera que, do ponto de vista do desenvolvimento económico para a região, é necessário que outros investidores intervenham neste processo e que não tem de ser só o Estado a fazer tudo.
 “Temos de incentivar os investidores a criar mais lojas, mais acampamentos turísticos, temos de trazer vida com conforto a estas paragens inóspitas, para que possam existir muitos visitantes sem medo que lhes falte qualquer assistência."

 

in http://jornaldeangola.sapo.ao/25/0/pela_estrada_fora_ate_a_vizinha_namibia



publicado por zé kahango às 01:34
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2012
Nova central térmica do Lubango

 

(foto do Funka)



publicado por zé kahango às 18:38
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012
Dois médicos para 10 mil habitantes
"Angola tem, em média, cerca de dois médicos por cada 10 mil habitantes e um médico para cada um dos 164 municípios, o que é "manifestamente insuficiente", considerou recentemente em Luanda o vice-Presidente da República.

Segundo Manuel Vicente, o Governo angolano pretende executar um "ambicioso Plano Nacional de Formação de Quadros para o período 2013/2020", que permitirá ultrapassar a atual falta de médicos.

"Deste modo, temos recorrido à contratação de médicos especialistas estrangeiros para nos ajudar a garantir a assistência médica às populações", salientou o vice-Presidente angolano.

"Em todos os municípios realizámos grandes investimentos na prestação de serviços obstétricos, neonatais e infantis, respondendo assim à estratégia mundial das Nações Unidas para a saúde das mulheres e das crianças", destacou Manuel Vicente."


publicado por zé kahango às 15:27
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012
crise

 

O cônsul de Angola em Faro, Mateus de Sá Miranda Neto, afirmou que a preocupante crise económica e financeira em Portugal, está a afectar já a vida de cidadãos angolanos imigrados.
Discursando num acto comemorativo do 37º aniversário da independência de Angola, o representante consular deplorou o facto de Portugal, “com o qual estamos ligados por laços históricos de amizade, cooperação e de consanguinidade, viver uma das maiores crises da sua história com impacto negativo na vida dos cidadãos, incluindo, obviamente, os angolanos nele residentes”.
Sá Miranda Neto lamentou ainda, como consequências da crise, o aumento de “pedidos de assistência consular de vária ordem, vindos da nossa comunidade e não só”. A essas solicitações, disse, “procuramos resolver caso a caso em função do que o nosso orçamento permite”.
Outra situação que afecta a comunidade angolana local, segundo o cônsul de Angola em Faro, “é a existência de um número considerável de indivíduos da nossa comunidade sem documentação, vivendo há vários anos em condição migratória ilegal”.
“É um problema delicado que temos que resolver com celeridade e com muito cuidado, por forma a conferir ao angolano indocumentado o estatuto de cidadania e a dignidade, visando resgatar-se o orgulho de ser angolano”.

 

(de Angonotícias)



publicado por zé kahango às 13:43
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2012
Sobre a Nova Baía de Luanda

"Ontem "desabafei" aqui acerca de uma situação vivida num trabalho que recentemente realizamos na marginal de Luanda. Na seqüência desse desabafo, recebi de alguém com responsabilidades na gestão desta zona re-qualificada da cidade uma mensagem, que desde já agradeço e saúdo pela oportunidade mas tb por poder constatar que finalmente começa a haver uma postura muito diferente do habitual "quero", "posso" e "mando" da parte de quem tem por missão zelar e gerir estes espaços. Fico portanto contente por haver quem de forma civilizada e competente tenha a preocupação de esclarecer os menos informados como eu e dissipe dúvidas que possam eventualmente subsistir, refutando as críticas por mim feitas com argumentos sustentados e plausíveis. Bem haja e uma vez mais obrigado. Da minha parte só me resta pedir aqui desculpas aos visados por qualquer dano que tenha inadvertidamente causado. Deixo-vos portanto então o esclarecimento que aconselho todos, sobretudo quem como nós tem por vezes necessidade de utilizar este espaço para trabalhar." (JSP)

"Caro JSP.
...
Li o seu post aqui no FB, sobre uma atividade que realizaram na Baía e que foram interditados pela vigilância. Aproveito para pedir imensas desculpas por qualquer transtorno causado pela vigilância da Baía de Luanda, vou explicar o que se passa. A gestão dos espaços da Baía de Luanda, operações e manutenção tem decorrido da melhor maneira, temos ocorrências diárias, alguns acidentes, tentativas de suicídio, algumas quedas no talude marítimo, crianças perdidas, alguns acidentes resultante do mau uso dos brinquedos, roubo de plantas, algumas motorizadas a circular pelo passeio marítimo e outros casos mais insólitos. A nossa principal missão é da preservação dos espaços.
• Zonas verdes
• Quadras de Basquete
• Anfiteatros
• Parques Infantis
• Mobiliário Urbano (bancos e mesas)
• Papeleiras
• Passeio
• Calçada
É um espaço novo e todos querem usar para fazer de tudo um pouco, até aí não vemos qualquer problema. O problema está no “COMO e QUANDO” usar. Trabalhos como fotografia e filmagem não existe proibição nenhuma, é um espaço da cidade de Luanda como tantos outros, pode e deve ser fotografada e filmada sempre que for necessário. Existem alguns eventos que têm alguns níveis de risco que a gestão da Baía de Luanda precisa de ser comunicada para podermos auxiliar e com a nossa equipa técnica guiarmos de melhor forma para evitarmos pequenos acidentes que se não forem mitigados, os custos de reparação são mais elevados. Se qualquer empresa/agência/grupo decidir realizar um trabalho na Baía de Luanda, entrar com os carros até ao passeio marítimo, motas, trazerem geradores, com risco de derrame de combustível, pingar óleo, fazer furos na calçada para instalar andaimes etc. e nós assistirmos sem pôr um pouco de ordem nisso, em menos de 6 meses não sei como estarão os espaços que queremos sempre limpos, conservados para desporto e laser. O pedido de autorização existe exatamente para podermos guiar onde qualquer desses equipamentos pode ser instalado, quais são as implicações no caso de não conformidade com as regras de uso dos espaços, quem devemos imputar responsabilidades com algum dano causado e possivelmente a cobrança de uma taxa para eventos com fins lucrativos. Quando é que pode ser usado?
Também é muito importante dar a conhecer a gestão da Baía de Luanda porque existe uma série de pedidos para a realização de eventos e não queremos ter surpresas de ter confirmado o evento para um dia e no mesmo dia e hora termos os que aparecem de surpresa a ocupar os espaços que estão previamente acordados, não parece correto do lado da Baía de Luanda – Gestão de Eventos ter este tipo de desprogramação. O que aconteceu convosco foi simplesmente o facto da nossa vigilância ainda não estar devidamente treinada, são sempre informados na parada quando fazem a troca de turnos, mas ainda não sabem gerir estas situações, discernir o que é um evento com muito aparato ou o que é um trabalho de fotografia ou filmagem. São treinados diariamente, essa é a vigilância que temos, não estão ai para proibir, principalmente fotógrafos, porque eu sou um dos amantes da fotografia, não sou um membro ativo dos AF mas publico algumas coisas de vez em quando. Estou a ver com o Nelson Silvestre a possibilidade de organizarem o 3º mercado da fotografia, usando um dos muitos espaços que temos. Já tivemos situações semelhantes a vossa, mas com um telefonema eu resolvi no momento, o que eu quero é que me liguem cada vez menos para casos do género, fotografia e filmagem devem ser geridos conscientemente pelos vigilantes no local, eles têm apenas que orientar caso algum fotografo precise de alguma informação adicional. Já tivemos casos mais complicados. Matias Damásio, decidiu montar uma banda no passeio próximo do canteiro das flores, umas colunas e fazer um clip, sem comunicar a gestão da Baía de Luanda. Este fim de semana tínhamos um camião, e alguns carros em cima da praça, para uma atividade com cerca de 400 alunos da universidade católica, sem comunicar e sem autorização, a nossa insistência não está em proibir a realização seja lá do que for, mas temos o direito de ser comunicados para podermos orientar onde os carros podem ficar, onde os geradores podem e devem ser instalados, onde passam os cabos etc. Infelizmente estamos a ser mal interpretados, mas aos poucos essas dúvidas vão desaparecer e os factos vão falar mais alto.
Um abraço, e obrigado pela atenção."



publicado por zé kahango às 14:39
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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Bolsas de Investigação

CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO

de Bolsas de Investigação para Doutoramento e Pós- Doutoramento


A INVESTIGADORES DE ANGOLA,CABO-VERDE, GUINÉ-BISSAU, MOÇAMBIQUE, S. TOMÉ E PRÍNCIPE,TIMOR-LESTE PARA PROGRAMAS DE INVESTIGAÇÃO A REALIZAREM EM INSTITUIÇÕES CIENTÍFICAS E UNIVERSIDADE PORTUGUESAS EM ASSOCIAÇÃO COM INSTITUIÇÕES DE ENSINO,INVESTIGAÇÃO OU DESENVOLVIMENTO DOS PAISES MENCIONADOS


As Candidaturas decorrem até 15 de Novembro de 2009


No âmbito do "Programa Ciência Global", foi lançado pela  Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) um primeiro concurso para atribuição de bolsas de investigação dirigido a estudantes de países da CPLP/ ÁFRICA   para doutoramento e pós-doutoramento em Universidades e Centro de Investigação em Portugal.

Os candidatos devem remeter currículo e carta de motivação para a Fundação para a Ciência e a Tecnologia até dia 15 de Novembro de 2009.
Aos candidatos pré-seleccionados serão solicitados elementos adicionais e, em caso de aceitação, ser-lhes-á dado apoio na escolha da instituição científica de acolhimento em Portugal e na definição final do plano de trabalho. A selecção é efectuada por um painel independente de cientistas, baseia-se exclusivamente no mérito científico dos candidatos e das instituições participantes e na aceitação por parte da instituição de acolhimento e do orientador.
O Programa Ciência Global é lançado no âmbito da preparação do Centro UNESCO para as Ciências no âmbito da CPLP, iniciativa apresentada por Portugal junto da UNESCO com o apoio e a participação de todos os países da CPLP.
Reunidos em Lisboa em 29 de Agosto de 2009, os ministros responsáveis pala Ciência e pelo Ensino Superior de cada um dos países da CPLP decidiram saudar, apoiar e acompanhar a iniciativa pioneira de criação de um Centro Unesco para a formação avançada em Ciências, como entidade distribuída, aliando formação científica avançada de alto nível com educação para a responsabilidade científica, a comunicação pública da Ciência, o conhecimento das condições da actividade científica no país de origem, a participação em redes e projectos internacionais e a avaliação científica independente (www.mctes.pt/declaracaocplp).
Os candidatos e as instituições participantes na sua formação assumem conjuntamente esses objectivos.
Uma parte da formação deverá, em princípio, realizar-se no país de origem. O programa visa formar capacidades científicas de alto nível, contribuir para combater a fuga de cérebros e reforçar a cooperação científica internacional sustentável.
Em 18 de Setembro de 2009, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, José Mariano Gago, assinou e entregou ao Director-Geral da UNESCO a carta do governo português que formaliza a proposta de criação do Centro UNESCO (www.mctes.pt/cplp-unesco), acompanhada da declaração de Lisboa dos ministros dos países da CPLP, e comunicou a intenção de lançar de imediato um programa inicial de formação avançada conforme aos seus objectivos e princípios.
O Programa Ciência Global, agora lançado, visa antecipar o funcionamento do Centro UNESCO em preparação, promovendo junto das instituições e dos cientistas a experiência necessária à concretização dos seus objectivos.
 
Fonte: http://www.fe.up.pt/si/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=9607



publicado por zé kahango às 09:35
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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
habitação digna até 2012

Fonte: Angola Press   
ImageO ministro de Urbanismo e Habitação, José Ferreira, disse segunda-feira, na cidade do Huambo, que até em 2012 mais de seis milhões de angolanos estarão a viver em condições de habitabilidade dignas, com base nos critérios definidas pelas Nações Unidas.
Falando na cerimónia de encerramento das actividades alusivas ao Dia Mundial de Habitat, que se assinalou a 05 de Outubro, acrescentou que Angola é um país com uma taxa de crescimento urbana, mais com altos níveis de precariedade nos assentamentos humanos, com problemas de acesso aos serviços de base e às infra-estruturas sociais.
Adiantou, por outro lado, que o governo está determinado em alterar as condições de vida de cada angolano no que diz respeito a habitação condigna, o acesso as infra-estruturas, bem como outros equipamentos públicos.
"Vamos gradualmente de forma participada transformar as ocupações informais que hoje povoam as periferias das cidades, chamados musseques, e prover as novas áreas de conforto necessário para que se transformem em pedaços de cidade com alma, onde o meio ambiente contribua no incremento da qualidade de vida", frisou o governante.
José Ferreira adiantou que as intervenções para o melhoramento dos assentamentos precários (os musseques) e a regularização fundiária criteriosa nas áreas peri-urbanas, programadas pelo governo, proporcionarão seguramente oportunidades de contribuir para o acesso ao emprego estável, a redução da pobreza urbana em Angola.
Acrescentou que esta acção do governo angolano vai ainda permitir a elevação dos índices de acesso das populações, a água potável, aos serviços de saúde, ao saneamento básico e a segurança.
De acordo com o governante, o Ministério de Urbanismo e Habitação irá trabalhar com os seus parceiros sociais para melhorar a efectivação das acções, assegurando que cada intervenção engaje as camadas mais necessitadas do país, articulado respostas sociais com objectivos económicos, o que permitirá alcançar a sustentabilidade dos programas.
Adiantou ainda que o Programa Nacional de Urbanismo e Habitação concebido com base nas directrizes orientadas pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, coloca um alto desafio de mobilização de todas as forças da sociedade angolana: os sectores públicos, privado, organizações profissionais, cooperativa, ONG e os cidadãos, a proporcionar a resposta adequada e participativa aos anseios das populações mais carenciadas e mais vulneráveis.
O compromisso de construção de um milhão de casas, segundo o ministro de Urbanismo e Habitação, lançado há um ano, já permite fazer um balanço, assegurando que os resultado são positivos.
Sustentou que este programa tem por objectivo a criação de novos espaços urbanizados, com fins habitacionais nas reservas fundiárias e a promoção do processo de requalificação dos assentamentos humanos que se encontram em situação de precariedade, quer no meio rural como urbano.
O acto do dia Mundial de Habitat decorreu no auditório do Instituto Superior Politécnico da cidade do Huambo, sob o lema "Planeando o nosso futuro urbano", com abordagem de assuntos sobre o loteamento e tipologia para as reservas fundiárias, sua estratégia e o controlo da expansão urbana.

(Angola Digital)



publicado por zé kahango às 17:35
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desenvolver o turismo

  O desenvolvimento do sector turístico pode proporcionar mais empregos directos, gerar receitas e contribuir para o combate à pobreza em Angola, em Cacuso, o governador da província de Malanje, Boaventura Cardoso.
Segundo o governador, o turismo é um sector da economia que tem colocado muitos jovens no mercado de trabalho e proporcionado oportunidades de desenvolvimento, razão pela qual deve ser bem aproveitado para o crescimento económico do país.
Boaventura Cardoso, que falava por ocasião do Dia Mundial do Turismo, considerou Malanje como a “Capital do turismo” em Angola, com destaque para as quedas de Kalandula, Pedras Negras de Pungo Andongo, rápidos do Kuanza, Quedas de Musseleje, entre outros locais turísticos.
O acto central do Dia Mundial do Turismo em Angola foi celebrado na província de Malanje, com a presença do titular da pasta, Pedro Mutindi, e culminou com visitas às Pedras Negras de Pungo Andongo, na comuna com o mesmo nome, e à barragem hidroeléctrica de Kapanda, no município de Cacuso.
Pedro Mutindi disse, por ocasião da efeméride, que o Ministério da Hotelaria e Turismo vai identificar e definir, nos próximos tempos, as regiões autónomas de turismo, zonas promotoras de desenvolvimento do sector e o programa de crescimento da rede hoteleira e turística de Angola.
Para o efeito, disse existir em carteira um plano de construção de cinquenta unidades hoteleiras para as províncias do país, cujos contratos para a edificação foram já firmados com empresas construtoras do Canadá e do Brasil, visando minimizar o deficit de estabelecimentos do género.
(África 21)



publicado por zé kahango às 17:23
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Domingo, 4 de Outubro de 2009
a partir de 2014...

Angola pode produzir vinhos

ImageO enólogo português Mário Louro estimou que Angola poderá começar a produzir vinhos a partir de 2014, para abastecer o mercado interno com produto nacional, gerar mais empregos e concorrer com marcas internacionais.

Falando numa sessão de provas de vinhos tinto, branco e rosé, o técnico em produção de vinhos justificou a sua afirmação pelo facto de notar em Angola iniciativas do empresariado público-privado no desenvolvimento da cadeia do vinho e forte interesse e disponibilidade de Portugal apoiar os investidores nesta actividade.
Para si, protocolos de intenções entre agentes angolanos e portugueses podem ser brevemente assinados com vista a realização de análises dos solos angolanos para se apurar o índice de acidez e da alteração das temperaturas das potenciais reagiões angolanas para a produção do vinho. 
Segundo Mário Louro, as províncias do Centro e Sul de Angola, sobretudo a do Huambo, pelo solo e climas reúnem características e condições para o cultivo de uvas, propicias para a produção de vinhos.
Além destas condições, realçou ser fundamental no processo de criação de vinhas introduzir-se o sistema de rega gota-a-gota, para se evitar a danificação da cultura nos períodos de estiagem.
O enólogo salientou ser favorável Angola iniciar a produzir vinhos branco por ser um país mais quente e pelo facto de vinhos desse género serem tendencialmente frescos.
Indicou que por se registar, na maioria dos países produtores de vinho, poucos vinhos brancos pelo seu alto consumo, a abertura em Angola de linhas de produção de vinhos brancos reduziria esta escassez, bem como serviria para atrair mais consumidores.
“Os vinhos brancos, como os rosés, por serem essencialmente mais suaves, dóceis e com pouco álcool são adequados para iniciantes no consumo de vinho e são muito bons para acompanhar com comidas africanas, chinesas e italianas, sobretudo”, justificou.
Mário Louro é formador e júri internacional de provas de vinhos, membro da Associação de Promoção de Vinhos Portugueses, já formou agentes hoteleiros angolanos na área vinícola, da restauração e distribuição de vinhos.  
Por iniciativa da ViniPortugal, profissionais angolanos que pretendem aumentar os conhecimentos  no sector vinícola, deslocaram-se a Portugal para em dez dias constatar e inteirar-se das áreas de cultivo e técnicas de produção.
Com a transmissão desta experiência e conhecimentos, a ViniPortugal também tem como objectivo permitir que os jornalistas angolanos contribuam para a divulgação, promoção, angariamento de financiamentos internos e externos, bem como a materialização das iniciativas do empresariado público e privado de cultivo de uvas e produção de vinhos em Angola.

Fonte: Angola Press



publicado por zé kahango às 02:02
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O Novo BI

O início da emissão do novo documento acontece três meses depois de a Assembleia Nacional ter aprovado o Projecto Lei sobre o Regime Jurídico de Identificação Civil e Emissão do Bilhete de Identidade apresentado pela ministra da Justiça, Guilhermina Prata.

Com as dimensões de 85,6 x 53, 98 x 0, 76 mm, o novo BI tem um formato semelhante ao dos cartões de crédito. Ao abrigo da nova lei, traz apenas o nome completo, a naturalidade, filiação, data de nascimento, sexo, estado civil, residência, fotografia tipo passe, assinatura e impressão digital.

Foram suprimidos itens como a raça, profissão, altura e o título VIP que existia nos documentos de alguns governantes.

A obtenção do documento poderá ser feita por cidadãos nacionais a partir dos seis anos de idade. Para tal, basta que seja apresentada a certidão narrativa ou cópia integral, assim como a certidão de baptismo e 280 Kwanzas como taxa de emolumentos.

O prazo de validade será de 5 a 10 anos para os indivíduos com menos de 35 anos, ao passo que os que tiverem uma idade superior deverão receber um Bilhete de Identidade a título vitalício.

O novo BI permite a gravação de novas informações num cartão já em uso e possibilita o uso do mesmo documento em outras aplicações, tais como o número do Instituto Nacional de Segurança Social, número do contribuinte, histórico médico etc.

 

(de O País)



publicado por zé kahango às 01:54
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Enfermeiros precisam-se

No Hospital Pediátrico de Luanda (David Bernardino) as doenças mais frequentes das crianças hospitalizadas são a desnutrição, doenças respiratórias e diarréicas e malária. Segundo a directora da unidade hospitalar, Maria Pascoal, vivem-se “muitas dificuldades, especialmente na área da enfermagem. Temos um número insuficiente de enfermeiros para suprir o fluxo de pacientes que recebemos”. O rácio é de 1 enfermeiro para 20 a 34 crianças.

 

(daqui)



publicado por zé kahango às 01:51
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elevada mortalidade materna

ImageMil e quatrocentas mulheres morrem em cada 100 mil partos de bebés nascidos vivos em Angola, uma taxa classificada como das mais altas do mundo.
A taxa de mortalidade de crianças abaixo dos cinco anos é de 158 em cada mil nados vivos, também uma das mais altas do mundo.
Um número relativamente reduzido de doenças como a malária, as diarreias agudas, as infecções respiratórias, o sarampo e o tétano neo-natal são responsáveis por 60 por cento das mortes entre crianças abaixo dos cinco anos de idade. 
Como factor da escassa prestação do sector sanitário do país saliente-se a destruição massiva das infra-estruturas da saúde (mais de 65 por cento) por motivos sobejamente conhecidos.
A maior parte do pessoal refugiou-se em Luanda e nas outras grandes cidades, onde se estabeleceram 70 por cento dos médicos, 30 por cento do pessoal de enfermagem e 45 por cento do restante pessoal paramédico.
Como consequência, a cobertura dos serviços sanitários de base é baixa e a maioria da população não é servida por eficientes serviços de assistência primária.
Angola tem no entanto uma grande oportunidade de alcançar resultados importantes no campo da saúde pública.
Efectivamente, desde 2002 o país goza de situação de paz e estabilidade e as perspectivas de desenvolvimento económico são consideradas bastantes promissoras.
Em 2006, a despesa sanitária per-capita era de 71 dólares, equivalentes a 3,4 por cento do PNB, considerado um grande desempenho do governo...
Se tivermos em conta que nos últimos três anos a taxa de desenvolvimento foi de aproximadamente de 20 por cento, espera-se que o sector da saúde seja contemplado com mais investimentos.

Fonte: Angola Press



publicado por zé kahango às 01:05
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Sábado, 3 de Outubro de 2009
continuam as pulverizações

No âmbito da quinta fase da campanha de pulverização inter-domiciliar, inserida no Programa de Luta Contra Malária, de acordo com a Direcção Provincial de Saúde da Huíla, estava prevista a pulverização com insecticidas em sessenta mil residências dos municípios do Lubango e da Chibia.

Para esta fase, foram mobilizados 210 técnicos, dos quais 171 vão trabalhar como agentes de pulverização, enquanto outros 29 serão chefes de equipa e dez brigadistas. Os mesmos já estão a receber formação. 
Considera-se que todas as condições estão criadas, para os técnicos desenvolverem o seu trabalho sem sobressaltos. 
Para a realização da campanha, o departamento de saúde pública vai contar com apoio da Associação de Escuteiros de Angola e da Mulher Católica, bem como da Igreja Evangélica e de organizações juvenis de alguns bairros, para mobilizarem os populares a receberem os técnicos de pulverização. 
A Direcção Provincial de Saúde registou nos últimos oito meses 388 mil e 896 casos de malária, dos quais 345 resultaram em óbitos.
Desde o início da campanha, em 2005, mais de 200 mil residências dos municípios do Lubango, Chibia e Humpata foram pulverizadas com insecticidas.
O projecto é financiado pela Embaixada dos Estados Unidos da América em Angola.

 

(de Angola Press)



publicado por zé kahango às 23:17
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