Intensa paixão, tristeza profunda, sagrada esperança...

Sexta-feira, 13 de Junho de 2014
de José Viana Leitão de Barros

 

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Quinta-feira, 5 de Junho de 2014
lançamento oficial no dia 13 de Julho, nas Caldas da Rainha

 

 

 


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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013
e-book

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Domingo, 17 de Fevereiro de 2013
querem conhecer a história?


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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
Atlas de Angola

 

128 páginas, 1ª edição 2008, Macmilan Education


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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013
"Muitas são as Áfricas", de Leonel Cosme

“Leonel Cosme (n. em 1934, em Guimarães) viveu 30 anos em Angola, incluindo cinco após a independência, como cooperante. Foi o co-organizador das Edições Imbondeiro da antiga Sá da Bandeira (hoje, Lubango), em 1960-65, entre outras actividades culturais e cívicas, como sejam a formação de radialistas ou o comprometimento com o MPLA.

 

 

Antigo jornalista, e ainda cronista, escritor e investigador, lançou um livro que é um testemunho eloquente da sua capacidade de pensar para lá das aparências, dos preconceitos e das verdades falsas (leia-se "afirmações infundamentadas") estabelecidas como dogmas. O título é, já por si, instigante, revelador do conteúdo.

Publica um livro fundamental: Muitas são as Áfricas, Lisboa, Novo Imbondeiro, 240 págs. - para quem quiser compreender sobretudo Angola, noutras facetas, (…) através da análise da acção e pensamento colonizadores e da acção e pensamento libertadores de portugueses e (ex-)colonizados. Não escreve um tal livro quem quer, mas quem pode, pela sua singular vivência e posição. Um testemunho intelectual de grande qualidade, um "testamento" de saudoso amor à terra e ao povo.

Inclui estudos magníficos sobre o lusotropicalismo que não existiu (refutação do que Freyre aplica a Portugal e colónias e, indirectamente, refutação das "crioulidades" angolanas que andam por aí), (…) as relações históricas do Brasil com Angola, a literatura colonial (goste-se ou não da sua perspectiva muito própria), a guerra colonial e outras guerras e a (des)memória dos intervenientes e dos povos, os caminhos que África tem tomado pela mão dos seus dirigentes e intelectuais, (…), analisando o racismo, a xenofobia, a corrupção, a guerra, a fome, com especial incidência em Angola, (…).

Muito historiador, crítico literário, docente de "lusofonia", ideólogo neo-lusotropicalista, terá aqui matéria para evitar julgamentos prévios, generalizações totalitárias, preconceitos arreigados, atitudes de senso duvidoso. (…) Um livro que especialistas, estudantes, políticos e portugueses, só para ficar por aqui, deviam ler com cuidadosa atenção (…). Muitas "gralhas", até na capa, não deslustram o volume, que traz referidos Steiner, Kandjimbo, Inocência Mata, Agostinho Neto, Óscar Ribas, Kapuscinski, Hatzfeld, Waberi, Maathai, Freyre, Andrade Corvo, Laban, Pepetela, Senghor, Jaime Cortesão e tantos outros. (…)

Por vezes, quando fala, com evidente gosto, saber e pedagogia, dos variados interesses em jogo na época colonial (p. ex., sobre a maçonaria, Norton de Matos e José de Macedo, em Angola), parece um português empenhado na vertente colonial, pois não quer passar pelo que não é (angolano). Outras vezes, discute Angola com tanto prazer e objectividade que presta um serviço melhor do que muitos patriotas precipitados e preconceituosos. (…)

Como não dar importância aos estudos sobre a ideia e, depois, a fundação da Universidade na Huíla (Angola) e sobre a Kuribeka, desfazendo, neste caso, o equívoco corrente de considerá-la o mesmo que a maçonaria? (…)

Sobre Equador, de Miguel Sousa Tavares, diz que é um romance "colonial" (usa aspas) de um autor que não considera obviamente colonialista. Este pormenor serve para mostrar como o A. pensa a contemporaneidade, as ilusões que podem acometer os leitores, de novo fascinados por uma enxurrada de textos exóticos e turísticos, como se não quisessem ou não pudessem ver para lá das aparências da fantasia, como quase sempre ocorreu com os portugueses em relação a África. (…)

Os africanos (sem preconceitos) também ficarão a ganhar com a leitura.”

 

(adaptado de A Página da Educação http://www.apagina.pt/?aba=7&cat=170&doc=12547&mid=2)


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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012
da capa de livro lançado na China

 

 

 

Versão PDF

 

http://www.consuladogeral-angola.hk/images/stories/PDF/angola_book.pdf



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Domingo, 16 de Dezembro de 2012
a nova Angola

Rizzoli, 18/01/2011 - 288 páginas
 
The first book of photography that portrays Angola as it exists today. For a place that few can pinpoint on a map or in their minds, Angola is quickly emerging as the most important economic leader in Africa. After almost three decades of civil war, the Angola of today is an anomaly—the country is not only aggressively rebuilding but economically blooming in the midst of a global financial crisis. Having become the number-one producer of oil and third in the diamond sector in all of the sub-Sahara, Angola is the first African country that China has invested in heavily. As a result, in 2008 alone the economy rose 27.5 percent. Still, the world does not know Angola today. We have not seen its diverse and vast landscapes of city and country - corners of the world where expanses of wind-swept white desert meets emerald sea, or forests where lush vegetation gives way to rare butterfly habitats. Nor have we met the Angolan people who speak over 40 dialects, or been introduced to the spirit that moves this beautiful, peaceful and optimistic country. A Portrait of Angola is the first book of photography that portrays the country through 250 photographs and over a dozen works of original fine artwork that marry photography and painting.

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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012
interessante tese de doutoramento

(sugerido por Mané Rodrigues)

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Domingo, 4 de Novembro de 2012
Biodiversidade...


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Domingo, 28 de Outubro de 2012
Uma obra única (em dois tomos)

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Sábado, 11 de Julho de 2009
muito interessante!

 

Patterns of settlement and subsistence in southwestern Angola

 Por Alvin W. Urquhart

 

(clique no título)

 

 



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Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
sociologia

Revista Angolana de Sociologia [N.º3 _ Junho de 2009]

Revista Angolana de Sociologia [N.º3 _ Junho de 2009]
 
Autor(es) |  
Preço | 11,25€ (inclui IVA e 10% desc.)
Formato | 16x23
N.º Páginas | 212
 

 

Resumo:
A Revista Angolana de Sociologia (ISSN1646-9860), publicada semestralmente – em Junho e Dezembro, é um órgão da Sociedade Angolana de Sociologia (SASO) e publica textos da autoria de sociólogos e outros investigadores sociais, angolanos e de outras nacionalidades. A Revista Angolana de Sociologia é editada pela SASO (Luanda, Angola) e publicada pela Edições Pedago (Mangualde, Portugal). Trata-se de um espaço de debate sobre temas actuais e relevantes não apenas da sociedade angolana, mas também das sociedades africanas e do mundo contemporâneo em geral. O espírito da Revista Angolana de Sociologia (RAS) é estimular o debate, acolhendo e difundindo textos que contribuam para um diálogo transdisciplinar. A RAS dirige-se não apenas a sociólogos, mas a todos os interessados em compreender de maneira rigorosa a complexidade e as dinâmicas dos fenómenos sociais contemporâneos.
 

 .Ficheiro Acrobat Reader Índice
 

 

cortesia de Margarida Castro


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Terça-feira, 7 de Julho de 2009
László Magyar - sabem quem foi?

László Magyar  foi um húngaro  nascido em 1818, que se tornou rei em Angola.

 

 

Aos trinta anos de idade, decidido conhecer e cartografar os territórios inexplorados do interior da África Ocidental, Angola,  László Magyar estabeleceu relações de confiança com o Rei do Bié, acabando por casar com uma filha sua. A breve morte do sogro concedeu ao húngaro o direito legítimo de sucessão ao trono do reino bieno, por herança tomou posse de um território maior do que o país onde nasceu.

Com a colaboração dos seus súbditos, László Magyar organizou diversas expedições de modo a identificar geograficamente o Reino do Bié e os territórios a norte como ainda registou o posicionamento do rio Congo (1846) e do rio Zambeze.

A maior parte do tempo, ou seja durante os 17 anos vividos em Angola, László dedicou-se a estudos etnográficos e à aprendizagem de línguas nativas. Sabia falar Quimbundo e provavelmente compreendia os dialectos Umbundo, Ovampo, Lundo e Lovar.

Apesar de ter formação militar da Marinha e alguns conhecimentos de astronomia, a habilidade de László Magyar em desenho cartográfico era fraca e muito pior era a sua organização documental ou o modo como partilhava as suas descobertas e estudos. Foram precisamente estas duas falhas (mapas demasiado distorcidos e relatórios recheados de contradições factuais e descrições confusas) que descredibilizaram o explorador na Europa em comparação com outros exploradores comissionados em outras regiões.

( adaptado de James Stuart, in Szerinting )

 

Entre 1849 e 1857, fez seis viagens para as fontes dos rios Congo e Zambeze,  regiões que, na época, eram ainda de difícil acesso para os europeus visitarem. Escreveu três volumes com notas e observações etnográficas e geográficas, com enfoque no povo Kimbundu. Um volume foi publicado na Hungria, mas os manuscritos dos outros dois volumes, juntamente com os periódicos de Magyar, foram dados como perdidos, provavelmente destruídos no incêndio de um depósito após a sua morte, ocorrida em  Benguela, a 9 de Novembro de 1864, possivelmente vitimado pela malária ou por tuberculose.

Aqui (Biblioteca Digital Mundial), aparece a edição original, em húngaro, da obra de Magyar que ficou para a posteridade.

 


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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
António Trabulo

"Retornados - o adeus a África"

  

 

 

 
 
No Planalto, uns partiam e outros não.
Muíla tencionava ficar no Lubango. Tinha ali raízes fundas.
Os seus bisavôs paternos tinham chegado antes dos colonos madeirenses.

(Leia mais um pouco aqui)


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Ana Paula Tavares

Ana Paula Tavares
 
 

Ana Paula Tavares nasceu na Huíla, Sul de Angola, em 1952. É historiadora com o grau de Mestre em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa.

Em Angola publicou Ritos de Passagem (poemas), UEA, 1985.

Em Cabo Verde, Praia, O Sangue da Buganvília em 1998.

Na Editorial Caminho publica em 1999 O Lago da Lua (poemas), seguido de Dizes-me Coisas Amargas como os Frutos (poemas) em 2001 (obra galardoada com o Prémio Mário António de Poesia 2004 da Fundação Calouste Gulbenkian), em 2003 Ex-Votos (poemas) e em 2004 A Cabeça de Salomé (crónicas).

Tem participação com poesia e prosa em várias antologias em Portugal, Brasil, França, Alemanha, Espanha.

Publicou alguns ensaios sobre História de Angola.

 

Obras publicadas

Ritos de Passagem
(1.ª edição, 20072007)
«Outras Margens», n.º 0
Com ilustrações a preto e branco
 

Os Olhos do Homem que Chorava no Rio
(1.ª edição, 2005)
«O Campo da Palavra», n.º 139

 

O Lago da Lua
(1.ª edição, 1999)
«Caminho da Poesia», n.º 65

 

Dizes-me coisas amargas como os frutos
(1.ª edição, 2001)
«Caminho da Poesia», n.º 70

 

Ex-Votos
(1.ª edição, 2003)
«Outras Margens», n.º 20

 

A Cabeça de Salomé
(1.ª edição, 2004)
«Outras Margens», n.º 33

 

Manual Para Amantes Desesperados
(1.ª edição, 2007)
«Outras Margens», n.º 61
 

 


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Tese de mestrado sobre Luandino Vieira

carla1.jpg

Carla Ferreira adaptou a sua tese de mestrado e o resultado foi um livro sobre Luandino Vieira, escritor angolano. “A conquista da cidade na narrativa de Luandino Vieira” é o título da obra, editado pela Nova Vega.
A produção literária de Luandino Vieira teve um papel determinante no contexto de afirmação da identidade nacional angolana. A dupla dimensão da temática envolvente dos seus textos e o funcionamento do discurso do autor constituem os aspectos segundo os quais se revela o poder criativo de Luandino”, descreve Carla Ferreira, que nasceu em Luanda, em 1967. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses e Franceses), tirou o mestrado em Estudos Românicos (Especialidade em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa), sendo o livro o resultado da tese que apresentou.


José Luandino Vieira, pseudónimo literário de José Vieira Mateus da Graça, é um escritor angolano nascido em Portugal. Baptizou-se Luandino em homenagem a Luanda e tornou-se cidadão angolano pela sua participação no movimento de libertação nacional e pelo contributo para o nascimento da República Popular de Angola.
Foi preso pela PIDE, em 1959, acusado de ligações ao movimento independentista (Processo dos 50). Em 1961 volta a ser preso, condenado a 14 anos e a alta segurança. Em 1964 é transferido para o Tarrafal, de onde só sai em 1972, regressando a Portugal com liberdade condicional.
Escreveu oito livros durante os oito anos de prisão. Em 2006 foi agraciado com o Prémio Camões, distinção que recusou, e em 2008 com o Prémio Nacional de Cultura em Angola.

(adaptado de Francisco Gomes, em Jornal das Caldas)

 


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Domingo, 22 de Fevereiro de 2009
Ondjaki apresenta novo livro em Portugal
Ondjaki encontra-se em Portugal para promover "Materiais Para Confecção de um Espanador de Tristezas", livro descrito pelo próprio como "muito arejado" e "pontuado por poemas "bem dispostos e relacionados com emoções e sentimentos do quotidiano".
 
O escritor, de 31 anos e nascido em Luanda, caracterizou à Lusa o seu novo livro como "muito pessoal" e "leve pelos temas que trata".

Ondjaki tem presença confirmada a 21 de Fevereiro na Livraria Ao Pé das Letras, em Tomar, e no próximo dia 25 na Livraria Pó dos Livros, em Lisboa.

"Materiais Para Confecção de um Espanador de Tristezas" agrupa poemas "escritos e trabalhados ao longo de um ano" e agora editados em Portugal sob a chancela da Caminho.

Em conjunto com a apresentação do livro em Tomar, que será feita por Luís Carlos Patraquim e em que estará presente o autor, a Livraria Ao Pé das Letras recebe também uma exposição de pintura de Ondjaki intitulada "imitação da madrugada" e que o autor definiu como "um complemento" a "Materiais Para Confecção de um Espanador de Tristezas".

"São quadros abstractos que acasalam com o livro e funcionam como um prolongamento dos poemas", descreveu.

A exposição estará patente somente em Tomar devido à "amizade" com os responsáveis do espaço, recentemente inaugurado.

Ondjaki encontra-se em Portugal desde o encontro de escritores de expressão ibérica Correntes d`Escritas, que decorreu na Póvoa do Varzim até ao passado dia 14 de Fevereiro.

O escritor, nascido em Luanda, define Angola como um país que "tem crescido muito artisticamente nos últimos anos".

"Angola - opina - é sinónimo de Cultura. A nível local existe no país muito talento em diversas áreas", faltando no entanto "uma maior força em termos de produção para se trabalhar a exportação dos artistas".

O autor de "Os da Minha Rua", vencedor do Grande Prémio de Conto "Camilo Castelo Branco" em 2007, destaca, no entanto, a "boa recepção de trabalhos de alguns artistas angolanos no Brasil".

Ondjaki co-realizou um documentário sobre a cidade de Luanda, intitulado "Oxála cresçam Pitangas", em 2006.

Actualmente, assegura ter "duas novas ideias" nessa área que deverão ser concretizadas num prazo de "três a quatro anos".


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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
o papel da igreja no pós-guerra

Publicado livro sobre  o tema

  Angop
O escritor Mateus Justino Chaves
O escritor Mateus Justino Chaves
 

“O papel reconciliador da igreja no pós-guerra civil em Angola” é o título da obra literária publicada sábado, em Luanda, pelo pastor da Igreja Baptista de Angola Mateus Justino Chaves.
O livro aborda a importância das igrejas no processo de reconciliação entre os homens no pós-guerra, assim como o papel das mesmas no movimento de libertação nacional.
Além da vertente religiosa, mostra as raízes dos conflitos em Angola e aponta as diferenças etno-linguísticas existentes no mosaico cultural angolano, segundo o autor.
Editada no Brasil, a obra possui 240 páginas, teve uma tiragem de mil exemplares ilustrados e está a ser comercializado ao preço de 1500 kwanzas. Brevemente será lançado na província do Huambo.
Em declarações à Angop, à margem da cerimónia, “Chavala”, pseudónimo literário do autor, disse que o trabalho constituiu a tese de mestrado no Brasil, onde se doutorou e começou a ser delineado em 1975, após a eclosão da guerra civil em Angola.
O autor referiu que o objectivo do livro é o de encorajar as confissões religiosas angolanas a encarar com maior serenidade o papel de reconciliador e levar as pessoas a compreenderem que, apesar dos problemas laborais que enfrentam , todos são filhos de Deus.
Disse que as congregações religiosas têm um papel importante para a união e desenvolvimento da população na sociedade, apoiando o Governo na promoção do bem-estar do povo nas áreas da educação e saúde.
A cerimonia, que decorreu na primeira Igreja Evangélica Baptista de Angola, no Neves Bendinha, município do Kilamba Kiaxi, foi presenciada por membros daquela confissão Religiosa, entre outros convidados.
Mateus Justino Chaves nasceu no Moxico a 4 de Junho de 1954. É licenciado em teologia e é o presidente da Convenção Baptista de Angola.


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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009
para a História do futebol angolano

Mateus Gonçalves e Carlos Pacavira apresentam volume II do Trumunu


O volume II do livro “Trumunu”, que retrata o historial dos 30 anos do futebol nacional, será lançado amanhã às 18h00, no largo Maitre Baye (jardins do Miramar), enquanto a sessão pública de venda e autógrafos está prevista para o campo Manuel Berenguel, da Rádio Nacional de Angola.
A obra, publicada sob a chancela das Edições Trumunu, é da autoria dos radialistas Mateus Gonçalves e Carlos Pacavira, duas referências do jornalismo desportivo angolano, que colocam no mercado cinco mil exemplares, ao preço de quatro mil Kwanzas.
Os jornalistas descrevem, de forma cronológica, a história dos clubes angolanos, os primeiros passos no pós-independência e toda a movimentação futebolística de clubes verificada no país até o ano de 1979.
O livro retrata ainda o arranque do Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão, baptizado por Girabola pelo radialista Rui Óscar Carvalho. A prova passou, a partir de 1980, a permitir a participação de clubes angolanos nas Afrotaças, sendo o 1º de Agosto o pioneiro na representação do país no continente, a par do Nacional de Benguela e do Sagrada Esperança.
Quem adquirir a obra encontrará detalhes que vão do número de jogos que as equipas efectuaram até o presente momento na maior prova do futebol nacional ao “Ranking Trumunu”, a primeira tabela completa que hierarquiza as equipas nacionais através de jogos disputados, vitórias, derrotas e empates.
São 564 páginas de história, com textos, fotografias, legendas e gráficos, que permitirão uma leitura menos desligada da cronologia do nosso futebol.
O Trumunu teve o apoio institucional dos ministérios da Comunicação Social e da Juventude e Desportos, da Federação Angolana de Futebol e do Governo da Província de Cabinda.

 

ARMINDO PEREIRA, in Jornal de Angola
 



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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Impactos da ocupação colonial no Sul de Angola

Muito interessante:

 

cea.iscte.pt/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=37

 

 

(sugestão de Margarida Castro)


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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
História de Angola em livro de António Burity da Silva

Reflexões sobre o processo de formação sustentada de Angola

Filipe Zau

Tal como Luanda, onde ocorre a grande maioria dos actos culturais deste teor, também Benguela não deixa de ser uma cidade emblemática. Foi porto escoadouro de escravos para a Europa e para o novo mundo, especialmente, para o Brasil, quando este país ascendeu à independência, em 7 de Setembro de 1822. Foi em Benguela, mais propriamente, no Forte de S. Filipe, que, na sequência do “Grito do Ipiranga”, foi dado o primeiro grito de independência por um oficial do exército, que era um nativo “Filho do País”. Tratava-se do tenente-coronel Francisco Pereira Diniz, um homem negro, natural de Benguela, que comandava as companhias de linha da capitania e dirigiu o movimento, que hasteou a bandeira do café e, do tabaco. Foi, em Dezembro de 1869, fundada a província de Angola, como resultado da união dos reinos do Ndongo e de Benguela, no mesmo ano em que ocorreu a abolição da escravatura em todas as possessões portuguesas.
De Benguela parte o caminho-de-ferro que une o litoral ao Leste do país.
Em Benguela, tal como em Luanda, também há tradição literária. De entre outros sobressaem os nomes dos escritores: Ernesto Lara Filho, Alda Lara, Aires de Almeida Santos, Pepetela e Raul David.
Para além do acto central do Dia do Educador, a cerimónia do lançamento deste livro reveste-se da maior importância para a história da Educação de Angola, uma disciplina que urge criar nos cursos dos Institutos Superiores de Ciências da Educação e nos cursos do Magistério Primário. Não é possível fazer investigação em Educação e para a Educação, sem se conhecer a própria história da Educação.
As intervenções do autor, enquanto ministro da Educação, constituem fontes do maior interesse, para que, por exemplo, se entenda melhor:
A transição de uma política educativa assente numa economia centralizada, para uma outra direccionada para a formação de recursos humanos, no contexto de uma economia de mercado; as dificuldades de um sistema educativo sujeito à pressão da guerra, num país de grandes dimensões e diferentes assimetrias de desenvolvimento; a herança de uma rede escolar distorcida e com poucos professores, sendo a maior parte deles possuidores de um baixo nível de escolaridade e ausência de formação pedagógica; a perda de valores e de ética educativa por parte de agentes de ensino, fruto da anomia social criada pelos largos anos de conflito armado; a perda sistemática de quadros da Educação, motivada pelo aliciamento de outros sectores da actividade económica com maior capacidade de remuneração salarial e garantia de melhores condições sociais; a necessidade de estabilizar um sistema educativo e, ao mesmo tempo, reformulá-lo…
Enfim, todo um quadro de dificuldades diagnosticadas a partir de 1986, mas com soluções adiadas pela guerra e pela estreita fatia do Orçamento Geral do Estado em cada ano civil. Com a paz o sistema educativo cresceu substancialmente.
As linhas de força para a criação de uma história da Educação em Angola situam-se a partir do decreto de Joaquim José Falcão, publicado a 14 de Agosto de 1845, ao instituir o ensino público em Angola. Antes, a Educação em Angola era caracterizada por um proselitismo religioso e por uma formação oficinal de baixa qualidade.
Até ao final do processo de assimilacionismo, em 1961, a política educativa colonial esteve apenas preocupada em instruir os portugueses residentes em Angola, bem como os seus descendentes. Decorreu depois um período em que a política educativa colonial procurou abranger um maior número de angolanos. Mas, já era tarde, porque, em 1975, chegou a independência.
O primeiro sistema educativo angolano caracterizou-se pela gratuitidade e pela unicidade do sistema educativo. Como único instrumento de comunicação utilizou um idioma de origem latina, não suficientemente dominado por uma maioria populacional de origem bantu, que não aprendeu a língua portuguesa como língua materna. Tal facto constituiu uma das maiores dicotomias de uma prática educativa desfasada da realidade social da maioria dos angolanos. Só, com a reforma educativa, o princípio da sustentabilidade e da endogeneidade, respeitando a identidade cultural dos aprendentes, passou a ser considerado, após a introdução das línguas africanas de Angola no sistema educativo.
Havia uma necessidade de mudança, que está de acordo com uma nova orientação política superiormente traçada pelo Chefe do Estado, Eng. José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola. Havia, por outro lado, necessidade de dar corpo a essa mudança na gestão das questões educativas. O protagonista dessa mudança tem, evidentemente, um rosto. Esse rosto chama-se António Burity da Silva Neto, o ministro da Educação, que é o autor deste relevante trabalho, que, hoje, chega ao nosso conhecimento.
Dos programas e projectos estruturantes realizados, a partir de 1991, sob sua gestão constam, entre outros, os seguintes: Mesa Redonda sobre Educação para Todos; Definição pelo Ministério da Educação do quinquénio 1991-1995, como o da preparação e reformulação do Novo Sistema Educativo; Reinício da actividade do ensino privado em Angola; Exame Sectorial da Educação; Plano Quadro Nacional de Reestruturação do Sistema Educativo; Estratégia Integrada para a Melhoria do Sistema de Educação; Lei de Bases do Sistema Educativo; Reforma do Ensino Técnico profissional com criação de 35 Institutos Politécnicos de novo tipo; Programa de Alfabetização e Aceleração Escolar; Plano Mestre de Formação de Professores; Adopção de um programa de Educação Ambiental e outro de Educação Intercultural; Introdução da merenda escolar; Fornecimento gratuito de livros escolares para o ensino obrigatório, que, no presente ano lectivo teve uma cobertura de 64,5%; Estatuto Orgânico da Carreira dos Docentes do Ensino Primário e Secundário, Técnicos Pedagógicos e Especialistas de Administração da Educação; Criação de um Sistema de Avaliação do Desempenho da Educação…
Na realidade, a Educação é um fenómeno sociável. De um modo geral, todas as pessoas têm filhos na escola e sentem-se encorajadas a falar sobre Educação, mesmo que saibam pouco sobre a mesma.
Tal facto, por vezes, leva a que se subestime a importância de muitas das preocupações educativas, que terão de ser analisadas ao nível macro, meso ou micro-sociológico.
Em meu entender, a leitura deste livro, por parte de pais e encarregados da educação, bem como de outros parceiros sociais, se faz necessária. Mas, principalmente, para os gestores e professores da Educação, essa leitura tem carácter obrigatório, sob pena de continuarmos a ter uma comunidade educativa pouco informada e elucidada sob questões que lhe dizem inteiramente respeito.
Julgo que seja o maior desejo do seu autor. Os textos ilustram, de forma frontal e com carácter pedagógico, as dificuldades e os sucessos vividos pelo sector da Educação e abre caminho para o futuro. Felicito o trabalho de selecção levado a cabo por Adérito Manuel Oliveira da Silva, António Campos, Daniel Mateus e José Miguel Cristóvão.
Louvo, o bonito prefácio de José Carlos Capinan e a edição de Raimundo Lima e, como não podia deixar de ser, dou os meus parabéns ao Dr. António Burity da Silva Neto, ministro da Educação, pelo livro que soube escrever.

(in Jornal de Angola)

 


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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
da lobitanga Maria Alice Gouveia

 

No período de pouco mais de um ano, a escritora Maria Alice Gouveia colocou nas bancas das livrarias duas obras literárias. “Diversas Formas de Amar” é o título do segundo trabalho que a autora, radicada em Aldeia Formosa na freguesia de Seixo da Beira, lançou no passado sábado, na livraria Bertrand, no centro comercial Dolce Vita em Coimbra.

Numa edição da Papiro Editora e patrocinado por António Lopes, através do grupo AHL Imobiliária, o livro contou com a apresentação de Adelaide Freixinho.

Também autora de “Pais Desumanos” lançado em Dezembro de 2007, Maria Alice Gouveia nasceu no Lobito, Angola, e residiu no concelho de 1974 até 1982, altura em que já casada, emigra para os Estados Unidos da América até 2003.

Actualmente reside em Aldeia Formosa, encontrando-se já a preparar uma nova obra literária.

 

(in http://www.correiodabeiraserra.com/)


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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008
Ruy de Carvalho lança novo livro

O escritor Ruy Duarte de Carvalho tem praticamente concluído a sua próxima obra literária, perspectivando publicá-la nos primeiros meses do próximo ano.

Depois da estreia em 1972 com “Chão de Oferta”, obra poética que lhe deu o prémio “Mota Veiga”, Ruy de Carvalho experimentou outros géneros literários, passando a misturar a poesia com ficções e análises.
Em declarações à Lusa, à margem de uma conferência na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, o escritor falou do livro que está a acabar de escrever e que se articula com duas obras anteriores, “Os Papeis do Inglês” e “Paisagens Propícias”.
“Será o terceiro livro de uma coisa que eu não sei se acaba aí, portanto não sei se é trilogia, (...) tetralogia ou o que será. Depende da minha capacidade. Para já, completa os ‘Papeis do Inglês’ e as ‘Paisagens Propícias” acrescentou.
Quanto ao título, disse não ter ainda um à vista, cabendo ao editor decidir, embora exista uma proposta. Contudo, salientou o escritor, o livro envolve vários personagens em viagem pela África Austral. “Esse conjunto passará a chamar-se ‘Os Filhos do Próspero’. São os filhos daquele que foi colonizar”, adiantou.
“Tenho uma proposta que são só perturbações. São só subversões (...). Será ‘A Terceira Metade’, o que já é perturbante, e depois, se calhar, chama-se ‘Os Sóis e os Nós’, que é suficientemente vasto para se poder prever que haja alguma coisa lá dentro”, afirmou.
A maior parte da acção passa-se onde decorrem as duas obras anteriores, no Sudoeste de Angola, Noroeste da Namíbia, na zona de deserto e semidesértica que o Cunene corta a meio, um território que desconhece a fronteira política.
Nascido em Portugal, na zona de Santarém, no ano de 1941, Ruy Duarte de Carvalho foi muito pequeno para Angola, região de Moçâmedes, onde a família se estabeleceu. Esses motivos, aliados ao facto de ter crescido em Angola moldaram por completo o coração do artista, segundo o próprio.
Ainda voltou a Portugal para fazer o curso de regente agrícola em Santarém, mas já nessa altura sentiu que as suas raízes estavam em África. Aderiu ao sonho nacionalista da independência e quando esta chegou, em 1975, reconheceu a sua quota-parte no esforço independentista.
"Pensei ou decidi ser angolano e não ser português. Não aconteceu assim. Naturalmente, sou cidadão angolano. Só voto em Angola. Só respondo pela minha actividade cívica em Angola”, esclareceu à Lusa.
Foi professor, ensinou, redistribuiu o “capital de aprendizagem”. Hoje, está reformado e a reforma dá-lhe para viver. Dos direitos de autor prefere nem contar com eles.
“Vivo como escritor. Como antropólogo, está implícito. Não sou exactamente o antropólogo clássico porque esse faz análise social.
Eu acho que me fiz antropólogo por precisar de me explicar algumas coisas que só a formação nesse ramo do saber me ia ajudar. Mas antes de ser antropólogo, já era escritor”, contou.
De resto, é escritor que gosta de ser. Os cientistas não fazem livros sem notas de rodapé e Ruy Duarte de Carvalho prefere incluí-las no texto. “Liberto-me do casaco de antropólogo e devolvo-me ao meu casaco de escritor e de poeta, que é o melhor de tudo”, proclamou.
 

(JA)


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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
capoeira

Embaixada do Brasil em Angola lança Livro de Capoeira

 

 

A Embaixada do Brasil em Angola teve uma atração especial ontem, quando lançou no Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR) a publicação “Textos do Brasil 14 Capoeira”, editado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

A edição traz fotografias de Pierre Verger e desenhos do Carybé, que ilustram entrevistas e artigos de pesquisadores, mestres de capoeira e autoridades ligadas à cultura brasileira, na qual se destacam as significativas implicações da capoeira para a cultura e a vida social, como modalidade de jogo, dança, música e oportunidade para inserção social.

A capoeira é um arte que está fortemente relacionada com a história africana e que marcou profundamente a cultura brasileira.

A obra foi apresentada pelo mestre Vila Isabel, do Núcleo de Capoeiragem Beribazau de Brasília e dois mestres brasileiros de capoeira de Angola, mestre Cobra Mansa e Mestra Janja. Para apreciar a arte, foi realizada uma roda de capoeira pelo grupo de capoeira Abadá, do Núcleo da Casa de Cultura Brasil-Angola.

Hoje será a vez da I Jornada de Capoeira Brasil-Angola, durante a qual os mestres convidados vão proferir palestras sobre os temas “Raízes Angolanas da Capoeira Brasileira”, “Capoeira e inclusão social” e "Perspectivas e desafios para a capoeira no século XXI”. Emais: paralelamente à Jornada será exibido um trecho do documentário “mestre Bimba – a capoeira iluminada”, inspirado no livro “Mestre Bimba-Corpo de Mandinga”, de Muniz Sodré.

 

(in África 21)


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moedas

MOEDAS DE ANGOLA<BR>L. Rebelo de Sousa 


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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
novo livro de contos

"Filhos da Pátria", do angolano João Melo, lançado no Brasil

Efectuado o primeiro lançamento na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, com apresentação de Muniz Sodré e palavras do autor.

 

 "Filhos da Pátria"

 

Estudado nas universidades brasileiras, o angolano João Melo chega agora ao mercado editorial do país com chancela da Record. "Filhos da Pátria", o mais recente livro do jornalista e escritor angolano, será lançado no Brasil pela editora Record.
Coletânea de contos, teve sua primeira edição em Angola, em 2001, pela editora Nzila, e em Portugal foi lançado pela editorial Caminho.
Depois do Rio, será a vez de Salvador, Brasília e Porto Alegre, também com a participação do autor, que junta a arte da palavra à atividade empresarial em Angola, na área da comunicação, e ao engajamento político e parlamentar.

Da poesia ao conto
João Melo nasceu em 1955 em Luanda, onde vive. É escritor, jornalista, publicitário, professor universitário de Comunicação e deputado à Assembleia Nacional de Angola. Fez os estudos primários e secundários em Luanda. Estudou Direito em Coimbra e Luanda.
De 1984 a 1992 morou no Rio de Janeiro, como correspondente de imprensa. Nesse período, graduou-se em Jornalismo na Universidade Federal Fluminense e fez o Mestrado em Comunicação e Cultura na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Como escritor, é poeta, contista, cronista e ensaísta. Publicou dez livros de poesia, quatro de contos e um de ensaios. Tem actualmente no prelo três livros de poesia, dois de ensaios e um de contos. Está representado em várias antologias, em Angola e no estrangeiro. Teve três menções honrosas, duas no Prémio Sonangol de Literatura e uma no Prémio Sagrada Esperança, ambos em Angola. Publicado habitualmente em Angola e Portugal, tem textos traduzidos para mandarim, alemão, italiano e húngaro.
É membro fundador da União de Escritores Angolanos, da qual já foi secretário geral, presidente da Comissão Directiva e presidente do Conselho Fiscal.
Como jornalista, recebeu em 2008 o Prémio Maboque de Jornalismo, a maior distinção jornalística de Angola. É um dos autores africanos mais estudado nas universidades brasileiras.
João Melo é diretor-geral da revista África 21 e parceiro do portal de informação África 21 Digital (www.africa21digital.com).


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