Intensa paixão, tristeza profunda, sagrada esperança...
Domingo, 23 de Março de 2014
Centro Equestre da Huíla




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Quinta-feira, 20 de Março de 2014
ulinga ô-manima ê-chinana!...
O blogue faz hoje oito anos!



Por meus filhos já regresso
a esta sanzala de novo;
por meu chão, por meu povo,
de Angola nunca me despeço.

Por meu filho, meu coração,
minhas lágrimas de alegria,
pelas picadas percorreria,
por mim, pela minha paixão!

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Terça-feira, 18 de Março de 2014
Contos do Vissapa - 7

A "loja do mato" está e estará no meu imaginário para sempre. Nunca houve nada tão singelo e simples como elas e vendo bem as coisas contribuíram para o maior intercâmbio de culturas da história de Angola.

 

BELUNGA - O ESPIÃO DO CALOR

 

Há duas coisas que nunca existiram neste mundo de Deus e nem mesmo a imaginação mais fulgurante e profícua poderia alguma vez conceber a sua existência. Mas acreditem ou não existiram e eu sou testemunha. Uma era o Tchicututilo e outra era o Belunga, e ambas completavam-se como o “Suiuio” em pena de galinha. O Tchicututilo era uma povoação de duas casas e um casebre encravada em nenhures, muito para lá do sol-posto. Para se chegar lá eram precisas carradas de paciência, fé em Deus e uma carrinha GMC do princípio dos anos cinquenta ou uma Ford do final dos quarenta, pelo menos eram as duas viaturas que eu conheci lá para aquelas bandas, com a honrosa excepção do meu Willys com motor Hurricane. O chão do Tchicututilo era de um rubro alaranjado e os mutiátis salientavam-se verdejantes crescendo desordenados por todo o lado. Os morros de Salalé pareciam dedos terrosos apontados ao céu e muitos outros acostavam-se às espinheiras servindo-se delas como escoras. A loja do João Rebelo (Camundongo) ficava à entrada do lugarejo, e a do Manel Serra (O Chiça) à saída, algo que não estava perfeitamente definido pelos dois comerciantes e suscitava um constante desaguisado. Na verdade quando o Rio Mutupuka engravidava das águas serranas a posição invertia-se. O Camundongo passava para a saída e o Chiça para a entrada. Deixem-me explicar. Era preciso dar a volta por trás da serra para se chegar ao Tchicututilo. Depois de alguns amuos mais ou menos prolongados entre os dois, concordaram mutuamente em colocar duas tabuletas amarradas com arame a dois bocados de carril de caminho de ferro, um em cada entrada ou saída, conforme havia chuva ou não. Eu o Willys e o Belunga, o meu ajudante de campo, vivíamos no meio destas duas almas perdidas num casebre do comerciante pioneiro do Tchicututilo o velho Cabaça que morrera no final dos anos trinta e só fora encontrado no inicio dos quarenta. Muita chuva para aqueles lados na época. Eu dividia o único aposento coberto da ruína com duas osgas que pareciam jacarés de tanto insecto comido e uma cobra rateira que ziguezagueava o tecto de capim durante a noite. Nada de mais. O Belunga, ave pouco dada a capoeira dormia no alpendre das traseiras junto ao teodolito e ao saco da tenda que só usávamos quando tínhamos de dormir longe do Tchicututilo por exigência do meu trabalho de topógrafo. A loja do Rebelo era em tudo igual à do Serra, com a subtil diferença de uma se localizar à esquerda e outra à direita da picada que cruzava o lugar, isto é, se não chovesse. Ambas tinham sido concebidas arquitectonicamente com arrojo, aquilo que hoje se chama de arquitectura minimalista. As típicas lojas do mato. Um rectângulo com duas janelas e uma porta ao meio destinado a habitação. Outro rectângulo de maior dimensão colado ao primeiro, mas apenas com uma janela e uma porta destinado ao comércio. Nunca cheguei a saber se houve plágio do projecto mas eram iguais como duas gotas de água. Ambas com cacimba, sambo para o gado, mamoeiros, uma mangueira e uma data de penosas e patos mudos esgaravatando aqui e ali em busca de bicharada na areia vermelha. Por vezes a criação atrevia-se a incursões aos sacos de serapilheira atulhados de Massambala, massango e milho, especados como sentinelas á porta dos estabelecimentos. As mesmas rodas de bicicleta penduradas no tecto, dezenas de garrafas de vinho Royal alinhadas na prateleira como soldados, samacacas, kamberiquitos, caixas de remendos, rolos de cangonha, rodas pedaleiras, maços de papel de embrulho entulhados de Francesinhos, Caricocos, Morenitas e Francês Galo. O Camundongo e o Chiça abriam e fechavam as lojas à mesma hora num ritual único. Cada um deles colocava uma gaiola com uma bengalinha e um bigodinho no prego espetado na parede de adobe. Um tinha uma Ford o outro uma GMC e bem contadinhas as cabeças de gado nos sambos não deveriam variar muito em quantidade. A clientela era fundamentalmente a mesma, trazendo bois e cabritos e levando cobertores, samacacas e bicicletas e açúcar mascavo para a fabricação de água-ardente de Mangongo. Eu abastecia-me alternadamente num e noutro para não arranjar atritos e o churrasco picante ou era na casa do Rebelo aos sábados ou na do Chiça aos domingos. O Belunga, o meu porta-miras travara-se de amizades com os dois comerciantes e passava horas a tagarelar em bundo com um ou com o outro, conforme o dia e a loja e eu sem perceber patavina. Deixou de me pedir adiantamentos e ao fim de seis meses já tinha uma bicicleta zero quilómetros, dois kamberiquitos novos, três cabritos e uma nema, sem contar com as garrafas de Macieira vazias espalhadas no alpendre. Estranhei a fartura repentina e resolvi perguntar-lhe o que se passava. - O negócio é o seguinte o Camundongo me solicitou para ver os preço das mercadoria da loja do Chiça para fazer os comparação e me dá umas propina – Ai é? Exclamei espantado. – E então o Chiça não desconfiou? - Não desconfiou não, ele me pediu para fazer o mesmo na loja do Camundongo. Assim todo o mundo está contente e não precisa discutir mais qual os entrada ou os saída do Tchicututilo.

 

 

Reis Vissapa


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Quinta-feira, 13 de Março de 2014
querem lá ir?

 

 


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Contos do Vissapa - 6

NKWASI - A LENDA

 

Ngeve palmilhou os últimos cinquenta metros que a separavam da cubata abandonada no meio da anhara onde o mato rasteiro tomara como residência o terreiro que outrora se situara no meio da sanzala. A bola vermelha germinava no horizonte crepuscular recortando as árvores mais altivas em tons sombrios com a natureza orquestrando os primeiros acordes matinais. Arrastou-se até ao centro do terreiro com ambas mãos sustentando o ventre dilatado de vida. Virou-se para o sol como buscando ajuda e o semblante alterou-se num esgar de dor. Curvada trouxe ao mundo Ekumbi menino sol que transportara há nove meses consigo. Cortou o cordão umbilical com a boca e limpou a criança com ternura. Ngeve fora expulsa da sanzala e estigmatizada como adúltera por Ngongo e a sua mulher Njamba três meses antes do parto literalmente selvagem. Gémeas de nascimento ambas haviam sido prometidas aos doze anos na festa da puberdade respectivamente a mais nova Njamba, ao soba Ngongo e Ngeve a um pastor negro garboso e de porte altivo de nome Vitulo. A sanzala situada entre o Cafu e o Humbe tocava a vida harmoniosamente entre o pastoreio do gado, os arimbos de milho e a pesca artesanal no Cunene. Ngongo que queria as duas irmãs só para ele tratou de afastar o pastor de Ngeve e obrigou Vitulo a ir em busca de umas cabeças de gado supostamente roubadas obrigando o rapaz a uma ausência de seis meses sem este sequer concretizar qualquer relacionamento com a sua prometida. Quando do tardio regresso à sanzala o jovem Vitulo encontrou a mulher grávida. Alegando adultério os pais das gémeas tiveram de lhe devolver o dote respeitante a Ngeve que era constituído por várias cabeças de gado. O soba Ngongo temeroso de Njamba fechou-se em copas e determinou a expulsão da rapariga. Ekumbi cresce com a sua jovem mãe na sanzala abandonada e torna-se um jovem atlético, profundo conhecedor dos segredos dos matos. No final dos anos trinta tem vinte anos e é um hábil pescador e caçador garantindo com o plantio do arimbo por Ngeve o sustento de ambos. Tem um recanto onde pesca no Cunene e a altiva águia pesqueira africana que o observa acaba por se habituar à sua presença soltando o seu gristo estridente sempre que o jovem chega à margem do rio. Volta e meia levanta vôo e rasa as águas agarrando com as garras um descuidado peixe prateado. Tornam-se dois companheiros de pesca que se toleram numa paz absoluta e o jovem Ekumbi acaba por imitar na perfeição o grito da ave. Certo dia ao chegar ao rio estranhou não ouvir as boas vindas da águia e não a lobrigou no seu poleiro habitual na acácia espinhosa. Encontrou-a agonizante sob a espinheira totalmente coberta de quissondes. Sacudiu os insectos e enterrou a sua companheira destroçado pelo desgosto. Quando acabou a tarefa vislumbrou um ninho entre as folhas da árvore e ouviu os gemidos esganiçados e famintos do filhote desprotegido. Subiu com dificuldade à espinheira e retirou avezinha quase sem penas do ninho e alimentou-a. Um ano volvido o animal tinha-se transformado num soberba águia que o acompanhava para onde quer que ele fosse soltando os seus gritos de liberdade e regressando com ele ao diminuto kimbo pernoitando numa das acácias adjacentes. De maior idade a mãe Ngeve conta-lhe a história do seu nascimento e faz-lhe saber que o soba Ngongo é seu pai. Ekumbi decide conhecer o homem que é seu progenitor e resolve ir à sanzala onde ele é soba acompanhado de Nkwasi o nome com baptizara a águia sua fiel companheira. Encontra a sanzala aterrorizada com a ameaça de um leão solitário que na noite anterior assaltara a sanzala de Ngongo e Njamba com o fito de roubar alguma cabeça de gado. Imprudentemente o soba e a mulher enfrentaram o animal e acabaram por sucumbir ao ataque deste. Os habitantes quando vêm Ekumbi acompanhado de Nkwasi a soberba águia pesqueira, de imediato identificam as parecenças Ekumbi com falecido soba e pensam que este reencarnou por ordem de Nzambi em homem e águia para os libertar do terror do leão predador. Ekumbi aceita de bom grado esta veneração e hábil caçador que é acaba por conseguir surpreender a fera e acabar com ela uns dias mais tarde É eleito soba e herda os bens de Ngongo. Nkwasi passa a fazer parte integrante do kimbo e pela alvorada solta o seu grito estridente de liberdade. Para os habitantes representa o deus Nzambi e ninguém ousa sequer aproximar-se dela. Esta lenda africana passa de geração em geração até aos nossos dias e quando hoje uma Nkwasi solta o seu grito estridente pelos céus este é interpretado em várias regiões da nova África negra como um grito da liberdade.


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Domingo, 9 de Março de 2014
um espanto!

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Quarta-feira, 5 de Março de 2014
Contos do Vissapa - 5

O MUCUBAL E O MALHADO

A residência de Kapingala estendia-se desde o Capolopopo à Pediva e em tempos de maior aridez podia chegar até ao Iona onde quase sempre havia pasto abundante. Kapingala um mucubal bem constituído com cerca de um metro e oitenta de altura e sem pinta de qualquer gordura extra percorria o seu território ancestral solitariamente, quase desde que dera os primeiros passos no deserto do Namibe. Um turbante de cor indefinida cobria-lhe a carapinha encrespada e na lateral do mesmo estava incrustado uma espécie de pente alongado de um dente só que servia para entrelaçar os cabelos. Junto aos caninos salientes tinha pespegada uma diminuta folha de oliveira em latão que lhe permitia falar com o seu rebanho. Uns nonkacos de pneu calçavam-lhe os pés curtidos e uma vara longa completava indumentária juntamente com um javite encaixado na piaça de couro que segurava o malapi. Ao pôr-do-sol dir-se-ia um Deus recortado na imensidão do deserto. O rebanho que pastoreava deveria ter para aí uns trinta animais que o boi de pelo castanho avermelhado com manchas brancas comandava com autoridade mugindo de vez em onde o seu vozeirão, balançando os cornos enormes com quase um metro de distância entre as hastes. O Malhado era o seu ai Jesus e homem e animal pareciam poder comunicar. Volta e meia ia até às imediações da Oncócua onde trocava duas ou três cabeças por um sobretudo militar novo, tabaco e um dois kamberiquitos para se proteger das madrugadas frias.
O seu tio Namgombe era uma espécie de Onassis do deserto. Quando lhe perguntavam quantas cabeças de gado possuía limitava-se a agarrar num punhado de areia e respondia que tantas como as diminutas pedrinhas que tinha na mão. Kapingala era filho da sua irmã Kasinda e culturalmente seria seu herdeiro por comprovada consanguinidade. Ambos não nutriam grande simpatia um por outro e Namgombe troçava da pobreza de Kapingala em matéria de gado. Por outro lado cobiçava o Malhado que via como um touro excelente para as suas imensas manadas chegando a oferecer-lhe cinco garrotes e três nemas por o bicho, proposta que Kapingala desdenhou. Certa ocasião Kapingala apaixonou-se perdidamente por uma bicicleta a pedal que o velho Aranha tinha para venda na sua loja do mato na Oncócua, pendurada do tecto. O velho Aranha tal como Namgombe cobiçava o Malhado que se dizia falava com o dono e por o mesmo possuir a fidelidade de um cão em relação ao proprietário. Nestas negociatas do mato tanto Namgombe como o Aranha esqueceram que amizade e fidelidade não se compram num sambo qualquer, mas são de facto fruto de um companheirismo e partilha de espaço e vicissitudes diversas durante longos anos.
Depois de muito regatear com o Aranha, Kapingala tremendamente entristecido acedeu a negociar o seu boi de estimação indo este parar ao sambo do astuto comerciante. O Mucubal cedo se apercebeu que bicicleta não era própriamente veículo para o deserto depois de sucessivos furos e pneus rasgados que o obrigaram a largar uma nema na loja do Aranha a troco de dois pneus, uma caixa de remendos e uma corrente para a roda pedaleira. Ao fim dois meses e verificado o trágico negócio que fizera atirou com a bicicleta por um barranco abaixo. Quando Namgombe soube do negócio de Kapingala arquitectou um plano diabólico para conseguir o Malhado e deixar o sobrinho em maus lençóis. Pela madrugada quando o deserto dorme passou pelo sambo do Aranha e com silvos tirados com a folhinha de oliveira logrou levar o Malhado atrás de si até o prender num dos seus cercados.
Quando Aranha deu por falta do bicho procurou Kapingala e acusou-o de roubo ameaçando fazer queixa na administração do Capolopopo. Este fez-lhe ver que o animal não estava com ele e convenceu o comerciante a irem fazer uma busca nos sambos de Namgombe onde descobriram o boi. Confrontado Namgombe com o furto do animal este negou e para provar a sua inocência abriu a porta do cercado e fez silvar a folhinha de oliveira em latão. O Malhado viu cá fora Kapingala e sai de lá desembestado e Namgombe põe-se à sua frente o que decretou a sua morte prematura com a marrada que levou. Nesse trágico momento Kapingala apercebeu-se que acabara por ficar o homem mais rico daquelas terras do Kuroca. O Aranha que conhecia a tradição mucubal propôs. – Kapingala podes ficar com o Malhado mas tens de me dar em troca cinca nemas e dois garrotes agora que herdaste essa fortuna toda. – Não Aranha, eu dou-te dez nemas e dez garrotes mas vais ter de mandar arranjar a bicicleta e quero dois pneus sobressalentes e cinco caixas de remendos e uma bomba para encher as câmara de ar. – E onde está bicicleta Kapingala? – Perguntou o comerciante acedendo à proposta. – Está lá ao pé da Pediva. – Respondeu-lhe o Mucubal. – Então leva lá à loja para eu mandar arranjar. – Ordenou o Aranha. – Não levo não Aranha. Vai lá procurar ela que eu também vim procurar o teu boi. Dizem que o velho Aranha procurou a bicicleta de Kapingala meses a fio sem sucesso e quando finalmente a encontrou só restava o quadro e o selim. Histórias de mucubais só acredita quem quer ou quem já foi enganado pelo Aranha.

Reis Vissapa


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