Intensa paixão, tristeza profunda, sagrada esperança...
Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2012
fiquem bem


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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2012
Natal bosquímane...

 

foto de Liliana Carneiro



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os Khoisan e a água...

Estima-se que cerca de 100 000 membros do grupo San vivem na região da África Austral. Evidências arqueológicas provam que este povo está presente há mais de 20 mil anos e, consequentemente, pode ser considerado o verdadeiro povo indígena da região.

Em Angola, o povo San representa cerca de 7000 indivíduos. Vivem no Sul, em pequenos grupos dispersos, alguns deles na bacia hidrográfica do rio Kunene. A permanente redução do acesso à terra e aos recursos naturais, incluindo a água, bem como a limitação dos direitos territoriais, têm levado à erosão do estilo de vida tradicional dos San.

O trailer que se segue é um trecho do DVD “Da Terra, do Fogo e da Água. Vozes dos Sans de Angola” (2009), produzido por Richard Papkleppa com financiamento da Christian Aid. Este trecho aborda a vida do povo San em Cafima, na Província do Kunene, e mostra como o acesso limitado à água é um dos principais problemas na vida deste povo.

 

http://www.kunenerak.org/UserFiles/Interactive/pt/SanVideo/SanVideo.html#

 

 


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botas novas, saber antigo...


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Domingo, 23 de Dezembro de 2012
os pelicanos da foz do Cunene


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publicado por zé kahango às 01:35
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um Governador pela estrada (?) fora...

Ir do Namibe à Namíbia por estrada não é impossível, mas é preciso passar pelas cidades do Lubango, na província da Huíla, e Ondjiva, no Cunene. Um recuo que resulta numa distância de cerca de 640 quilómetros, e depois mais 45 até ao posto fronteiriço da Santa Clara, para atingir a região de Oshikango, a primeira paragem para lá da fronteira.
(...) para muitos angolanos que vivem no Norte e litoral, viajar de carro até àquele país vizinho pode custar menos tempo e dinheiro, se a ligação for feita a partir do Iona, no município do Tômbwa, passando pelo posto fronteiriço de Calueque, já localizado no Cunene, mas apenas a 13 quilómetros da fronteira. Um percurso que totaliza 374 quilómetros do Namibe à cidade namibiana de Outapi, também conhecida por Ombalantu. Ou seja, menos 310 quilómetros do que a rota habitual.
(...) Para avaliar a situação, o governador Isaac dos Anjos decidiu fazer uma parte do referido percurso, a partir da cidade do Namibe, passando pelas localidades do Curoca, Iona e Espinheira, até atingir o posto de guarda fronteira da Foz do Rio Cunene, numa distância de cerca de 280 quilómetros.
Apesar da distância ser reduzida, foram necessárias muitas horas para chegar ao local, devido ao mau estado da via, que é dominada ora pelos montes de areia que se formam no deserto, ora por inúmeras pedras.
Para muitos, fazer o percurso até à Foz do Cunene é um desafio que só serve para os mais aventureiros. Os avisos sobre os perigos de alcançar a região por estrada vêm de quase todos os lados.
Só é possível chegar lá através de viaturas com suspensão alta e tracção às quatro rodas. Se estiver a chover muito, algumas áreas podem tornar-se intransponíveis, devido aos vários rios existentes ao longo do trajecto e que não têm pontes.

É recomendável transportar mais de um pneu sobresselente, e de preferência todos em boas condições, já que o troço está cheio de pedras afiadas semelhantes a lâminas. Não é possível sequer falar da existência de qualquer recauchutagem na via, nem tão pouco de um posto de abastecimento de combustível, razão pela qual se aconselha igualmente que seja levado gasóleo ou gasolina de reserva. O mesmo pode dizer-se em relação aos bens alimentares e às bebidas, já que também não existe um único estabelecimento comercial ao longo do caminho.
A situação pode ser agravada pelas altas temperaturas que por vezes atingem a região, chegando muitas vezes aos 40 graus. Daí mais um aviso: levar chapéus ou sombrinhas pode ser uma grande vantagem, evitando deste modo queimaduras da pele provocadas pelos raios solares.
Precavidas todas estas situações, que levantam a suspeição e o medo de visitar a Foz do Rio Cunene, a viagem, apesar de demorar mais tempo do que o normal, torna-se, até certo ponto, um prazer, diante dos encantos do Deserto do Namibe e do Parque do Iona, como a raridade da planta Welwitschia Mirabilis, as dunas, as planícies e savanas abertas, as montanhas rochosas com formatos que recordam gigantescas esculturas surrealistas e várias espécies animais, como veados, órixes, zebras e aves diversas.
(...) A reabilitação da Estrada Nacional 295, que liga esta província ao Cunene, está a ser apregoada pelo governador Isaac dos Anjos desde que assumiu as pastas do Namibe e vai certamente abrir novas expectativas no desenvolvimento desta região.
(...)
Isaac dos Anjos mostrou-se, ainda, preocupado com as várias comunidades tradicionais existentes nesta região, com uma cultura muita arraigada, (...): “É preciso fazer alguma coisa para mudar o cenário dos chimbas, dos muimbas, dos mucubais, para que haja desenvolvimento e melhoria das condições de vida”, disse o governador.
Do seu ponto de vista, é necessário compreender as condições em que estas populações vivem e habitam, sem desprezar as suas principais características culturais e ajudá-las a ter uma vida normal e sem muitas dificuldades.
“Testemunhámos aqui no Tômbwa a existência de uma mulher muimba que é funcionária pública, motorista de uma ambulância do posto médico do Iona, e nem por isso perdeu as suas características e protecção culturais”, concluiu o governador .

 

 

in http://jornaldeangola.sapo.ao/25/0/pela_estrada_fora_ate_a_vizinha_namibia



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Epupa...


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Namibe e o futuro...

Durante três dias, o governador (do Namibe) visitou o município do Tômbwa, a sul da província, para, entre outros assuntos, constatar o trabalho que deve ser feito tendo em vista a ligação com a Namíbia, através da povoação de Calueque, na comuna de Naulila, município de Ombadja, a 97 quilómetros da capital do Cunene. “Falta visitar povoações da parte leste do Tômbwa, para atingirmos o Cunene, até à barragem de Calueque e seguir esta rota para percebermos quão fácil e interessante será para nós fazermos esta ligação”, disse.
Os objectivos do Governo Provincial para esta empreitada estão bem definidos e um dos mais importantes é, sem dúvida, aproveitar melhor os recursos hidroeléctricos que a região possui, designadamente as barragens de Calueque, já em reabilitação, e dos Bailes, com estudos de viabilidade avançados, tendo em vista o seu aproveitamento.
A localidade de Calueque foi escolhida pelo Governo do Cunene para instalar a Zona Económica Especial (ZEE) da província, tendo em conta o potencial ali existente para o fomento da actividade agropecuária, o aproveitamento hidroagrícola e hidroeléctrico das barragens do Calueque e do Ruacaná e a proximidade com a Namíbia.
A zona tem condições favoráveis para o fornecimento de energia e água, e de acessos, o que vai permitir a criação de infra-estruturas fundiárias, económicas e administrativas, para o fomento intensivo da produção e criação de empregos. A barragem com o mesmo nome começou a ser reabilitada em Abril deste ano e as obras, orçadas em 22,5 mil milhões de kwanzas, vão ter a duração de 25 meses.
Quanto à barragem dos Bailes, localizada igualmente no rio Cunene, na fronteira entre Angola e a Namíbia, a sua reabilitação vai resultar na produção de 600 megawatts de energia eléctrica e beneficiar estes dois países irmãos, com 300 megawatts para cada um. “Se não nos adiantarmos a isso, a estrada de ligação para a construção da barragem dos Bailes vai com certeza partir de outro ponto qualquer do país, e o Namibe perde a oportunidade de ver realizado mais um projecto de integração regional”, referiu.
Isaac dos Anjos aponta igualmente como prioridade do seu governo o fortalecimento da actividade turística na região, uma vez que a mesma possui inúmeros recursos naturais, começando pelo deserto do Namibe, passando pelo Parque Nacional do Iona, quedas de Monte Negro (na Epupa) e do Ruacaná.
A linha que limita os territórios de Angola e da Namíbia, que de oeste para leste é definida pelo rio Cunene, constitui por si só uma importante atracção turística.
“Vamos mobilizar sobretudo agentes do Namibe para sentirem que é possível trazermos mais turismo, mais desenvolvimento a esta zona, é possível acreditar, eu acredito, e espero que a juventude possa acompanhar-nos”, salientou.
O governador considera que, do ponto de vista do desenvolvimento económico para a região, é necessário que outros investidores intervenham neste processo e que não tem de ser só o Estado a fazer tudo.
 “Temos de incentivar os investidores a criar mais lojas, mais acampamentos turísticos, temos de trazer vida com conforto a estas paragens inóspitas, para que possam existir muitos visitantes sem medo que lhes falte qualquer assistência."

 

in http://jornaldeangola.sapo.ao/25/0/pela_estrada_fora_ate_a_vizinha_namibia



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Cunene...


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como se pede chuva, no Humbe...

O mais poderoso dos poderes sobrenaturais de um chefe Khumbi é o “chamamento da chuva” (okulokesa), um talento que poderá nem sempre estar limitado apenas ao chefe e que também poderá ser encontrado nos seus parentes próximos.

Deus é visto como o potencial Senhor da chuva, mas para a fazer cair e fertilizar a terra é necessária a intervenção de intermediários. Estes intermediários sabem como empregar o “remédio” próprio e manter afastadas as más influências que tendem a evitar que a terra seja abençoada com esta oferta de Deus.

Assim, o intermediário sagrado e indispensável entre Deus e a terra seca é o chefe ou um membro da sua família. A cerimónia utilizada na corte “Nkumbi (Mutano)” para fazer a chuva cair dos céus incluía tradicionalmente a pedra de libação designada onthwei, bem como uma panela usada no ritual.

Entre os Khumbi também existia a crença de que o poder de chamar a chuva estava associado ao tutano do osso do ombro e da canela do chefe reinante. Após a morte do chefe, aguardavam até que o corpo se decompusesse para poderem separar os ossos do braço e da perna direita e extrair o tutano dos mesmos. Este era misturado com manteiga e servido como unguento do ritual para untar o corpo do herdeiro e transmitir o referido poder, de modo a que este tivesse a capacidade de produzir a benéfica chuva.


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orix do Cunene


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como se pede chuva, nos Gambos...

O Município do Gambos fica no sudoeste de Angola, uma região semi-árida, atravessada pelo rio Caculuvar, pertencente à bacia hidrográfica do rio Cunene. A região é habitada por pastores e agro-pastores que têm a mobilidade e a transumância como elemento vital do seu sistema de produção e da sua vida socio-cultural e económica.

Quando ocorre uma seca ou a chuva atrasa e os pontos de água que abastecem as pessoas e animais (bovinos e caprinos) têm pouca ou nenhuma água, os anciões da região mobilizam-se e vão ter com o Ohamba (o rei) da Embala (capital ou sede onde reside o rei) e pedem-no para interceder junto aos antepassados através de cerimónias mitológicas e rituais próprios que fazem parte dos hábitos e costumes dos povos da região.

Os antepassados podem estar muito zangados e são precisas preces e pedidos com orações. O Ohamba é convencido ou obrigado a liderar as cerimónias.

O primeiro acto é feito por um a três homens que às 16 horas ou às 6 da manha untam com óleo de nompeke as pedras sagradas da Embala, no sítio onde habitualmente se faz a entronização e o acto de empossar os reis da Embala.

Posto isto, o adivinho, um mago sacerdote da cultura tradicional, faz a segunda cerimónia chamada okukelimbula, durante a qual ele descobre o que os antepassados desejam para “desamarrar” a chuva.

O acto é concluído pelo adivinho que anuncia o que os antepassados desejam e qual é a cerimónia que deve ser feita.

Entre outros, preparam-se pelo menos três bois de cor preta; um é sacrificado na Embala durante uma festa com danças como o Lundongo, Nkanqula, Ondjongo e Mutango. Os outros bois são levados a outras Embalas importantes da região, a Quihita e a do Jáu.

 

Fonte: Guilherme Santos, na base de uma entrevista com António Chipingui, administrador comunal da Chibemba, no Município do Gambos, no dia 3 de Novembro de 2010

 

in http://www.kunenerak.org/pt/pessoas/people+of+the+basin/cultural+diversity/stories/About+Rainmaking.aspx


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Sábado, 22 de Dezembro de 2012
Cunene


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orix


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rósea cascata...


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aqui casei...


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na picada...


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tapetes de sisal


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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012
Cunene


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cheguei a Epupa...

 

 

Onde estão as colinas esbranquiçadas e avermelhadas,

 

onde está o Tjova de Kamome,

 

onde está Tjova de Katemba,

 

onde estão as árvores m'bondo,

 

onde estão os aloés que parecem seres humanos e gado,

 

onde está o lugar de Kuvare.

 

 

Onde está o pico da montanha,

 

onde está a casa de Warundongo,

 

onde estão as pedras,

 

onde está o lindo vale do rio Kunene que faz um som como se estivesse a ser ferido,

 

onde está a cor escura de Mapu

 

e onde está a coisa especial de Tjikongondumbu.

 

 

in http://www.kunenerak.org/pt/pessoas/people+of+the+basin/cultural+diversity/stories/praise+poems.aspx

 


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sabedoria Himba...


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Serra Cafema


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imbondeiro


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a água e a vida...

 

Excertos de uma Entrevista Traduzida com o Ancião Himba, Mbatjanani Kapika

Sr. Bollig: Quando foi a primeira seca de que se lembra?

Mbatjanani: Durante o ano da “Expulsão dos Famintos” muitas das nossas cabeças de gado morreram, até que nos mudámos para o rio Kunene, para um sítio chamado Kehorouua. Ficámos aí até que o nosso gado começou novamente a morrer e as pessoas foram deixadas numa planície aberta vazia. No ano seguinte, a seca chegou e voltámos para aqui, para as nossas antigas terras. Ali, junto aquelas pedras pretas, o gado voltou a procriar até que voltaram a ser muitos.

 

Sr. Bollig: Quando um determinado ano se tornava num ano de seca o que comiam?

Mbatjanani: Comíamos três coisas: cabras, vacas e ovelhas. Antes de comermos os animais comíamos apenas os frutos das palmeiras. No dia em que as pessoas sentiam os joelhos fracos tiravam uma cabra da cerca para a matarem e comerem. Depois voltavam a comer frutos de palmeira. Quando os frutos de palmeira eram muitos no estômago matavam uma ovelha e quando ela acabava voltavam outra vez a comer frutos de palmeira. Quando os seus joelhos ficavam novamente fracos regressavam à cerca e tiravam uma vaca. Quando acabava voltavam a comer frutos de palmeira. Se sentiam nos seus corações que estava a ser demais entravam novamente na cerca do gado e tiravam outra vez uma ovelha.

 

Sr. Bollig: No ano de “Os Moribundos” para onde tentaram ir?

Mbatjanani: No ano de “Os Moribundos” algum gado nesta zona morreu perto da montanha de Oheuva. Outras cabeças de gado que foram levadas daqui subiram às montanhas de Omavanda. Algumas manadas de gado e rebanhos atravessaram o Kunene e foram levados para Angola, onde foram vendidas para conseguirmos sacas de milho.

 

Sr. Bollig: Quando (no passado) havia uma seca, para onde iam? Olhe, existe esta grande montanha de Okuhama. Encontravam ajuda aí?

Mbatjanani: Sim, a montanha ajudava. Quando digo isto, estou a falar das Montanhas Omavanda, onde a erva nunca acaba.

 

Sr. Bollig: E quando se instalavam aí na montanha, pediam permissão aos Tjimba que aí vivem ou instalavam-se simplesmente aí?

Mbatjanani: Eles não têm gado, não têm cabras. E não se sabe onde têm o seu mel. Então porque nos haviam de impedir? Se formos viver para lá eles só dizem “obrigado”. Assim eles vivem e bebem leite coalhado nos nossos postos de gado. Eles dizem “fiquem aqui” mesmo vivendo eles lá e tendo fome.

 

Sr. Bollig: Então, se alguns Tjimba permanecem lá, eles têm as suas coisas que recolhem do bosque, como o mel das abelhas e outras coisas. Eles dão-vos estas coisas?

Mbatjanani: Sim, eles dão-nos mel. Depois eles vão para a montanha e recolhem coisas como ozoseu, ozondungwarara, omahu, e trazem-nos. Durante a Primavera crescem cebolas selvagens em alguma quantidade em alguns locais montanhosos.

 

Sr. Bollig: Quando migraram e foram para a Montanha Okuhama, onde é que as pessoas e o gado conseguiam água?

Mbatjanani: Existe um buraco de água escavado à mão. O gado não esgota aquela água. Mesmo que muitas famílias se instalem ali, a água não acaba.

 

Sr. Bollig: Onde é esse buraco de água?

Mbatjanani: É na montanha, numa caverna. É um sítio aberto, onde o gado pode beber água facilmente. O gado sobe a montanha vindo de muitos lados.

 

Sr. Bollig: Ficam aqui e se o ano se tornar num ano de seca decidem ir para o rio e viver por lá?

Mbatjanani: Sim, ficamos lá e mesmo nestes dias migramos para lá e ficamos lá. E se a chuva não vier vamos novamente para o rio.

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olhe para cima!


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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012
a nossa linda terra...


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fendas da Humpata


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Editor e Redator: José "Kahango" Frade Coordenadora do Conselho Redatorial: Paula Duarte (A-Santa-Que-Me-Atura...) O Mui Ilustre Painel de Colaboradores: Dionísio Sousa (Cavaleiro dos Contos), "Funka" (Nobre Reporter Permanente), João "Neco" Mangericão (Moçâmedes), Jorge Sá Pinto (Assuntos Arqueológicos), José Silva Pinto (Crónica Quotidiana), Mané Rodrigues (Assuntos Culturais), MJT Pimentel Teixeira (Prospecções), Paulo Jorge Martins (Fauna Grossa), Ulda Duarte (Linguística da Huíla), Valério Guerra (Poeta Residente).
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