Intensa paixão, tristeza profunda, sagrada esperança...
Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
comemorando o milésimo "post"!

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publicado por zé kahango às 10:10
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citações de um excelente artigo

Atenção ao tipo de desenvolvimento...

 

 

 

(...)


"O Presidente da República deu o mote quando, há alguns anos, traçou uma meta ambiciosa: recuperar em vinte anos o atraso de Angola em relação à África do Sul e ao Brasil. A comunicação social pública transmite do país uma imagem impressionante de progresso e de felicidade para todo o povo. Analistas vários garantem que as eleições de Setembro representaram uma lição para África e para o mundo. A auto-estima dos angolanos atingiu níveis sem precedentes."

"Nem tudo vai bem no reino angolano"

"Não partilho desse optimismo exacerbado. Reconheço que muito está a melhorar, o que é particularmente evidente quando se olha para as infra-estruturas, com destaque para as estradas pelo efeito quase imediato sobre a vida de todos os cidadãos, um bom exemplo de que os projectos de desenvolvimento, quando bem pensados, podem beneficiar toda a população de forma equilibrada.
Porém, não posso deixar de manifestar as minhas apreensões relativamente ao rumo que o país está a seguir, e entendo que é meu dever alertar para os perigos e desafios que temos pela frente. Esta minha atitude justifica-se mais porque me preocupa a falta de referências críticas ou morais na sociedade em geral e nos media em particular. De acordo com a comunicação social pública, quase tudo vai de vento em popa, praticamente só coisas boas acontecem, nomeadamente quando se fala de realizações do Governo.
Factos como uma greve dos professores ou uma tomada de posição dos jornalistas da Rádio Nacional de Angola a criticar os media públicos pela sua notória parcialidade, acentuadamente agravada no período de eleições, não têm existência ou apenas passam a tê-la quando esses órgãos respondem a alguma «provocação» relacionada com o facto. E aí são obrigados a admitir a sua existência.
A comprovar que nem tudo vai bem neste nosso reino estão aí os exemplos. Não me vou debruçar sobre a pobreza ou a corrupção, assuntos que tenho tratado noutras ocasiões e noutros espaços, mas apenas assinalar algumas questões que afectam a vida normal dos cidadãos e a economia do país."

 

Perguntas


"Como é possível não questionar o facto de uma cidade com cerca de cinco milhões como Luanda não oferecer um serviço organizado de transportes públicos, nem sequer dispor de serviço de táxis como acontece em quase todo o mundo?
Como justificar um investimento colossal e tão mediatizado como foi a compra de moderníssimos aviões e entregá-los à responsabilidade de uma empresa pública que, soube-se logo depois, não tinha condições para geri-los nem utilizá-los, e dava uma péssima imagem do país ao ser interdita de voar para a Europa ou ver altos funcionários seus serem agredidos por passageiros no aeroporto de Joanesburgo por alegado mau serviço e falta de respeito?
Como aceitar que o serviço de venda de combustíveis para viaturas obrigue a tão longas e penosas filas? E que os investimentos em energia ainda não tenham resolvido a falta dela numa cidade como o Lubango ou acabado com o abastecimento irregular a Luanda? Como explicar os problemas das eleições em Luanda e que a inflação de 2008 tenha sido muito superior à estimada? E a água potável?"
 

Pelo desenvolvimento sustentado


"Para além de outras razões que possam estar ligadas à corrupção, que enigmaticamente não é combatida, só posso entender estas anomalias pelo facto de as lideranças angolanas –e não falo só das ligadas ao poder político – possuírem uma visão muito estreita e ultrapassada do que deve ser desenvolvimento.
A confusão entre crescimento económico e desenvolvimento, que universalmente está há muito esclarecida, é penosa nas lideranças angolanas e extremamente penalizante para os angolanos. Boa governação, direitos, sustentabilidade, preservação ambiental são apenas figuras discursivas e não se reflectem nos planos, programas e projectos.
O crescimento de edifícios em altura, a eliminação de praças e jardins para darem lugar a tais edifícios, a desmatação de extensas áreas sem preocupação com a biodiversidade para permitir projectos agrícolas de duvidosa rentabilidade, a falta de atenção devida ao ensino primário e à investigação, a inexistência de programas de reforço de capacidades dirigidos a pequenos e médios empresários, o abandono a que o sector informal da economia é votado são apenas algumas manifestações dessa preocupante falta de visão.
Para corrigi-la, as lideranças apostam no voluntarismo e na adopção, sem qualquer sentido crítico, de «modelos» externos, sejam o agronegócio brasileiro, o kiboutz israelita ou, talvez, a requalificação de cidades chinesa. O resultado não poderá ser bom.
Enquanto no mundo são cada vez mais incentivadas as vias que procuram inovações, como o capitalismo criativo de Bill Gates e de Muhammad Yunus ou a economia solidária dos movimentos sociais, os empresários angolanos apenas pensam no lucro a qualquer preço, e alguns, por sinal ligados ao poder, não hesitam em procurar melhores condições, investindo em vinhos ou azeitonas em Portugal – um indicador, afinal, de que não temos o paraíso que dizemos que temos."
 

(...)

"Em momento de crise financeira internacional, que bom seria se Angola «parasse» um pouco para repensar a sua via de desenvolvimento, sem termos que ser forçados a parar com a folia do despesismo devido ao baixo preço do petróleo. E que melhor seria ainda se tivesse em conta as sábias palavras do primeiro-ministro de Cabo Verde, João Maria Neves, a um jornal angolano: «o nosso petróleo é a boa governação».

 

Leia-se o texto na íntegra aqui

(Artigo de Fernando Pacheco publicado na edição de Janeiro da revista África 21, de onde também se extrai a foto. Título, subtítulos, sublinhados e destaques nossos.)

 



publicado por zé kahango às 10:06
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será o que parece?

 

 

(de Portfolio Photografico)


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publicado por zé kahango às 10:05
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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
continua a desminagem

INAD desactiva engenhos explosivos no Lobito

 

O Instituto Nacional de Desminagem (INAD) procedeu a desminagem de um perímetro de sete mil quilómetros de comprimento e cinco quilómetros de largura no município do Lobito, província de Benguela, informou na terça-feira última o supervisor da brigada, José da Silva.

O responsável falava a imprensa durante uma cerimónia em que foram detonadas mil 587 engenhos explosivos, entre as quais minas anti-tangue e munições de alto calibre.

Informou que neste momento mais de 90 por cento do perímetro onde será erguida a refinaria está livre de perigo de mina ou outro material bélico.

A brigada de desminagem colocada, a cerca de dez quilómetros norte da cidade do Lobito, prevê durante o mês de Fevereiro próximo limpar o perímetro e garantir a segurança as populações e permitir a implementação de programa que visem o desenvolvimento da região.

O acto de destruição feito em três incineradores terrestres preparados pela brigada da desminagem e foi testemunhado por responsáveis pela implementação do projecto de construção da refinaria do Lobito e a imprensa local.



publicado por zé kahango às 15:10
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sem comentários...

 

 

(de "Angola em fotos")


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publicado por zé kahango às 15:07
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riqueza mineral

Huíla conta com grandes reservas de diamantes e ouro

A Empresa Nacional de Diamantes (Endiama-EP) confirmou recentemente a existência de consideráveis reservas de diamantes e ouro na província da Huíla, indica uma nota da instituição chegada hoje (quarta-feira) à Angop, em Luanda.

De acordo com o documento, estudos realizados na província da Huíla confirmam a existência de grandes reservas de diamantes e ouro, uma informação dada pelo anterior governador, Ramos da Cruz, na cidade do Lubango, aquando de uma reunião ordinária do Conselho Provincial de Auscultação e Concertação.

Nesta reunião Ramos da Cruz havia anunciado que estudos feitos indicavam a possibilidade da exploração de ouro e diamantes na província da Huíla, acrescentando que tudo está a ser feito para o relançamento da exploração do ferro no leste da mesma província.

"As minas de ferro de Cassinga e de Chamutete eram as grandes alavancas para o desenvolvimento económico dos municípios do leste, mas, infelizmente, durante vários anos assistiu-se à destruição completa das infra-estruturas da região e o ferro deixou de ser explorado, assim como o caminho-de-ferro deixou de funcionar”, lê-se no documento.

Em relação à exploração ferrífera, a localidade dos Gambos já foi considerada a principal em termos de extracção de ferro, tendo sido superada pela Jamba Mineira, nos últimos anos antes da independência, proclamada a 11 de Novembro de 1975.

Actualmente o único recurso mineral extraído do subsolo do município da Jamba, mais concretamente na comuna da Chibemba, é o granito de várias tonalidades, com realce para o negro.

A administração local prevê a abertura de mais duas pedreiras na região por investidores privados.


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publicado por zé kahango às 15:04
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as obreiras...

 

Mulheres

 

(foto de Walter Fernandes)


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publicado por zé kahango às 14:58
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pela Qualidade do Ensino

Chibia acolhe encontro sobre Educação


O Governo Provincial da Huíla está a tomar medidas para melhorar a qualidade do processo de ensino e inserir maior número de alunos no sistema público de ensino. A atenção estará virada para a formação contínua dos professores e a reabilitação, ampliação, construção e apetrechamento das escolas existentes nos 14 municípios que compõem a província.
Esta pretensão foi manifestada pelo vice-governador da província da Huíla para a Económica e Social, Adriano da Silva, na abertura do quinto encontro dos quadros do sector da Educação da província que o município da Chibia acolhe desde a passada segunda-feira. “O nosso governo, apesar das enormes dificuldades, tem criado as condições para que sector da Educação melhore constantemente de forma a garantir o desenvolvimento sustentável do processo docente educativo”, disse.
Adriano da Silva afirmou que as acções de construção, ampliação e apetrechamento das infra-estruturas que o governo levou a cabo no último quadriénio vão continuar nos próximos anos.
O governante referiu que o desenvolvimento sustentável do sector da Educação passa pela consolidação da reforma educativa em curso, formação permanente dos docentes e melhoria das condições infra-estruturas. O director provincial em exercício da Educação Ciência e Tecnologia na Huíla, Amarico Chico, enalteceu os feitos do executivo da Huíla, no desenvolvimento do sector da Educação na província. O director disse que o sector que dirige vai cooperar com o governo da província para que estas iniciativas ajudem a melhor a qualidade do ensino e melhoria de condições dos professores.
O encontro conta com a presença de educadores sociais, professores, directores de escolas, pais, encarregados de educação e chefes de repartições municipais e funcionários do Ministério da Educação.
Durante os cinco dias do encontro, os participantes vão abordar temas como o papel dos pais e encarregados de educação no processo de ensino e aprendizagem, a inclusão no processo de ensino e aprendizagem em Angola, legislação e normativos sobre o sistema de ensino, reforma educativa no subsistema do ensino.

 

André Amaro in Jornal de Angola
 



publicado por zé kahango às 14:55
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puto canjala

 

Puto Canjala

 

(foto de Walter Fernandes)


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publicado por zé kahango às 14:49
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luta contra a SIDA

Lançado alerta para a escassez de preservativos e retrovirais


Nas instalações da Escola Nacional da Administração, em Luanda, está a decorrer um seminário de formação de formadores em comunicação interpessoal para organizações nacionais, com a presença de 30 formadores.
As acções de formação vão decorrer durante todo o ano de 2009 e estão orçadas em um milhão e meio de dólares, dos quais 50 por cento são financiados pelo Projecto Fundo Global/Angola. A formação de formadores enquadra-se no programa da Rede Angolana das Organizações de Serviços da SIDA (ANASO) que prevê formar até ao final do ano 540 líderes das organizações nacionais.
Falando no acto da abertura do Seminário Nacional de Formação de Formadores, António Coelho, secretário executivo da ANASO, afirmou que a sua instituição pretende aumentar a capacidade das organizações nacionais para melhor servirem as famílias e as comunidades.

Dificuldades na obtenção
de fundos para 2009


António Coelho disse que “este ano vai ser difícil para o país no capítulo da resposta nacional ao VIH/SIDA no que diz respeito à mobilização de fundos, porque em 2008 o projecto de Angola para Fundo Global tinha sido reprovado por deficiência técnica” e afirmou que para o presente ano, o Ministério da Saúde não concorreu a fundos internacionais para apoios às diferentes iniciativas da resposta nacional ao VIH/SIDA. Sublinhou que o país se debate com escassez de retrovirais, ruptura de preservativos e problema de aquisição de reagentes. “O país poder conhecer brevemente uma suptura de retrovirais”, disse.
Em relação às ONG, António Coelho precisou que o país regista cerca de 200 organizações que trabalham fundamentalmente na prevenção, nos cuidados e na assistência. “Neste momento, estamos a reflectir se devemos continuar a estimular o surgimento de novas organizações ou se devemos apostar no fortalecimento das já existentes”, disse, sublinhando a necessidade de se responsabilizar as organizações nacionais e dotá-las de capacidade crítica para que possam discutir os problemas que afligem o país.
De acordo com os dados do Instituto Nacional de Luta contra a SIDA (INLS), 207. 879 pessoas vivem com o vírus em Angola, sendo Luanda com 7.859, Cunene com 2.243 e Cabinda com 1.273 as províncias com as mais altas taxas de prevalência.
O seminário que decorre nas instalações da Escola Nacional da Administração tem como objectivo fortalecer as ONG nacionais no domínio da informação, educação e comunicação, género e direitos humanos para melhor oferta de serviços às famílias e comunidades no âmbito do VIH-SIDA.
Participam ao seminário, orientado por especialistas nacionais activistas de ONG coordenadores de projectos, supervisores, líderes religiosos e comunitários das províncias de Luanda, Cabinda, Cunene, Lunda- Sul e Huambo.
 



publicado por zé kahango às 14:48
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no mercado

 

 

(de AngolaBela)


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publicado por zé kahango às 14:47
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cuidados ambientais

Jurista defende estudos sobre danos ao Ambiente

 

A cidade de Cabinda acolhe hoje um seminário sobre “Derrames de Petróleo e Degradação Ambiental, Marinha e Costeira”. O seminário insere-se no quadro da Semana Nacional do Ambiente, que prevê dar início amanhã, na cidade do Lubango, a um seminário de capacitação sobre fiscalização, à luz da Convenção das Nações Unidas sobre o Comércio Internacional de Espécies de Animais e Plantas Ameaçadas de Extinção (CITES).
Terça-feira, durante um seminário sobre legislação ambiental, o jurista Raúl Araújo considerou necessária a elaboração de estudos sobre as consequências dos danos causados ao ambiente através das diversas actividades económicas, com vista à garantia da qualidade de vida da população.
Raúl Araújo fez este apelo quando dissertava sobre “A responsabilidade civil e criminal por danos ao ambiente”, considerou que os estudos permitirão prever e prevenir os males ao ambiente e à saúde das pessoas.
Segundo o jurista, a responsabilidade civil deve ser vista nos termos do princípio da prevenção e precaução, pois que, no seu entender, “em muitos casos no país muitos projectos nos mais variados domínios da actividade não obedecem os procedimentos jurídicos, nomeadamente, a avaliação do impacte ambiental para o posterior licenciamento ambiental.”
A responsabilidade criminal por danos ao ambiente, referiu, deve ser o último recurso no que concerne à penalização, direccionando as acções à prevenção e à aplicação da legislação vigente.
Do programa da jornada, consta igualmente a realização, hoje, de um seminário sobre as tecnologias ambientais, que vai analisar a necessidade de estabelecimento de padrões de qualidade ambiental e de controlo da poluição, assim como o incentivo à utilização de tecnologias limpas para os processos produtivos e ao uso dos recursos naturais.



publicado por zé kahango às 14:45
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espreitem por aqui...


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publicado por zé kahango às 10:03
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circulação viária em expansão

Novas rotas no interior do país

   
Reparação de vias estímula novas rotas de operadoras de transporte
Reparação de vias estimula novas rotas de operadoras de transporte
 

A operadora de transportes de passageiros SGO abre nos próximos meses novas rotas ligando as províncias do interior do
país, fruto da reabilitação das estradas levada a cabo pelo Governo angolano.
Segundo o chefe do Departamento de Comunicação e Relações Públicas da SGO, Garcia Miguel, serão abertas as linhas Huambo/Bié, Bié/Kuando Kubango, Malanje/Saurimo e Saurimo/Moxico, para facilitar o transporte de pessoas, mercadorias e aproximar os angolanos.
Outro ponto marcante para a operadora será a abertura da linha Lubango/Ondjiva/Santa Clara.
Acrescentou que a reabilitação e sinalização das estradas inter-provinciais tem possibilitado a operadora movimentar os seus autocarros sem constrangimentos para o interior do país, reduzindo o tempo de viagem e proporcionando comodidade aos passageiros.
Para Garcia Miguel, desde o início da reabilitação e construção de novas vias notam-se melhorias consideráveis, já que antes havia muito desgaste de material devido à degradação das estradas.
Elogiou o empenho do Governo que, num tempo curto, conseguiu reabilitar as estradas depois da guerra, permitindo a ligação com o resto do país.
A SGO opera já nas linhas Luanda/Benguela, Luanda/Uíge, Luanda/Malanje, Luanda/Huambo, Benguela/Lubango e Lubango/Namibe.



publicado por zé kahango às 10:00
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no Massabi (Cabinda)

 

Águas do rio Massabi

 

(foto de Walter Fernandes)


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publicado por zé kahango às 09:57
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SOS da Cinemateca

Milhares de películas precisam de recuperação urgente


A Cinemateca de Angola tem mais de 10.000 latas com películas sobre a história recente de Angola, que precisam de ser recuperadas com urgência, afirmou ontem Afonso António, director da instituição, ligada ao Ministério da Cultura.
Falando à margem da abertura do curso sobre preservação de equipamento de filmagem, Afonso António acrescentou que há nas nas películas da Cinemateca de Angola um processo de perda que é quase irreversível. Porém, reconheceu que perdas de imagens acontecem inclusive nos arquivos mais bem apetrechados do mundo e a República de Angola não foge à regra, por ser um fenómeno químico que, independentemente de todas as cautelas, a deterioração pode acontecer.
O director da Cinemateca de Angola reconheceu que todos os dias na sua instituição acontecem perdas de imagens. Mas, o que está sob seu controlo, carece de uma intervenção imediata para que haja preservação do equipamento com vista a atender também as futuras gerações.
Sobre a formação de preservação de equipamentos fílmicos, que se estende até sexta-feira próxima, o director da Cinemateca de Angola assegurou que a formação tem como base os acordos existentes entre a República de Angola e a República Federativa do Brasil, no âmbito da formação de técnicos para o sector da Cultura.
Este primeiro curso, com a participação de técnicos angolanos da Cinemateca Nacional e da sociedade civil, é feito com base na experiência que o Brasil tem na recuperação de arquivos fílmicos e de mais imagens em movimento.
“As matérias que são discutidas aqui têm a ver com a experiência do Brasil no campo da preservação de imagens em movimento e também vai ser feita uma abordagem teórica sobre os métodos de recuperação e de preservação de artigos fílmicos”, asseverou. Afonso António reconheceu a ausência de instalações apropriadas para a execução da parte prática do curso.
O vice-ministro da Cultura, Luís Kandjimbo, destacou a formação com uma das mais importantes forças motrizes. Por isso, apelou aos profissionais do audiovisual presentes para tirarem todo o proveito da experiência dos técnicos brasileiros. Participam no evento 15 alunos.


Joaquim Cabanje, in Jornal de Angola
 


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publicado por zé kahango às 09:55
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sabem onde fica?


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publicado por zé kahango às 09:52
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prospecção de talentos

Programa "Despontar"

O programa desportivo de prospecção de talentos denominado "despontar", em fase de implementação prática desde 2008 em várias províncias do país, será tema de debate quarta-feira, em Luanda, entre a classe desportiva do país.
Enquadrado nas festividades do Dia Nacional do Desporto, assinalado a 23 do corrente mês, o Ministério da Juventude e Desportos(MJD) pretende explicar a importância do programa para o desenvolvimento desportivo de Angola.
Em declarações hoje à Angop, o director nacional dos desportos, Raimundo Ricardo, afirmou que o ministério de tutela prestará esclarecimentos sobre as várias fases de implementação do "Despontar", cujo lançamento oficial aconteceu no último trimestre do ano transacto na província do Huambo.
Para a actividade, a decorrer no complexo da Cidadela desportiva, estão convidados representantes das federações nacionais, professores de educação física e técnicos desportivos.
O programa despontar tem como principais linhas de acção a promoção e desenvolvimento harmonioso dos adolescentes e jovens, visando a sua inserção na sociedade pela via do desporto.
Compreende três ciclos olímpicos, sendo o primeiro de 2008 a 2012, o segundo de 2012 a 2016 e o terceiro de 2016 a 2020.
Nos primeiros quatro anos o projecto vai abranger as províncias de Luanda, Bengo, Bié, Cabinda, Huambo, Lunda Norte, Moxico, Zaire e Huíla, num trabalho que prevê envolver cinco mil e 400 adolescentes e jovens.



publicado por zé kahango às 09:50
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
luminosa...

 

Light my fire

 

foto de Walter Fernandes


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publicado por zé kahango às 23:13
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a Arte na escola

Arte deve constar dos currículos


O vice-ministro da Educação, Pinda Simão, disse, sexta-feira, em Luanda, que a arte deve ocupar um espaço privilegiado nos currículos escolares para se alcançarem os objectivos definidos na Lei de Bases da Educação.
Pinda Simão fez esta declaração ao encerrar o Simpósio Internacional de Estética e História da Arte em Angola, que decorreu de 22 a 23 deste mês de Janeiro, nas instalações da Escola Nacional de Administração.
Pinda Simão considerou que a arte deve ocupar o seu espaço privilegiado no currículo escolar “no sentido de se desenvolverem, duma forma harmoniosa, as capacidades físicas, intelectuais, morais, cívicas, estéticas e laborais da jovem geração, de maneira contínua e sistemática, a fim de contribuir para o desenvolvimento sócio-económico do nosso país”.
O vice-ministro da Educação disse que a arte ajuda a promover o desenvolvimento da consciência pessoal e social dos indivíduos, sobretudo da jovem geração, com vista a respeitar os valores, os símbolos nacionais, a dignidade humana e a justiça social.
“A expressão da arte deve incutir o espírito de solidariedade entre os povos em atitude de respeito pela diferença, permitindo uma saudável integração no mundo”, afirmou. O vice-ministro da Educação disse ainda que os especialistas em Ciências Humanas e de Arte devem interagir com as estruturas de concepção dos conteúdos de Ensino e de transmissão de saberes de forma a assegurar a materialização fiel das pretensões do país.
“O Etonismo como filosofia da paz deve ser aprofundado para que possa contribuir na evolução positiva da cultura angolana”, salientou Pinda Simão.
A sessão de encerramento foi marcada ainda com o lançamento do livro “Etonismo- uma filosofia da Arte sobre a razão Tolerante”, de autoria do historiador Patrício Batsîkama.
Organizado pelo Instituto Etona e a LS Produções, com o intuito de difundir e realçar o papel da arte e da cultura no desenvolvimento e autodeterminação dos africanos, o evento, realizado durante dois dias, contou com a participação de artistas plásticos, de historiadores, críticos e investigadores em Ciências Humanas e Sociais.
Além de angolanos, participaram no simpósio especialistas do Congo Brazzavile, Costa do Marfim, Portugal e Brasil.

 

Francisco Pedro, in Jornal de Angola


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lady in black...

 

 

(de Angola em Fotos)


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publicado por zé kahango às 23:02
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a Arte e os cidadãos

Aproximar mais as artes do quotidiano

Aproximar mais os elementos da cultura nacional, de modo geral, e das artes, em particular, do quotidiano dos cidadãos é um dos principais pressupostos da política cultural angolana, segundo o director do Instituto Nacional de Formação Artística (Infa), Francisco Van-Dúnem “Van”, a ser implementado paulatinamente para que estas criações te-nham um lugar específico nos processos económicos e sociais do país.
A informação foi prestada quinta-feira por este dirigente, em representação do Ministério da Cultura, durante a abertura do I Simpósio Internacional de Estética e História da Arte em Angola e África, que considerou essencial usar esta política cultural para promover as riquezas morais, espirituais, intelectuais e materiais de toda a sociedade.
Quanto ao simpósio, realizado sobre o lema “A fundamentação e sistematização das artes africanas”, Francisco Van-Dúnem avaliou-o como proveitoso, particularmente pelo facto de a sociedade angolana necessitar de iniciativas do género, que ajudam a promover reflexões sobre os mais diversos aspectos da vida política, económica e filosófica.
Considerando a iniciativa de muito importante para o fomento das artes e para promoção delas, “Van” explicou que “a estética, a história e as artes, nos dias de hoje, devem ser estudadas não apenas nos círculos informais, mas sobretudo nas escolas formais e específicas, de forma a se ter uma melhor qualidade do produto criativo e dos aspectos ideológicos e teóricos do próprio artista”.
Segundo o artista, o estado angolano iniciou já, através do Ministério da Cultura, o processo de reformulação do ensino artístico e da formação de quadros de agentes culturais, em vários domínios, com o objectivo de abranger o maior número de cidadãos, áreas educacionais e simultaneamente melhorar a qualidade do ensino.
Este encontro, encerrado ontem, na Escola Nacional de Administração (Enad), é, na opinião de Francisco Van-Dúnem, uma ferramenta chave no uso da arte na educação, porque permitirá fazer a sistematização do espólio artístico nacional e seus desafios no futuro, particularmente dentro da problemática da identidade cultural e da globalização, através de um debate real e consistente.
O vice-ministro da Educação, Pinda Simão, disse que dos debates proporcionados pelo simpósio se poderá tirar subsídios éticos, culturais e sociais, capazes de nos ajudar a consolidar os valores que norteiam os angolanos a construir uma sociedade tolerante, que respeita a paz, por intermédio do fortalecimento da arte e da cultura angolana.
Por sua vez, o professor Carlos Serrano agradeceu o convite e ­disse que o simpósio inicia um novo ciclo em torno do debate aberto sobre a estética africana e das diversas formas de manifestação artísticas. “Penso que conseguimos pôr em prática as palavras e as ideias neste encontro”.
Também chamado a intervir na sessão de abertura, Zakeu Zengo, responsável pelo Fórum Internacional de Angolanistas no Brasil, avançou que o evento reflecte o resultado do trabalho de reconstrução nacional desenvolvido em todo o país, não só em termos de infra-estruturas, como também de atitude.
“Este simpósio deve levar-nos, enquanto cidadãos angolanos, a compreender a cultura como um desdobramento histórico que nos leva a perspectivar o caminho a ser percorrido no futuro pelas artes africanas, em busca do sentido de convergência”, adiantou.

Neoliberalismo caracteriza
a arte africana nos últimos anos


O professor catedrático brasileiro, Fernando Mourão, disse quinta-feira, após a sessão de abertura do I Simpósio Internacional de Estética e História da Arte em Angola e África, realizado em Luanda, que as artes africanas têm sido marcadas nos últimos 10 anos pelas tendências mercantis do neoliberalismo.
Fruto da total liberdade de comércio, o neoliberalismo tem levado, segundo o antropólogo e professor da Universidade de São Paulo, Brasil, os criadores a explorarem cada vez mais pelo aspecto comercial das suas obras, ao invés de rebuscarem temáticas relacionadas com as suas realidades sócio-culturais.
“Porém, apesar de o neoliberalismo estar a criar modelos culturais e educativos, hoje vejo uma arte universal, mas ao mesmo tempo regional, porque os artistas tendem a apresentar, com os avanços do comércio, uma ideologia cultural virada para o regionalismo, embora manifestações como a música sejam globais”, aclarou.
Para Fernando Mourão é preciso acabar com este tipo de atitude, pois “é necessário começar a tirar a arte africana do limbo da etnografia, a qual foi confinada pela cultura ocidental”.
Organizado pelo Instituto Etona e a LS Produções, com o intuito de difundir e realçar o ajudar papel da arte e da cultura no desenvolvimento e autodeterminação dos africanos, o evento, realizado durante dois dias, no Enad, contou com a participação de especialistas em artes provenientes de países africanos, americanos e europeus.


ADRIANO DE MELO (in Jornal de Angola)


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'tá-se bem!...


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homenagem à ancestralidade

Recital de poesia


Um recital de poesia e música no estilo trova em homenagem aos ancestrais africanos, foi realizado na noite de quinta-feira última, na sede da União dos Escritores Angolanos, pelo Clube Nacional de Poetas e Trovadores (CNPT). O espectáculo que se enquadrou no âmbito das festividades do mês de Janeiro, que é dedicado à cultura angolana, visou ainda a descoberta de novos valores que despontam na arte de declamar.
Durante aproximadamente duas horas, poetas e poetisas de renome da literatura angolana e não só, como casos de Aires de Almeida Santos, Filomena Gioveth, Siomara Santos e António Neto foram recordados nas vozes de membros da CNPT e de principiantes na arte de declamar ao ritmo de clássicos da música nacional.
Segundo o presidente do CNPT, Carlos Pedro, há toda a necessidade de enaltecer culturalmente o espírito do africano, particularmente, a partir dos ensinamentos dos anciãos que constituem a biblioteca da cultura de um povo.
Adiantou que as próximas actividades do CNPT serão preenchidas igualmente com palestras que podem servir de material de estudo para especialistas na área e estudantes.
“Pretendemos compilar e reunir em livros as dissertações das várias palestras que vamos realizar no decorrer deste ano, uma vez que se nota a escassez de materiais de literatura oral”, disse.
Além de considerar positivo as actividades desenvolvidas ao longo do ano passado em prol da divulgação da poesia no país, Carlos Pedro explicou que no processo de divulgação das tradições orais, “é imperioso também incutir na juventude e adolescentes o historial dos percursores da resistência do povo angolano, personalidades como Ngola Kiluange, Ekuikui II e Kimpa Vita não podem ser esquecidas”.
 


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sob os coqueiros do Mussulo...


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moda angolana

Estilista defende mais investimento no sector textil

  Angop
Lisete Pote defende investimento na indústria textil angolana
Lisete Pote defende investimento na indústria textil angolana
 

 

A estilista angolana Lisete Pote apontou hoje, em Luanda, a necessidade de haver mais e maior investimento no sector da indústria têxtil, como forma de garantir a afirmação da moda angolana.
Falando num workshop sobre a moda luandense promovido pela Pango Models, Lisete Pote adiantou que o mercado da moda angolana carece de maior investimento, quer do Estado quer do sector privado, tendo em conta a conquista de espaços no mundo
da moda internacional.
"Existe boa vontade e força de trabalho, o que nos falta nesta altura é uma indústria têxtil forte e capaz de fornecer-nos o material suficiente para mostrarmos ao mundo que também sabemos fazer coisas lindas", realçou a estilista.
Para Lisete Pote com uma indústria têxtil forte e em pleno funcionamento, o mercado da moda angolana dará um salto qualitativo e uantitativo. "Já tínhamos uma indústria têxtil muito forte e acho que, com algum esforço e investimentos sérios poderemos recuperar o tempo perdido", frisou a estilista.
O workshop esteve incluído no programa do Kianda Fashion Day2009, uma realização da agência de moda Pango Models, realizado o Cine Atlântico, em Luanda, no âmbito dos 433 anos da cidade capital.
“O Kianda Fashion Day2009” aconteceu sob o lema “Moda Luandense-do Tradicional ao Modernismo Conservador”, apresentando aspectos típicos da moda de Luanda, na vertente masculina e feminina, com manequins infantis, jovens e adultos.
Com a realização do Kianda Fashion Day2009, a Pango Models pretendeu contribuir para as tradicionais festividades em homenagem à cidade de Luanda, mostrando a evolução histórica da sua cultura, indústria e inovação artística no domínio da moda.
A Pango Models - Modelos Executivos Angolanos é uma Agência angolana de moda, lançada no mercado nacional em Novembro deste ano, em Luanda, que tem como objectivos a gestão de modelos masculinos, agenciamento de modelos, assim como a produção e marketing de eventos artísticos.



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