Intensa paixão, tristeza profunda, sagrada esperança...
Quarta-feira, 17 de Setembro de 2014
Ovakwambundo - O povo do nevoeiro

 

 

 
"O povo Ovakwambundo foi um povo pré-banto que habitava a região compreendida entre o vale do Curoca e o Rio Cunene, desde há muitos séculos, provavelmente empurrados pela invasão dos Bantus, e que existiu até final do séc. XIX, princípios do séc. XX.

 

Acredito que "os pretos", que refere Duarte Pacheco Pereira, aquando a viagem de Diogo Cão em 1484 à Manga das Areias (Baia dos Tigres), já eram elementos deste grupo étnico, pois o tipo de habitações que descreve coincidem com as encontradas por Willian Messum e Alexandre Magno de Castilho e as estudadas pelo Dr. Alberto Machado da Cruz.

 

Também "o gentio" que José da Rosa levou para Luanda, quando em 1665 andou pelo paralelo 18 não deixa dúvidas que eram de povo pré-banto pelo tipo de linguagem que utilizavam e também o facto de comerem tudo cru evidencia que não utilizavam o fogo, característico desta etnia.

 

Já João Pilarte da Silva na sua viagem do Jau ao Cabo Negro, efectuada em 1770, dá-nos conta de que aquele povo falava por estalos, o que provavelmente estariam na presença de elementos desta gente. Um pormenor interessante, foi o facto que as duas negras daquele gentio que levavam consigo terem falecido de bexigas. Sabemos que as bexigas era o nome pelo qual era conhecida na altura a varíola, facto que também J. Pereira do Nascimento refere no seu livro Exploração Geográphica e Mineralogica no Districto de Mossamedes em 1894-1895, como tendo sido uma das causas da extinção dos Ovakwambundos.
 
Acontece que, certos povos, que viveram muitos anos isolados se tornam muito vulneráveis a vírus provenientes de outros continentes, como aconteceu nas civilizações da América do Sul, e a varíola, era nessa altura muito comum entre os europeus e gente que com eles contactava. Creio, embora o Dr. Alberto Machado da Cruz não o refira, que esta também terá sido uma das causas da sua extinção, a par das por ele apresentadas.

 

Em todas as narrativas há imensas coincidências que me deixam convicto de que estamos na presença de uma única e só etnia, que por pressão de outras civilizações desapareceu, restando talvez algum do seu sangue correndo nas veias de alguns Quimbares de Onguaia e Tômbwa."
 
(in http://xamalundo.blogspot.pt/ )

 


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Quinta-feira, 24 de Julho de 2014
só entre nós...

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Muhumbe

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antigas, do Quipungo
 


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Sexta-feira, 11 de Julho de 2014
alegria, entre missangas...

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o Óscar Gil, em reportagem...

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Herdeiro

Herdeiro do nativismo

não sei se o sou;

mas sei que a esta tribo pertenço.

 

Nem mesmo entendo o porquê

de aqui me sentir em casa,

no doce regaço desta terra-mãe.

 

Por terras em que secou o sangue,

entre fronteiras de estranhos,

percorro trilhos e picadas

entre mutiatis e morros de salalé;

 

Por gerações guardadas,

em sagrado património;

não foi de ingleses nem de alemães

nem de boers nem de racistas

- deles foram preservadas.

 

Ao longo e para lá do Cunene,

assim agora a sinto minha,

da minha tribo, nossa,

minha mãe e companheira.

 

Ao seu colo regresso,

às suas águas;

de novo subirei ao planalto,

lá onde muíla me deram nome.

 

No forte de Kapangombe

à esquerda viro e sigo,

para a Portela do Bruco...

 


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Quinta-feira, 10 de Julho de 2014
Por que tenho de explicar?

 

Por que tenho de explicar

o que minha alma sente

quando meus olhos vêem

as sombras calmas sobre a rua,

das árvores da terra da casa,

alinhadas e de tronco pintado,

ao longo de lancis gastos do que foi passeio?

 

Por que tenho de explicar

o que minha alma sente

quando meus olhos vêem

casas térreas e tranquilas

sob a doce luz de Angola,

sob o arrulhar de rolas,

sob um eterno tempo?

 

Por que tenho de explicar

a calma que minha alma sente?

 


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por Angola

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Os primeiros tchicoronhos

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atenção

 


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Quarta-feira, 9 de Julho de 2014
moinho boer na Humpata


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deixando a Palanca...


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Macópios

Foto de Alcídio Esteves


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Tomates

Foto de Alcídio Esteves


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Quarta-feira, 25 de Junho de 2014
demarcando fronteira...

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Segunda-feira, 23 de Junho de 2014
Contos do Vissapa - 8

OS DIAS DE GLÓRIA DE KISSONDE

 

Sempre o tratei por Kissonde, muito embora essas formigas malinas tivessem uma cor mais a puxar para o castanho que aquela com que Deus pintara a pele do filho da Benilda a lavadeira da minha prima Mercedes. A Benilda tinha batizado o seu rebento com o nome de Francisco Silva, homenagem a um alfaiate coxo do Lubango, que usufruíra da sua esteira anos a fio, até à fatídica madrugada em que a diferença de idades entre os dois amantes, numa investida mais ousada mandou o padrasto do Kissonde para os quintos do inferno com o coração parado. A Benilda não era negra de grandes choradeiras ou sentimentalismo, mas teve de alargar a lavagem de roupa ao casal Bexiga, para suprir a quebra financeira advinda por morte do velho alfaiate. Eu cá confesso que mesmo com a minha tenra idade não me tinha importado nada de ter substituído o Silva na esteira da jovem lavadeira. Quando ia a casa da prima Mercedes, esgueirava-me sempre que possível até à selha, onde a suculenta Benilda esfregava com denodo na tábua ondulada e gasta, as calças do primo Sebastião, marido da Mercedes, que tinha uma diminuta oficina de bicicletas, mas suficientemente suja para deixar a roupa em péssimo estado. A Benilda sorria-me de tal forma que eu sentia-me abestalhado a olhar para o decote generoso onde os seios da graciosa lavadeira pareciam querer mergulhar na água saponácea. – O Chico foi comprar rapé para a prima, já vai voltar logo. – Esclareceu-me referindo-se ao filho. – O Kissonde não é? – Àka menino Luís não chama o Chico de Kissonde, assim esse nome vai pegar mesmo. – Pedia-me pouco convicta, pois na realidade toda a gente tratava o Chico por Kissonde a começar por ela própria.

Eu e o Kissonde éramos a unha e a carne. Desde pequeno que aquele galfarro esquelético dois anos mais velho que eu era o meu companheiro de aventuras infantis. Íamos aos pássaros juntos e com ele aprendera a fazer uma chifuta com um galho de goiabeira em forma de forquilha. Ninguém conhecia melhor o Mucufi, a mulola do Índia e o rio Capitão do que o Chico e era um verdadeiro perito em encontrar Mirangoleiros, Maboques e Matipatipa. Um artista a sangrar as figueiras retirando-lhes o visgo para armarmos as nossas armadilhas à passarada. Depois de passar em litros de saliva e ficar suficientemente elástica, enrolávamos aquela substância viscosa em pequenos galhos que colocávamos astuciosamente nas espinheiras e nas mulembas que outrora povoavam os arredores da cidade. Era um dia em cheio quando apanhávamos um bigodinho ou uma bengalinha, aves de canto fino, capazes de competir e fazer inveja a qualquer ilustre canário. Nos intervalos das surtidas aos pássaros, fazíamos carros com folhas de tabaibeira que se escangalhavam totalmente, quando das corridas excitantes rua abaixo, com os outros moleques do bairro. Ensinou-me também a colher tabaibos com uma vara com um prego espetado na ponta, e a descascá-los e comê-los evitando os desagradáveis espinhos. Não fora eu que o alcunhara de Kissonde, mas sim uns primos mais velhos com quem ele se travava de razões por dá cá aquela palha, fazendo justiça à sua alcunha. Íamos e vínhamos da escola juntos, no entanto sendo eu mais novo, andava dois anos adiantado em relação a ele, pois o Kissonde não era muito vocacionado para os estudos e a Benilda não tinha propriamente a atitude da minha velha, que da primeira vez que resolvi acompanhar o Kissonde nas suas escapadelas, deixou-me as bochechas a arder com os tabefes que levei. Um dia fomos para o rio Mapunda, rio da Areia, ou rio do Chouriço, nomes de baptismo do pequeno regato que nascia na Chela, lá para os lados da Tundavala e que despencava serra abaixo indo desaguar no Kakuluvar, rodeando a salsicharia da SIL, onde adquiria o pomposo nome de Rio do Chouriço. Aquelas aventuras fluviais eram terminantemente proibidas pela minha velha, que ficava com o coração nas mãos quando eu ia brincar com o Kissonde para o – “Vamos só ali” – o que podia significar o Mucufi até aos curtumes, a Mulola do India ou o rio Mapunda, a par de uma ausência mais prolongada, que dependendo da hora de regresso dava direito a uns bons estalos e orelha repuxada. O Kissonde batia-me aos pontos em quase tudo. Detinha o recorde de Tchirikuatas abatidas, assim como de Zanguinhas e Bituítes, tudo isto testemunhado pelos lenhos feitos no cabo da fisga, versão africana das pistolas do Jonh Wayne. Cada vez que uma pedra roliça fulminava os infortunados passarinhos, zás mais um lenho. Além de tudo isto subia a qualquer árvore com a desenvoltura de um chimpanzé e tinha uma sola de pé que era a minha maior inveja; Espinho, caco de garrafa, unha de gato ou pedra afiada eram manteiga para os pés do Kissonde, o que não acontecia comigo, que era obrigado a usar as botas de couro cru do Chapeleiro, munidas de protetores de aço para ir à escola. Quando me desembaraçava delas a minha planta de pé estava longe de ter a consistência da dele.

Nesse dia fiz uma descoberta acerca do meu amigo que até aquela data desconhecera. Chegámos a uma parte do rio, onde este se insinuava por entre grandes calhaus de granito cinzento, sendo que um deles descia em rampa até um fundão, o que me pareceu suficientemente excitante para escorregarmos para a água. Ainda não estava completamente em pelota, quando reparei que o Kissonde não estava propriamente a brincar ao chapinhar as mãos nas águas do Mapunda e submergia mais vezes do que seria o normal. Ainda hoje não sei como arranjei forças para o tirar cá para fora, apesar do meu corpo franzino, mas lembro-me que o Kissonde tremia como varas verdes batendo dente de tal forma com o susto que apanhara, que passado aquele momento de aflição desatei a rir que nem um perdido dizendo-lhe – A nadar tu não me ganhas Kissonde! -

Por cautela pactuamos em esconder o episódio da minha mãe e da Benilda. Os anos foram passando e saltei da escola primária para o liceu deixando o Kissonde para trás que acabou por ir remendar câmaras-de-ar na oficina do primo Sebastião. Quase sem dar por isso outros amigos e diferentes actividades substituíram aqueles dias gloriosos da minha infância. Um dia perdemos o rasto ao Kissonde. Desapareceu sem dar cavaco a ninguém, presumo que nem à Benilda, e esta se sabia para onde ele fora nunca o confidenciou a ninguém. Constava que tinha fugido para a Zâmbia na altura em que seria obrigado a assentar praça.

Cerca de trinta e tal anos volvidos preparava-me para entrar para jantar num restaurante da ilha em Luanda, onde me deslocara a trabalho, quando reparei no empregado do estabelecimento descer apressadamente as escadas em direcção a um Mercedes negro topo de gama, que acabara de estacionar frente ao estabelecimento. Quando a porta traseira da dispendiosa viatura se abriu reconheci-o logo, apesar de mais de cinquenta quilos de carne flácida terem sido adicionados ao corpo esquelético de outrora, agora encafuado num fato Armani de corte irrepreensível. Os pés que desdenhavam unhas de gato e caco de garrafa, estavam agora confortavelmente instalados em dispendiosos sapatos italianos e o cachucho no anelar da mão esquerda reluziu em uníssono com a calva exposta ao luar. Quando a Benilda deixou o Mercedes a suspensão pareceu-me ter subido uns bons vinte centímetros. Pouco restava da graciosa lavadeira da minha meninice e se os atavios eram de alto luxo, tudo o resto se perdera com a idade e com o conforto numa obesidade incomensurável. O Chico murmurou qualquer coisa ao ouvido do empregado que servilmente ajudava a Benilda a subir as escadas do restaurante com evidente dificuldade, empoleirada nos sapatos de salto alto que lhe proporcionavam um andar desengonçado.

Sim meu General, a mesa é a mesma do costume. – Mais um murmúrio desta feita por parte da Benilda. – Sim Senhora, Sim Senhora, tal como o Senhor General Silva ordenou, o Antonov foi buscar as lagostas no Namibe. – Olha senão são frescas vais ti dar mal comigo. - Ameaçou em jeito de brincadeira a mãe do Chico. - Fresquinho, fresquinho de verdade mesmo meu General. - Afirmava o empregado fazendo a octogésima reverência ao meu antigo companheiro de glórias infantis.

Quando passaram por mim nem sequer se dignaram a olhar-me e eu também nunca esperei que o Chico me reconhecesse ao fim de tantos anos, mas estive tentado a gritar-lhe. – KISSONDE, olha que eu nado melhor que tu.

Reis Vissapa


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